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Política

Zema propõe retirar Brasil dos Brics e buscar ingresso na OCDE

Romeu Zema propõe retirada do Brasil dos Brics e adesão à OCDE em seu plano de governo.

08/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h51
Zema propõe retirar Brasil dos Brics e buscar ingresso na OCDE

Romeu Zema propõe saída diplomática dos Brics, mantendo laços comerciais com os membros. A campanha diz que o plano também busca adesão à OCDE, preservando valores constitucionais e democráticos.

O plano de governo de Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência da República, prevê a retirada do Brasil dos Brics e a adesão à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), conhecida como o “clube dos países ricos”. Segundo o programa de Zema, a retirada deve ocorrer de forma diplomática, mantendo as relações comerciais com os países do bloco e evitando qualquer direcionamento que possa comprometer os valores constitucionais e democráticos do Brasil.

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Integrantes da campanha de Zema avaliam que, apesar de sua concepção econômica, os Brics não conseguiram avançar significativamente em termos de cooperação, exceto pela criação do NDB (Novo Banco de Desenvolvimento). Esta análise leva a crer que a participação do Brasil na OCDE seria mais benéfica.

“Retirar o Brasil do Brics de forma diplomática, preservando pragmaticamente as relações comerciais com todos os países do bloco e recusando qualquer direcionamento que comprometa valores constitucionais e democráticos do Brasil”, destaca o plano.

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Os membros da equipe de Zema argumentam que a falta de acordos que facilitem o comércio, harmonizem padrões ou integrem cadeias de valor entre os países do Brics justifica a proposta de adesão à OCDE. O objetivo seria promover o livre comércio e implementar mudanças institucionais que, segundo esses assessores, são fundamentais para a prosperidade das democracias liberais.

“Retomar o processo de adesão do Brasil à OCDE, promovendo as reformas institucionais e econômicas necessárias para aderir ao bloco e tornando o país mais competitivo, ampliando o grau de investimento e abrindo novos mercados às empresas brasileiras”, aponta o documento.

Para a adesão à OCDE, algumas exigências incluem a adequação das regras de tributação aos padrões da organização, a redução de barreiras tarifárias e não tarifárias para o comércio, a garantia de sustentabilidade das contas públicas e a implementação de diretrizes que evitem a interferência política em empresas públicas. Além disso, o plano de Zema inclui a proposta de transformar o Mercosul em uma zona de livre comércio, com o intuito de facilitar novos acordos diretos com mais países.

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Romeu Zema propõe saída diplomática dos Brics, mantendo laços comerciais com os membros. A campanha diz que o plano também busca adesão à OCDE, preservando valores constitucionais e democráticos.

O plano de governo de Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência da República, prevê a retirada do Brasil dos Brics e a adesão à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), conhecida como o “clube dos países ricos”. Segundo o programa de Zema, a retirada deve ocorrer de forma diplomática, mantendo as relações comerciais com os países do bloco e evitando qualquer direcionamento que possa comprometer os valores constitucionais e democráticos do Brasil.

Integrantes da campanha de Zema avaliam que, apesar de sua concepção econômica, os Brics não conseguiram avançar significativamente em termos de cooperação, exceto pela criação do NDB (Novo Banco de Desenvolvimento). Esta análise leva a crer que a participação do Brasil na OCDE seria mais benéfica.

“Retirar o Brasil do Brics de forma diplomática, preservando pragmaticamente as relações comerciais com todos os países do bloco e recusando qualquer direcionamento que comprometa valores constitucionais e democráticos do Brasil”, destaca o plano.

Os membros da equipe de Zema argumentam que a falta de acordos que facilitem o comércio, harmonizem padrões ou integrem cadeias de valor entre os países do Brics justifica a proposta de adesão à OCDE. O objetivo seria promover o livre comércio e implementar mudanças institucionais que, segundo esses assessores, são fundamentais para a prosperidade das democracias liberais.

“Retomar o processo de adesão do Brasil à OCDE, promovendo as reformas institucionais e econômicas necessárias para aderir ao bloco e tornando o país mais competitivo, ampliando o grau de investimento e abrindo novos mercados às empresas brasileiras”, aponta o documento.

Para a adesão à OCDE, algumas exigências incluem a adequação das regras de tributação aos padrões da organização, a redução de barreiras tarifárias e não tarifárias para o comércio, a garantia de sustentabilidade das contas públicas e a implementação de diretrizes que evitem a interferência política em empresas públicas. Além disso, o plano de Zema inclui a proposta de transformar o Mercosul em uma zona de livre comércio, com o intuito de facilitar novos acordos diretos com mais países.

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