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Aracaju, Quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Ibovespa supera 166 mil pontos e fecha em nível histórico

Economia

Ibovespa supera 166 mil pontos e fecha em nível histórico

Publicidade O Ibovespa encerrou a sessão desta terça-feira (20) aos 166.277 pontos, avanço de 0,87% e a primeira vez que o principal índice da B3 rompe o patamar dos 166 mil pontos. A marca foi atingida apesar das incertezas no cenário internacional, impulsionada pela entrada de capital estrangeiro em mercados emergentes. Publicidade No início do […]

20/01/2026 · 22h02
Ibovespa supera 166 mil pontos e fecha em nível histórico

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O Ibovespa encerrou a sessão desta terça-feira (20) aos 166.277 pontos, avanço de 0,87% e a primeira vez que o principal índice da B3 rompe o patamar dos 166 mil pontos. A marca foi atingida apesar das incertezas no cenário internacional, impulsionada pela entrada de capital estrangeiro em mercados emergentes.

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No início do pregão, o indicador chegou a recuar, mas virou para o campo positivo após a abertura das bolsas norte-americanas. A desaceleração veio no fim da tarde, durante discurso que marcou um ano de governo do presidente Donald Trump, mas a recuperação nos minutos finais foi garantida pelo desempenho de ações de mineradoras, bancos e petroleiras – setores de maior peso no índice.

Câmbio

No mercado de moedas, a euforia não se repetiu. O dólar comercial terminou o dia vendido a R$ 5,375, alta de 0,3% (R$ 0,016). A moeda norte-americana chegou a bater R$ 5,40 pouco antes das 11h, movimento que perdeu força ao longo da tarde.

Tensões geopolíticas

O avanço do dólar refletiu o aumento das tensões entre Estados Unidos e Europa. O presidente francês, Emmanuel Macron, ameaçou acionar um mecanismo de defesa comercial que permitiria à União Europeia impor tarifas de até 93 bilhões de euros sobre produtos norte-americanos. A medida foi ventilada após Trump reiterar ameaças de anexar a Groenlândia e sinalizar elevação de tarifas contra itens europeus.

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A situação se agravou com a decisão do Parlamento Europeu de suspender a tramitação do acordo comercial firmado em julho do ano passado, que previa tarifa de 15% dos Estados Unidos sobre produtos europeus.

Diferencial de juros sustenta fluxo para o Brasil

Ainda que as bolsas norte-americanas tenham fechado em forte queda, o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos ajudou a conter a pressão nos ativos locais. Com a Taxa Selic em 15% ao ano — o maior nível em quase duas décadas — investidores estrangeiros buscaram rendimento no mercado brasileiro.

Na próxima semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central volta a se reunir para decidir os rumos da Selic.

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Com informações de Agência Brasil

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O Ibovespa encerrou a sessão desta terça-feira (20) aos 166.277 pontos, avanço de 0,87% e a primeira vez que o principal índice da B3 rompe o patamar dos 166 mil pontos. A marca foi atingida apesar das incertezas no cenário internacional, impulsionada pela entrada de capital estrangeiro em mercados emergentes.

No início do pregão, o indicador chegou a recuar, mas virou para o campo positivo após a abertura das bolsas norte-americanas. A desaceleração veio no fim da tarde, durante discurso que marcou um ano de governo do presidente Donald Trump, mas a recuperação nos minutos finais foi garantida pelo desempenho de ações de mineradoras, bancos e petroleiras – setores de maior peso no índice.

Câmbio

No mercado de moedas, a euforia não se repetiu. O dólar comercial terminou o dia vendido a R$ 5,375, alta de 0,3% (R$ 0,016). A moeda norte-americana chegou a bater R$ 5,40 pouco antes das 11h, movimento que perdeu força ao longo da tarde.

Tensões geopolíticas

O avanço do dólar refletiu o aumento das tensões entre Estados Unidos e Europa. O presidente francês, Emmanuel Macron, ameaçou acionar um mecanismo de defesa comercial que permitiria à União Europeia impor tarifas de até 93 bilhões de euros sobre produtos norte-americanos. A medida foi ventilada após Trump reiterar ameaças de anexar a Groenlândia e sinalizar elevação de tarifas contra itens europeus.

A situação se agravou com a decisão do Parlamento Europeu de suspender a tramitação do acordo comercial firmado em julho do ano passado, que previa tarifa de 15% dos Estados Unidos sobre produtos europeus.

Diferencial de juros sustenta fluxo para o Brasil

Ainda que as bolsas norte-americanas tenham fechado em forte queda, o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos ajudou a conter a pressão nos ativos locais. Com a Taxa Selic em 15% ao ano — o maior nível em quase duas décadas — investidores estrangeiros buscaram rendimento no mercado brasileiro.

Na próxima semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central volta a se reunir para decidir os rumos da Selic.

Com informações de Agência Brasil

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