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Política

UCLA cria robô humanoide que usa celular Android como cérebro

Pesquisadores da UCLA criaram o PhoneBot, humanoide de 48 cm controlado por celular Android, custo estimado US$400 (R$ 1.994) e de código aberto.

10/10/2026 · 20h07
UCLA cria robô humanoide que usa celular Android como cérebro

Pesquisadores da UCLA apresentaram o PhoneBot: um humanoide que usa um celular Android como cérebro e custa cerca de US$400. Código aberto, ele anda, segue pessoas e se levanta sozinho.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos, desenvolveram um pequeno robô humanoide que usa um celular Android como centro de processamento e controle dos movimentos. Chamado PhoneBot, o projeto aposta em componentes acessíveis com custo estimado de US$ 400 (cerca de R$ 1.994 em conversão direta) e foi concebido como plataforma de código aberto.

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A proposta é aproveitar aparelhos que já saíram de uso para dar vida a um robô capaz de caminhar, seguir pessoas e até se levantar sozinho depois de cair. O projeto é de código aberto, com foco em estudantes, pesquisadores e entusiastas interessados em desenvolver soluções de robótica sem precisar investir em equipamentos caros.

O PhoneBot tem aproximadamente 48 centímetros de altura e pesa cerca de 1,8 kg, características que permitem colocá-lo sobre uma mesa. Apesar do tamanho reduzido, o robô consegue executar movimentos que exigem coordenação e equilíbrio. O smartphone Android fica instalado no torso do humanoide e funciona como uma espécie de cérebro: sua câmera permite identificar pessoas e acompanhar seus movimentos, enquanto os sensores integrados ajudam a monitorar a orientação e os deslocamentos do aparelho.

As informações são processadas pelo celular, que envia comandos por Wi-Fi para um pequeno computador responsável pelo controle dos 13 motores do robô. Dessa forma, o PhoneBot não precisa de câmeras caras nem de um sistema de processamento dedicado para executar suas tarefas básicas.

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Nos testes, os pesquisadores utilizaram quatro celulares Android diferentes, incluindo um Honor 9, além de modelos de entrada mais recentes da Motorola e da Samsung. Os quatro aparelhos conseguiram realizar as principais funções do robô. Porém, houve uma limitação: o Honor 9 não conseguiu executar o recurso de mapeamento por não contar com os serviços necessários do Google. O resultado indica que até smartphones antigos podem ser úteis em projetos de robótica, embora a compatibilidade com determinadas funções dependa do aparelho.

Entre as habilidades demonstradas pelo PhoneBot estão caminhar em superfícies planas, seguir uma pessoa e recuperar a posição depois de uma queda. Para conseguir andar de maneira estável, o sistema precisa coordenar os movimentos das duas pernas e distribuir o esforço entre elas. Segundo o artigo de pesquisa da equipe, os desenvolvedores aprimoraram a caminhada treinando o software com exemplos de movimentos espelhados, técnica que ajuda as duas pernas a trabalharem de forma mais equilibrada.

O projeto também se inspira em iniciativas anteriores que utilizam smartphones para controlar robôs, como plataformas com rodas que não enfrentam os mesmos desafios de equilíbrio e coordenação de um robô bípede. Apesar dos resultados, o PhoneBot está longe de ser um robô doméstico capaz de realizar tarefas cotidianas: o modelo não tem braços e só foi desenvolvido para caminhar em superfícies planas, além de os motores limitarem a quantidade de peso que ele consegue suportar.

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Os pesquisadores planejam ampliar as capacidades do projeto, com melhorias para a navegação em terrenos irregulares, a inclusão de braços leves e o processamento de mais recursos de voz diretamente no smartphone. A ideia não é competir com robôs humanoides comerciais de alto custo, mas democratizar o acesso à robótica por meio de uma plataforma acessível e de código aberto.

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Pesquisadores da UCLA apresentaram o PhoneBot: um humanoide que usa um celular Android como cérebro e custa cerca de US$400. Código aberto, ele anda, segue pessoas e se levanta sozinho.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos, desenvolveram um pequeno robô humanoide que usa um celular Android como centro de processamento e controle dos movimentos. Chamado PhoneBot, o projeto aposta em componentes acessíveis com custo estimado de US$ 400 (cerca de R$ 1.994 em conversão direta) e foi concebido como plataforma de código aberto.

A proposta é aproveitar aparelhos que já saíram de uso para dar vida a um robô capaz de caminhar, seguir pessoas e até se levantar sozinho depois de cair. O projeto é de código aberto, com foco em estudantes, pesquisadores e entusiastas interessados em desenvolver soluções de robótica sem precisar investir em equipamentos caros.

O PhoneBot tem aproximadamente 48 centímetros de altura e pesa cerca de 1,8 kg, características que permitem colocá-lo sobre uma mesa. Apesar do tamanho reduzido, o robô consegue executar movimentos que exigem coordenação e equilíbrio. O smartphone Android fica instalado no torso do humanoide e funciona como uma espécie de cérebro: sua câmera permite identificar pessoas e acompanhar seus movimentos, enquanto os sensores integrados ajudam a monitorar a orientação e os deslocamentos do aparelho.

As informações são processadas pelo celular, que envia comandos por Wi-Fi para um pequeno computador responsável pelo controle dos 13 motores do robô. Dessa forma, o PhoneBot não precisa de câmeras caras nem de um sistema de processamento dedicado para executar suas tarefas básicas.

Nos testes, os pesquisadores utilizaram quatro celulares Android diferentes, incluindo um Honor 9, além de modelos de entrada mais recentes da Motorola e da Samsung. Os quatro aparelhos conseguiram realizar as principais funções do robô. Porém, houve uma limitação: o Honor 9 não conseguiu executar o recurso de mapeamento por não contar com os serviços necessários do Google. O resultado indica que até smartphones antigos podem ser úteis em projetos de robótica, embora a compatibilidade com determinadas funções dependa do aparelho.

Entre as habilidades demonstradas pelo PhoneBot estão caminhar em superfícies planas, seguir uma pessoa e recuperar a posição depois de uma queda. Para conseguir andar de maneira estável, o sistema precisa coordenar os movimentos das duas pernas e distribuir o esforço entre elas. Segundo o artigo de pesquisa da equipe, os desenvolvedores aprimoraram a caminhada treinando o software com exemplos de movimentos espelhados, técnica que ajuda as duas pernas a trabalharem de forma mais equilibrada.

O projeto também se inspira em iniciativas anteriores que utilizam smartphones para controlar robôs, como plataformas com rodas que não enfrentam os mesmos desafios de equilíbrio e coordenação de um robô bípede. Apesar dos resultados, o PhoneBot está longe de ser um robô doméstico capaz de realizar tarefas cotidianas: o modelo não tem braços e só foi desenvolvido para caminhar em superfícies planas, além de os motores limitarem a quantidade de peso que ele consegue suportar.

Os pesquisadores planejam ampliar as capacidades do projeto, com melhorias para a navegação em terrenos irregulares, a inclusão de braços leves e o processamento de mais recursos de voz diretamente no smartphone. A ideia não é competir com robôs humanoides comerciais de alto custo, mas democratizar o acesso à robótica por meio de uma plataforma acessível e de código aberto.

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