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Xuxa entra com ação contra empresa após uso de imagem em publicidade com deepfake

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Xuxa entra com ação contra empresa após uso de imagem em publicidade com deepfake

Xuxa move processo por uso não autorizado da imagem em campanha com inteligência artificial A apresentadora Xuxa Meneghel ajuizou uma ação judicial...

06/06/2026 · 18h57
Xuxa entra com ação contra empresa após uso de imagem em publicidade com deepfake

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Xuxa move processo por uso não autorizado da imagem em campanha com inteligência artificial

A apresentadora Xuxa Meneghel ajuizou uma ação judicial contra a empresa Bagy Soluções de Comércio Digital, afirmando que sua imagem foi utilizada de forma indevida em uma peça publicitária produzida com tecnologia de deepfake e divulgada na internet, segundo reportagem de Ancelmo Gois, do jornal O Globo.

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De acordo com a queixa apresentada pelos advogados da artista, o material publicitário foi manipulado digitalmente para dar a entender que Xuxa participava de uma ação promocional relacionada ao uso de inteligência artificial aplicada a vendas online. A defesa afirma que a associação entre a apresentadora e o serviço anunciado ocorreu sem qualquer autorização prévia.

O processo aponta ainda que a campanha criou um vínculo inexistente entre Xuxa e o produto ou serviço divulgado. A equipe jurídica da apresentadora destaca que ela jamais autorizou a utilização de sua imagem para esse tipo de promoção ou publicidade, motivo pelo qual buscou reparação na Justiça.

Na ação, Xuxa solicita um valor mínimo de indenização de R$ 100 mil, montante que, segundo a petição, corresponde à reparação pelo suposto uso indevido de sua imagem e identidade em peça produzida com recursos de inteligência artificial.

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Até o momento, a informação foi tornada pública inicialmente pela coluna de Ancelmo Gois, e não houve divulgação de novos desdobramentos sobre o processo. O caso se insere no contexto de debates recentes acerca do emprego de deepfakes e da utilização não autorizada da imagem de personalidades em campanhas publicitárias e conteúdos digitais.

IMG_7408.JPG

Os autos, conforme relatado na reportagem, apontam a preocupação com a circulação de materiais que simulam a participação de figuras públicas em ações comerciais, sem o consentimento dos envolvidos. A ação de Xuxa busca, além da indenização, o reconhecimento da impropriedade do uso da sua imagem na campanha produzida com inteligência artificial.

Não houve, até agora, manifestação pública da empresa Bagy Soluções de Comércio Digital sobre as alegações apresentadas no processo.

 

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Xuxa move processo por uso não autorizado da imagem em campanha com inteligência artificial

A apresentadora Xuxa Meneghel ajuizou uma ação judicial contra a empresa Bagy Soluções de Comércio Digital, afirmando que sua imagem foi utilizada de forma indevida em uma peça publicitária produzida com tecnologia de deepfake e divulgada na internet, segundo reportagem de Ancelmo Gois, do jornal O Globo.

De acordo com a queixa apresentada pelos advogados da artista, o material publicitário foi manipulado digitalmente para dar a entender que Xuxa participava de uma ação promocional relacionada ao uso de inteligência artificial aplicada a vendas online. A defesa afirma que a associação entre a apresentadora e o serviço anunciado ocorreu sem qualquer autorização prévia.

O processo aponta ainda que a campanha criou um vínculo inexistente entre Xuxa e o produto ou serviço divulgado. A equipe jurídica da apresentadora destaca que ela jamais autorizou a utilização de sua imagem para esse tipo de promoção ou publicidade, motivo pelo qual buscou reparação na Justiça.

Na ação, Xuxa solicita um valor mínimo de indenização de R$ 100 mil, montante que, segundo a petição, corresponde à reparação pelo suposto uso indevido de sua imagem e identidade em peça produzida com recursos de inteligência artificial.

Até o momento, a informação foi tornada pública inicialmente pela coluna de Ancelmo Gois, e não houve divulgação de novos desdobramentos sobre o processo. O caso se insere no contexto de debates recentes acerca do emprego de deepfakes e da utilização não autorizada da imagem de personalidades em campanhas publicitárias e conteúdos digitais.

IMG_7408.JPG

Os autos, conforme relatado na reportagem, apontam a preocupação com a circulação de materiais que simulam a participação de figuras públicas em ações comerciais, sem o consentimento dos envolvidos. A ação de Xuxa busca, além da indenização, o reconhecimento da impropriedade do uso da sua imagem na campanha produzida com inteligência artificial.

Não houve, até agora, manifestação pública da empresa Bagy Soluções de Comércio Digital sobre as alegações apresentadas no processo.

 

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