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Aracaju, Terça-feira, 16 de junho de 2026
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Varejo brasileiro cai 1,5% em abril e encerra sequência de altas

Economia

Varejo brasileiro cai 1,5% em abril e encerra sequência de altas

Vendas do comércio varejista brasileiro caem 1,5% em abril de 2026, interrompendo crescimento.

16/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h42
Varejo brasileiro cai 1,5% em abril e encerra sequência de altas

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O comércio varejista do Brasil recuou em abril de 2026, quebrando três meses seguidos de crescimento. Dados do IBGE revelam queda de 1,5% ante março e estabilidade na média trimestral.

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O volume de vendas do comércio varejista brasileiro registrou uma queda de 1,5% em abril de 2026, na comparação com março, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta terça-feira, 16 de junho de 2026. Este resultado encerra um ciclo de três meses de crescimento no setor.

Com a redução nas vendas, a média móvel trimestral ficou estável em 0,0% no trimestre encerrado em abril, após uma alta de 0,7% observada no trimestre anterior, que terminou em março. Na comparação com abril de 2025, o volume de vendas do varejo apresentou um crescimento de 1,0%, embora tenha sido inferior à alta de 4,0% registrada em março deste ano. No acumulado do ano de 2026, o setor avançou 2,0% e, em 12 meses, a expansão foi de 1,5%.

A receita nominal do varejo também apresentou crescimento, com um aumento de 1,1% na passagem de março para abril. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a receita subiu 4,2%. No acumulado do ano, a alta foi de 4,2%, enquanto em 12 meses, o crescimento totalizou 5,1%.

Das oito atividades analisadas pelo IBGE, seis apresentaram queda em abril em comparação a março. Entre essas, destacam-se:

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  • Combustíveis e lubrificantes – queda de 6,2%;
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico – recuo de 4,6%;
  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação – redução de 4,5%;
  • Móveis e eletrodomésticos – queda de 0,8%;
  • Tecidos, vestuário e calçados – recuo de 0,1% em relação a março e de 2,5% na comparação anual, sendo a segunda maior contribuição negativa;
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria – queda de 0,1% na margem, mas alta de 4,5% frente a abril de 2025.

As duas únicas altas observadas foram nas categorias:

  • Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo – 1,3%;
  • Livros, jornais, revistas e papelaria – 1,1%.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas caiu 0,7% em abril em comparação a março, após ter se mantido estável (0,0%) no mês anterior.

A média móvel trimestral do varejo ampliado variou 0,1% no trimestre encerrado em abril, depois de uma alta de 0,6% no trimestre que terminava em março. Em comparação a abril de 2025, o varejo ampliado avançou 1,4%, abaixo do crescimento de 6,5% registrado em março. O indicador acumula alta de 1,8% no ano e de 0,2% nos últimos 12 meses.

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Entre as atividades do varejo ampliado, veículos e motos, partes e peças recuaram 0,7% em abril, enquanto o material de construção teve uma queda de 3,6%.

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) analisa a evolução conjuntural do comércio varejista e do comércio varejista ampliado em todo o país, sendo divulgada mensalmente pelo IBGE.

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O comércio varejista do Brasil recuou em abril de 2026, quebrando três meses seguidos de crescimento. Dados do IBGE revelam queda de 1,5% ante março e estabilidade na média trimestral.

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro registrou uma queda de 1,5% em abril de 2026, na comparação com março, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta terça-feira, 16 de junho de 2026. Este resultado encerra um ciclo de três meses de crescimento no setor.

Com a redução nas vendas, a média móvel trimestral ficou estável em 0,0% no trimestre encerrado em abril, após uma alta de 0,7% observada no trimestre anterior, que terminou em março. Na comparação com abril de 2025, o volume de vendas do varejo apresentou um crescimento de 1,0%, embora tenha sido inferior à alta de 4,0% registrada em março deste ano. No acumulado do ano de 2026, o setor avançou 2,0% e, em 12 meses, a expansão foi de 1,5%.

A receita nominal do varejo também apresentou crescimento, com um aumento de 1,1% na passagem de março para abril. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a receita subiu 4,2%. No acumulado do ano, a alta foi de 4,2%, enquanto em 12 meses, o crescimento totalizou 5,1%.

Das oito atividades analisadas pelo IBGE, seis apresentaram queda em abril em comparação a março. Entre essas, destacam-se:

  • Combustíveis e lubrificantes – queda de 6,2%;
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico – recuo de 4,6%;
  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação – redução de 4,5%;
  • Móveis e eletrodomésticos – queda de 0,8%;
  • Tecidos, vestuário e calçados – recuo de 0,1% em relação a março e de 2,5% na comparação anual, sendo a segunda maior contribuição negativa;
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria – queda de 0,1% na margem, mas alta de 4,5% frente a abril de 2025.

As duas únicas altas observadas foram nas categorias:

  • Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo – 1,3%;
  • Livros, jornais, revistas e papelaria – 1,1%.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas caiu 0,7% em abril em comparação a março, após ter se mantido estável (0,0%) no mês anterior.

A média móvel trimestral do varejo ampliado variou 0,1% no trimestre encerrado em abril, depois de uma alta de 0,6% no trimestre que terminava em março. Em comparação a abril de 2025, o varejo ampliado avançou 1,4%, abaixo do crescimento de 6,5% registrado em março. O indicador acumula alta de 1,8% no ano e de 0,2% nos últimos 12 meses.

Entre as atividades do varejo ampliado, veículos e motos, partes e peças recuaram 0,7% em abril, enquanto o material de construção teve uma queda de 3,6%.

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) analisa a evolução conjuntural do comércio varejista e do comércio varejista ampliado em todo o país, sendo divulgada mensalmente pelo IBGE.

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