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Política

Lula defende fim da escala 6×1 e critica sócios do Banco Master

Em ato em Ceilândia, Lula defendeu PEC que acaba com a escala 6x1, prometeu debates e afirmou que Brasil não será governado por sócios do Banco Master.

10/10/2026 · 19h57
Lula defende fim da escala 6×1 e critica sócios do Banco Master

Em Ceilândia, Lula reforçou apoio à PEC que extingue o modelo de seis dias de trabalho com apenas um dia de folga e prometeu revisar escalas. O candidato criticou a influência de aliados do Banco Master.

O presidente da República e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho de seis dias com um dia de folga (6×1), em discussão no Senado Federal. O tema foi um dos pontos centrais do discurso do candidato durante ato de campanha em Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal, a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília.

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No evento, Lula ressaltou a proposta de reduzir a jornada e destacou a intenção de alterar a escala de trabalho atual. Em suas palavras, ele resumiu a reivindicação dos apoiadores presentes sobre a mudança na organização dos descansos semanais.

Essa é a passeata que quer reduzir a jornada de trabalho, para as pessoas trabalharem cinco dias e descansarem dois. Fim da escala 6×1.

O presidente participou do ato de campanha para o segundo turno das eleições e confirmou presença em novo ato neste sábado (10), em Natal. Ao falar sobre a programação de campanha, ele anunciou que seguirá em debates pela televisão e pela internet, em ritmo mais intenso.

Agora, estou virando rei da selfie!

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Durante o discurso, o candidato voltou a criticar adversários e fez afirmações sobre quem não deverá governar o país em um eventual retorno ao poder de seus opositores. As declarações listaram nomes e grupos que, segundo o pronunciamento, não irão governar o Brasil.

Podem ficar certos de que esse país não voltará a ser governado pelo fascismo. Não voltará a ser governado por aqueles assassinos de milhares de pessoas com covid-19. Esse país não será governado pelos sócios do Banco Master, pelos parentes do [ex-banqueiro Daniel] Vorcaro.

O ato contou com a presença da primeira-dama Janja Lula da Silva; do candidato ao governo do Distrito Federal, Leandro Grass (PT); e da vice na chapa de Grass, Dora Gomes. Na ocasião, Lula também fez um discurso sobre soberania nacional e a proteção das riquezas do país, contrapondo diferentes visões simbólicas sobre bandeiras e interesses externos.

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Do outro lado, estão aqueles que amam a bandeira americana. Essa [bandeira verde e amarela] é a bandeira daqueles que querem o Brasil soberano. Do lado de lá estão aqueles que querem que os americanos venham explorar as nossas riquezas aqui. Nós queremos dizer em alto e bom som: o Brasil e a riqueza do Brasil são do povo brasileiro.

Além das críticas e das propostas, o evento funcionou como mobilização para o segundo turno, com as inserções sobre a pauta trabalhista e a defesa da soberania nacional mantendo-se como eixos do discurso apresentado pelo candidato.

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Em Ceilândia, Lula reforçou apoio à PEC que extingue o modelo de seis dias de trabalho com apenas um dia de folga e prometeu revisar escalas. O candidato criticou a influência de aliados do Banco Master.

O presidente da República e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho de seis dias com um dia de folga (6×1), em discussão no Senado Federal. O tema foi um dos pontos centrais do discurso do candidato durante ato de campanha em Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal, a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília.

No evento, Lula ressaltou a proposta de reduzir a jornada e destacou a intenção de alterar a escala de trabalho atual. Em suas palavras, ele resumiu a reivindicação dos apoiadores presentes sobre a mudança na organização dos descansos semanais.

Essa é a passeata que quer reduzir a jornada de trabalho, para as pessoas trabalharem cinco dias e descansarem dois. Fim da escala 6×1.

O presidente participou do ato de campanha para o segundo turno das eleições e confirmou presença em novo ato neste sábado (10), em Natal. Ao falar sobre a programação de campanha, ele anunciou que seguirá em debates pela televisão e pela internet, em ritmo mais intenso.

Agora, estou virando rei da selfie!

Durante o discurso, o candidato voltou a criticar adversários e fez afirmações sobre quem não deverá governar o país em um eventual retorno ao poder de seus opositores. As declarações listaram nomes e grupos que, segundo o pronunciamento, não irão governar o Brasil.

Podem ficar certos de que esse país não voltará a ser governado pelo fascismo. Não voltará a ser governado por aqueles assassinos de milhares de pessoas com covid-19. Esse país não será governado pelos sócios do Banco Master, pelos parentes do [ex-banqueiro Daniel] Vorcaro.

O ato contou com a presença da primeira-dama Janja Lula da Silva; do candidato ao governo do Distrito Federal, Leandro Grass (PT); e da vice na chapa de Grass, Dora Gomes. Na ocasião, Lula também fez um discurso sobre soberania nacional e a proteção das riquezas do país, contrapondo diferentes visões simbólicas sobre bandeiras e interesses externos.

Do outro lado, estão aqueles que amam a bandeira americana. Essa [bandeira verde e amarela] é a bandeira daqueles que querem o Brasil soberano. Do lado de lá estão aqueles que querem que os americanos venham explorar as nossas riquezas aqui. Nós queremos dizer em alto e bom som: o Brasil e a riqueza do Brasil são do povo brasileiro.

Além das críticas e das propostas, o evento funcionou como mobilização para o segundo turno, com as inserções sobre a pauta trabalhista e a defesa da soberania nacional mantendo-se como eixos do discurso apresentado pelo candidato.

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