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Tecnologia

Web Summit abre portas para startups brasileiras na Europa

Web Summit Lisboa segue abrindo caminho para startups brasileiras; Wood Lab usou edições de 2024 e 2025 para avançar estratégia de internacionalização.

17/10/2026 · 21h16
Web Summit abre portas para startups brasileiras na Europa

O evento em Lisboa virou porta de entrada para startups brasileiras no mercado europeu. A Wood Lab, nas edições 2024 e 2025 com apoio do Sebrae e ApexBrasil, ganhou visibilidade e montou estratégia de internacionalização.

O Web Summit Lisboa, um dos maiores eventos mundiais de tecnologia e inovação, tem funcionado como porta de entrada para empresas brasileiras que buscam atuação no mercado europeu. A trajetória da startup Wood Lab é exemplo dessa abertura: participante das edições de 2024 e 2025, com apoio do Sebrae e da ApexBrasil, a empresa ampliou sua visibilidade internacional e estruturou uma estratégia de internacionalização focada na Europa.

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Na primeira participação, em 2024, a presença no evento teve caráter exploratório e de contato. A relação iniciada naquele ano com o Instituto Politécnico de Santarém acabou se transformando em parceria para desenvolver o passaporte digital da madeira, produto pensado para o mercado europeu. A segunda ida ao Web Summit, em 2025, foi decisiva para avançar: a startup apresentou pitch em seminário internacional e foi selecionada para período de incubação em Lisboa, no escritório da ApexBrasil, o que acelerou sua entrada no ecossistema local.

“Nossa participação em 2024 foi mais para conhecer o evento e fazer networking. Foi quando tivemos o primeiro contato com o Instituto Politécnico de Santarém que viria se tornar nosso parceiro para o desenvolvimento do passaporte digital da madeira, nosso produto internacional com foco na Europa”,

— Fernanda Onofre, fundadora e CEO da Wood Lab.

“Web Summit Lisboa representa a construção da nossa jornada. Em 2024, éramos apenas um projeto de pesquisa. Em 2025 criamos uma rede de contatos e parceiros e chegamos mais estruturados para a incubação. Hoje temos livre acesso à Universidade Politécnica de Santarém e conseguimos entrar no ecossistema europeu”,

— Fernanda Onofre, fundadora e CEO da Wood Lab.

Originária do Acre, a Wood Lab desenvolve soluções com inteligência artificial, ciência da madeira e educação ambiental para conectar pessoas, conhecimento e a biodiversidade amazônica. A entrada inicial no Web Summit ocorreu por meio da seleção do programa Inova Amazônia, destinado a acelerar ideias de bionegócios inovadores.

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“Na verdade, é um processo que leva tempo. Os europeus têm um outro ritmo para fechar negócios, mas estão muito abertos a parcerias”,

— Fernanda Onofre, que também ressaltou o papel do apoio institucional: “As portas se abrem com mais facilidade. São duas instituições bem conhecidas e respeitadas dentro do ecossistema”.

“Durante o Web Summit, buscamos potencializar as conexões por meio do Pavilhão Brasil, pitches para atores estratégicos, participação em competições do próprio Web Summit e do Startup Portugal, aproximação com investidores, empresas, hubs e programas de softlanding. E o trabalho não termina no evento: acompanhamos tanto os negócios gerados naquele momento quanto as oportunidades que podem se concretizar nos meses seguintes”,

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— Cristina Mieko, Head de Startups do Sebrae.

A edição de 2026 do Web Summit Lisboa será realizada entre os dias 9 e 12 de novembro. Para as organizações que acompanham as delegações brasileiras, a participação deixou de ser apenas presença institucional: passou a ser uma jornada de internacionalização que começa antes da viagem, com preparação das startups, análise de mercado e construção de agenda de negócios.

Os resultados mostram evolução nos impactos financeiros: entre 2022 e 2025 as startups participantes geraram mais de US$ 1,8 milhão em negócios. Em 2024 foram US$ 684,5 mil em negócios realizados e US$ 9,09 milhões em oportunidades projetadas. Em 2025, o balanço registrou US$ 2,78 milhões em negócios fechados durante o evento e US$ 3,44 milhões em oportunidades estimadas para os seis meses seguintes.

