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Unicamp cria stent biodegradável que dissolve no corpo e corta custos cardíacos

Brasil

Unicamp cria stent biodegradável que dissolve no corpo e corta custos cardíacos

Pesquisadores da Unicamp criam stent biodegradável que pode reduzir custos de tratamentos cardíacos.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h03
Unicamp cria stent biodegradável que dissolve no corpo e corta custos cardíacos

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Pesquisadores brasileiros desenvolveram um stent feito em impressora 3D que se dissolve após a cura. O dispositivo libera óxido nítrico, prevenindo entupimentos e inflamações.

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Pesquisadores brasileiros da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveram um stent biodegradável, feito de resina e produzido em impressora 3D, que pode transformar os tratamentos cardíacos no futuro.

A tecnologia promete reduzir os custos, melhorar a recuperação dos pacientes e minimizar problemas associados aos modelos metálicos tradicionais. Esses dispositivos bioabsorvíveis têm a capacidade de se dissolver no organismo após a cicatrização, liberando óxido nítrico, o que ajuda a evitar novos entupimentos e inflamações.

Os novos stents intracoronários, criados por cientistas do Instituto de Química da Unicamp, podem ser absorvidos pelo próprio organismo em até dois anos. Essa inovação representa um avanço significativo na medicina cardiovascular brasileira, visto que muitos stents atualmente utilizados são feitos de metal e permanecem no corpo permanentemente, o que pode causar complicações devido à rigidez e à presença contínua no organismo.

“Orgulho da ciência brasileira”, comentou uma internauta nas redes sociais sobre o desenvolvimento.

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Além de serem biodegradáveis, os novos stents foram projetados para liberar óxido nítrico, uma substância que auxilia na regeneração celular e melhora a recuperação dos vasos sanguíneos. Os resultados obtidos até o momento são considerados promissores pelos cientistas, embora a tecnologia ainda esteja em fase inicial de pesquisa.

Um dos aspectos mais relevantes desse desenvolvimento é a expectativa de redução nos custos dos tratamentos. Atualmente, os preços de stents podem variar entre R$ 1.200 e R$ 10 mil, dependendo do modelo. A nova tecnologia brasileira pode facilitar o acesso de mais pacientes aos procedimentos cardíacos.

Outro seguidor nas redes sociais destacou: “Isso pode salvar muitas vidas”.

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O uso da impressão 3D na medicina tem crescido globalmente, pois permite a criação de dispositivos personalizados, mais eficientes e potencialmente mais acessíveis. Entretanto, antes de serem disponibilizados nos hospitais, os novos stents precisarão passar por testes clínicos rigorosos para comprovar sua segurança e eficácia em pacientes.

Mesmo assim, o desenvolvimento já é considerado um passo importante para o futuro da cardiologia, evidenciando como a ciência brasileira continua a produzir soluções inovadoras capazes de melhorar a vida de milhares de pessoas.

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Pesquisadores brasileiros desenvolveram um stent feito em impressora 3D que se dissolve após a cura. O dispositivo libera óxido nítrico, prevenindo entupimentos e inflamações.

Pesquisadores brasileiros da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveram um stent biodegradável, feito de resina e produzido em impressora 3D, que pode transformar os tratamentos cardíacos no futuro.

A tecnologia promete reduzir os custos, melhorar a recuperação dos pacientes e minimizar problemas associados aos modelos metálicos tradicionais. Esses dispositivos bioabsorvíveis têm a capacidade de se dissolver no organismo após a cicatrização, liberando óxido nítrico, o que ajuda a evitar novos entupimentos e inflamações.

Os novos stents intracoronários, criados por cientistas do Instituto de Química da Unicamp, podem ser absorvidos pelo próprio organismo em até dois anos. Essa inovação representa um avanço significativo na medicina cardiovascular brasileira, visto que muitos stents atualmente utilizados são feitos de metal e permanecem no corpo permanentemente, o que pode causar complicações devido à rigidez e à presença contínua no organismo.

“Orgulho da ciência brasileira”, comentou uma internauta nas redes sociais sobre o desenvolvimento.

Além de serem biodegradáveis, os novos stents foram projetados para liberar óxido nítrico, uma substância que auxilia na regeneração celular e melhora a recuperação dos vasos sanguíneos. Os resultados obtidos até o momento são considerados promissores pelos cientistas, embora a tecnologia ainda esteja em fase inicial de pesquisa.

Um dos aspectos mais relevantes desse desenvolvimento é a expectativa de redução nos custos dos tratamentos. Atualmente, os preços de stents podem variar entre R$ 1.200 e R$ 10 mil, dependendo do modelo. A nova tecnologia brasileira pode facilitar o acesso de mais pacientes aos procedimentos cardíacos.

Outro seguidor nas redes sociais destacou: “Isso pode salvar muitas vidas”.

O uso da impressão 3D na medicina tem crescido globalmente, pois permite a criação de dispositivos personalizados, mais eficientes e potencialmente mais acessíveis. Entretanto, antes de serem disponibilizados nos hospitais, os novos stents precisarão passar por testes clínicos rigorosos para comprovar sua segurança e eficácia em pacientes.

Mesmo assim, o desenvolvimento já é considerado um passo importante para o futuro da cardiologia, evidenciando como a ciência brasileira continua a produzir soluções inovadoras capazes de melhorar a vida de milhares de pessoas.

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