Comissão Europeia quer barrar acesso de crianças às redes, permitindo só perfis criados pelos pais em plataformas infantis. Entre 13 e 14 anos, contas supervisionadas com limite de 1 hora/dia; aos 15, uso livre.
A Comissão Europeia apresentou uma proposta para restringir o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais. O texto proíbe menores de 13 anos de acessarem as plataformas, com exceção de contas abertas pelos pais em serviços adequados ao público infantil.
Para jovens de 13 e 14 anos, a proposta prevê contas supervisionadas pelos responsáveis e limite de uma hora de uso por dia. A partir dos 15 anos, será permitida a criação de contas independentes. As medidas buscam criar um escalonamento etário para o acesso e o envolvimento dos menores nas plataformas digitais.
Além das regras sobre idade e supervisão, a proposta determina que as plataformas reforcem a segurança dos serviços e eliminem recursos considerados viciantes, como a rolagem infinita. O descumprimento das novas obrigações poderá resultar em multas de até 6% do faturamento anual global das empresas que operam esses serviços.
A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Parlamento Europeu e pelos governos dos países-membros. Ainda não há previsão de quando o texto será votado, e o processo de negociação nas instituições europeias deverá definir prazos e eventuais alterações ao texto apresentado.
Na Suécia, o bloco de centro-esquerda venceu as eleições parlamentares realizadas no último domingo (13). A oposição, liderada pelos social-democratas, conquistou 146 das 349 cadeiras do Parlamento, três a mais que o bloco de direita, do primeiro-ministro Ulf Kristerchoon.
Após a derrota, Kristerchoon apresentou a renúncia ao cargo. A ex-primeira-ministra Magdalena Andersson, líder dos social-democratas, agora tenta formar um novo governo, em um cenário político que exigirá negociações entre partidos e possivelmente acordos de coalizão para assegurar maioria parlamentar.
Nos Estados Unidos, a Câmara dos Representantes aprovou uma resolução para limitar os poderes do presidente Donald Trump na guerra contra o Irã. A medida determina a retirada das tropas americanas dos ataques contra o Irã, a menos que o Congresso declare guerra ou autorize formalmente o uso da força, estabelecendo barreiras legislativas ao emprego continuado de forças militares sem aval explícito do legislativo.
É a terceira vez que a Câmara aprova uma medida desse tipo desde o início do conflito, em 28 de fevereiro. A resolução ainda precisa ser aprovada pelo Senado. As propostas anteriores enfrentaram dificuldades no Congresso e nenhuma chegou à Casa Branca, o que sugere dificuldades semelhantes para a tramitação completa desta nova iniciativa.
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