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O evento em Lisboa virou porta de entrada para startups brasileiras no mercado europeu. A Wood Lab, nas edições 2024 e 2025 com apoio do Sebrae e ApexBrasil, ganhou visibilidade e montou estratégia de internacionalização.

O Web Summit Lisboa, um dos maiores eventos mundiais de tecnologia e inovação, tem funcionado como porta de entrada para empresas brasileiras que buscam atuação no mercado europeu. A trajetória da startup Wood Lab é exemplo dessa abertura: participante das edições de 2024 e 2025, com apoio do Sebrae e da ApexBrasil, a empresa ampliou sua visibilidade internacional e estruturou uma estratégia de internacionalização focada na Europa.

Na primeira participação, em 2024, a presença no evento teve caráter exploratório e de contato. A relação iniciada naquele ano com o Instituto Politécnico de Santarém acabou se transformando em parceria para desenvolver o passaporte digital da madeira, produto pensado para o mercado europeu. A segunda ida ao Web Summit, em 2025, foi decisiva para avançar: a startup apresentou pitch em seminário internacional e foi selecionada para período de incubação em Lisboa, no escritório da ApexBrasil, o que acelerou sua entrada no ecossistema local.

“Nossa participação em 2024 foi mais para conhecer o evento e fazer networking. Foi quando tivemos o primeiro contato com o Instituto Politécnico de Santarém que viria se tornar nosso parceiro para o desenvolvimento do passaporte digital da madeira, nosso produto internacional com foco na Europa”,

— Fernanda Onofre, fundadora e CEO da Wood Lab.

“Web Summit Lisboa representa a construção da nossa jornada. Em 2024, éramos apenas um projeto de pesquisa. Em 2025 criamos uma rede de contatos e parceiros e chegamos mais estruturados para a incubação. Hoje temos livre acesso à Universidade Politécnica de Santarém e conseguimos entrar no ecossistema europeu”,

— Fernanda Onofre, fundadora e CEO da Wood Lab.

Originária do Acre, a Wood Lab desenvolve soluções com inteligência artificial, ciência da madeira e educação ambiental para conectar pessoas, conhecimento e a biodiversidade amazônica. A entrada inicial no Web Summit ocorreu por meio da seleção do programa Inova Amazônia, destinado a acelerar ideias de bionegócios inovadores.

“Na verdade, é um processo que leva tempo. Os europeus têm um outro ritmo para fechar negócios, mas estão muito abertos a parcerias”,

— Fernanda Onofre, que também ressaltou o papel do apoio institucional: “As portas se abrem com mais facilidade. São duas instituições bem conhecidas e respeitadas dentro do ecossistema”.

“Durante o Web Summit, buscamos potencializar as conexões por meio do Pavilhão Brasil, pitches para atores estratégicos, participação em competições do próprio Web Summit e do Startup Portugal, aproximação com investidores, empresas, hubs e programas de softlanding. E o trabalho não termina no evento: acompanhamos tanto os negócios gerados naquele momento quanto as oportunidades que podem se concretizar nos meses seguintes”,

— Cristina Mieko, Head de Startups do Sebrae.

A edição de 2026 do Web Summit Lisboa será realizada entre os dias 9 e 12 de novembro. Para as organizações que acompanham as delegações brasileiras, a participação deixou de ser apenas presença institucional: passou a ser uma jornada de internacionalização que começa antes da viagem, com preparação das startups, análise de mercado e construção de agenda de negócios.

Os resultados mostram evolução nos impactos financeiros: entre 2022 e 2025 as startups participantes geraram mais de US$ 1,8 milhão em negócios. Em 2024 foram US$ 684,5 mil em negócios realizados e US$ 9,09 milhões em oportunidades projetadas. Em 2025, o balanço registrou US$ 2,78 milhões em negócios fechados durante o evento e US$ 3,44 milhões em oportunidades estimadas para os seis meses seguintes.

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