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Aracaju, Segunda-feira, 13 de julho de 2026
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Trump pressiona Putin por acordo de paz com a Ucrânia

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Trump pressiona Putin por acordo de paz com a Ucrânia

Trump pressiona Putin por um acordo de paz com a Ucrânia, elevando a tensão na região.

13/07/2026 · 12h56
Trump pressiona Putin por acordo de paz com a Ucrânia

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O presidente dos EUA, Donald Trump, adotou uma postura mais incisiva em relação à Ucrânia, aumentando a pressão sobre o presidente russo, Vladimir Putin. A mudança na estratégia dos aliados ocidentais busca elevar os custos políticos, militares e econômicos do conflito para incentivar a Rússia a avançar em direção a um acordo de paz.

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A Ucrânia, por sua vez, tem conseguido manter a unidade da Europa e o apoio contínuo dos Estados Unidos, frustrando um dos principais objetivos de Putin desde o início da guerra: dividir os aliados ocidentais.

“Desde o começo ele tem trabalhado para isso e não conseguiu”, destacou o analista sênior de internacional, Américo Martins, durante um videocast.

No contexto da cúpula da Otan, europeus e canadenses apresentaram uma estratégia ambivalente, demonstrando a Trump que o engajamento da aliança contra a Rússia cria oportunidades de negócios, ligadas à reindustrialização e atração de bilhões em royalties. Um exemplo disso foi a assinatura de um memorando de entendimento entre a americana Lockheed Martin e a alemã Rheinmetall para a fabricação de mísseis de curto alcance Atacms na Alemanha.

Além disso, os europeus e canadenses sinalizaram que, caso os Estados Unidos se afastassem, seriam capazes de produzir armamentos de forma independente. Nesse sentido, um memorando foi assinado entre a sueca Saab e a canadense Bombardier para a fabricação de aviões de reconhecimento Global Eye, concorrentes dos AWACS americanos.

“Era como se eles estivessem dizendo: tem aqui 70 bilhões de dólares, você quer ficar dentro ou quer ficar fora dessa corrida armamentista?”, resumiu o analista Lourival Sant’Anna.

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O Instituto de Estudo da Guerra informou que a Ucrânia recuperou 400 quilômetros quadrados em abril e maio, e o ambiente na Rússia é descrito como pessimista em relação à continuidade do conflito. O oligarca russo Andrei Melnichenko, em recente entrevista, afirmou que não é viável continuar a guerra e que um acordo deve ser alcançado. Essa declaração, feita dentro da Rússia, é considerada uma grande ousadia, especialmente em tempos de sanções.

Com a pressão crescente, Lourival ressaltou que Putin teria essencialmente duas opções: radicalizar sua postura, aumentando o risco de uma opção nuclear, ou avançar para a negociação, uma possibilidade que já teria sinalizado. A visão de Trump, segundo Lourival, é apoiar a Ucrânia para que Putin adote uma postura mais flexível nas negociações.

O envio de sistemas Patriot à Ucrânia é visto como um gesto que demonstra essa mudança de postura. “Os Patriots são uma das tecnologias militares mais sofisticadas e guardadas com mais sigilo pelos Estados Unidos”, enfatizou Lourival, destacando o peso simbólico dessa decisão.

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A estratégia ucraniana busca aumentar a pressão sobre os russos através de ataques de longo alcance contra alvos econômicos e levando o conflito para grandes cidades como Moscou e São Petersburgo. O objetivo é convencer a elite russa de que a guerra tem um custo elevado.

“Se a guerra estiver sendo disputada apenas no território ucraniano, essa própria elite não vai estar percebendo isso”, completou Américo.

Portanto, o grande objetivo de ambos os lados continua sendo uma saída negociada para o conflito.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, adotou uma postura mais incisiva em relação à Ucrânia, aumentando a pressão sobre o presidente russo, Vladimir Putin. A mudança na estratégia dos aliados ocidentais busca elevar os custos políticos, militares e econômicos do conflito para incentivar a Rússia a avançar em direção a um acordo de paz.

A Ucrânia, por sua vez, tem conseguido manter a unidade da Europa e o apoio contínuo dos Estados Unidos, frustrando um dos principais objetivos de Putin desde o início da guerra: dividir os aliados ocidentais.

“Desde o começo ele tem trabalhado para isso e não conseguiu”, destacou o analista sênior de internacional, Américo Martins, durante um videocast.

No contexto da cúpula da Otan, europeus e canadenses apresentaram uma estratégia ambivalente, demonstrando a Trump que o engajamento da aliança contra a Rússia cria oportunidades de negócios, ligadas à reindustrialização e atração de bilhões em royalties. Um exemplo disso foi a assinatura de um memorando de entendimento entre a americana Lockheed Martin e a alemã Rheinmetall para a fabricação de mísseis de curto alcance Atacms na Alemanha.

Além disso, os europeus e canadenses sinalizaram que, caso os Estados Unidos se afastassem, seriam capazes de produzir armamentos de forma independente. Nesse sentido, um memorando foi assinado entre a sueca Saab e a canadense Bombardier para a fabricação de aviões de reconhecimento Global Eye, concorrentes dos AWACS americanos.

“Era como se eles estivessem dizendo: tem aqui 70 bilhões de dólares, você quer ficar dentro ou quer ficar fora dessa corrida armamentista?”, resumiu o analista Lourival Sant’Anna.

O Instituto de Estudo da Guerra informou que a Ucrânia recuperou 400 quilômetros quadrados em abril e maio, e o ambiente na Rússia é descrito como pessimista em relação à continuidade do conflito. O oligarca russo Andrei Melnichenko, em recente entrevista, afirmou que não é viável continuar a guerra e que um acordo deve ser alcançado. Essa declaração, feita dentro da Rússia, é considerada uma grande ousadia, especialmente em tempos de sanções.

Com a pressão crescente, Lourival ressaltou que Putin teria essencialmente duas opções: radicalizar sua postura, aumentando o risco de uma opção nuclear, ou avançar para a negociação, uma possibilidade que já teria sinalizado. A visão de Trump, segundo Lourival, é apoiar a Ucrânia para que Putin adote uma postura mais flexível nas negociações.

O envio de sistemas Patriot à Ucrânia é visto como um gesto que demonstra essa mudança de postura. “Os Patriots são uma das tecnologias militares mais sofisticadas e guardadas com mais sigilo pelos Estados Unidos”, enfatizou Lourival, destacando o peso simbólico dessa decisão.

A estratégia ucraniana busca aumentar a pressão sobre os russos através de ataques de longo alcance contra alvos econômicos e levando o conflito para grandes cidades como Moscou e São Petersburgo. O objetivo é convencer a elite russa de que a guerra tem um custo elevado.

“Se a guerra estiver sendo disputada apenas no território ucraniano, essa própria elite não vai estar percebendo isso”, completou Américo.

Portanto, o grande objetivo de ambos os lados continua sendo uma saída negociada para o conflito.

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