Emissoras como SBT e Jovem Pan resgatam profissionais experientes para cargos estratégicos. A tendência revela como o mercado televisivo busca no conhecimento acumulado a saída para tempos de mudança.
Em um cenário de rápidas mudanças na televisão e nos meios de comunicação, destaca-se a busca por profissionais experientes para posições estratégicas nas empresas do setor. Esta tendência não é apenas passageira, mas reflete a crescente necessidade de conhecimento acumulado e habilidades de gestão, além de uma boa leitura de mercado.
O SBT, após algumas tentativas sem sucesso, trouxe de volta nomes consagrados como Alfonso Aurin, Leon Abravanel e Murilo Fraga, sinalizando a importância da experiência. De forma similar, a chegada de Walter Zagari e Fernando Pelégio à Jovem Pan reforça essa realidade. Ambos possuem uma longa trajetória e estão habituados a tomar decisões cruciais, especialmente por terem trabalhado com Silvio Santos, o que agrega valor ao seu retorno.
Ainda que a renovação seja essencial e sempre tenha sido, com a inclusão de novos talentos e ideias, é inegável que a experiência desempenha um papel fundamental. Conhecer processos, entender o comportamento do público, lidar com crises e tomar decisões sob pressão são habilidades que normalmente vêm com anos de prática.
Portanto, não é surpreendente a volta de profissionais veteranos ao centro das decisões nas empresas de comunicação. Em tempos de constantes mudanças, muitas organizações parecem perceber que, embora a juventude e a inovação sejam indispensáveis, a experiência continua a ser um dos ativos mais valiosos para traçar os próximos passos.
Além disso, Daniela Beyruti será homenageada como Personalidade da Comunicação 2026 no dia 27 de agosto, em evento que acontecerá no Teatro Unibes Cultural, em São Paulo. O evento contará com a presença da empresária Luiza Helena Trajano e da presidente da TV Cultura, Maria Ângela de Jesus.
No que diz respeito à cobertura da Copa do Mundo, mesmo a Globo, que enviou muitos profissionais para o evento, enfrenta dificuldades para manter equipes completas em todos os jogos. A situação se justifica pelas enormes distâncias entre os países-sede e o número elevado de partidas.
Embora a presença de uma equipe completa valorize as transmissões esportivas, parece que essa prática só será viável em algumas ocasiões, com a tendência de reduzir o número de enviados.
O sucesso do apresentador Cazé é notável, mas as mudanças nas transmissões esportivas e na comunicação televisiva ainda são imprevisíveis após a Copa. Uma sugestão que fica é a necessidade de moderar o volume das narrações, que muitas vezes são excessivamente altas.
Por sua vez, Pedro Bassan, reconhecido por seu excelente trabalho como repórter, continua a impressionar com suas coberturas, sendo seu texto em matérias, como a de Lionel Messi no “JN”, um espetáculo à parte. Apesar de algumas rivalidades, é importante reconhecer a relevância de Messi no cenário esportivo global.
LEIA TAMBÉM
Receba as notícias no seu WhatsApp
Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe
Entrar no canal →

