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Aracaju, Sexta-feira, 19 de junho de 2026
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10 filmes brasileiros que turbinem sua prep para o vestibular

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10 filmes brasileiros que turbinem sua prep para o vestibular

No Dia do Cinema Nacional, conheça 10 filmes que podem ajudar na preparação para vestibulares.

19/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h08
10 filmes brasileiros que turbinem sua prep para o vestibular

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No Dia do Cinema Nacional, professores de grandes redes de ensino indicam obras que unem entretenimento e conteúdo. Confira a lista e se prepare melhor para as provas.

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Celebrado nesta sexta-feira (19), o Dia do Cinema Nacional destaca a importância de diversas obras que podem auxiliar os alunos na preparação para os vestibulares. Os filmes selecionados abordam temas sociais, históricos e culturais do Brasil, contribuindo para o desenvolvimento do pensamento crítico, uma habilidade fundamental exigida nos diferentes testes realizados em todo o país.

Com isso em mente, professores de renomadas instituições de ensino, como as redes Inspira, Anglo e Objetivo, reuniram indicações de filmes nacionais que podem ser úteis para os estudantes. Confira a lista abaixo.

“Que Horas Ela Volta?” (2015)

Dirigido por Anna Muylaert, o longa-metragem “Que Horas Ela Volta?” acompanha Val, uma empregada doméstica que trabalha na casa de uma família de classe média em São Paulo. A chegada de sua filha, que almeja prestar vestibular, provoca questionamentos sobre relações de poder e desigualdades presentes no cotidiano. Virginie Pierin Isber, professora de Redação do Colégio Contemporâneo, destaca que “a obra permite discutir desigualdade social, mobilidade por meio da educação, privilégios e relações de classe, temas frequentes em propostas de redação e debates sobre cidadania”.

“Ainda Estou Aqui” (2024)

Com direção de Walter Salles e vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional, “Ainda Estou Aqui” resgata a trajetória de Eunice Paiva, que enfrenta o desaparecimento de seu marido durante a ditadura militar brasileira. Virginie ressalta que “o filme oferece uma oportunidade valiosa para refletir sobre democracia, justiça, memória coletiva e direitos humanos, ajudando os estudantes a compreenderem como acontecimentos históricos continuam a impactar o presente”.

“O Agente Secreto” (2025)

A produção de Kleber Mendonça Filho provoca reflexões sobre vigilância, autoritarismo e mecanismos de controle social, abordando questões contemporâneas relativas à privacidade e ao papel das instituições. Essa obra é indicada para fomentar discussões sobre cidadania e democracia.

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“Nem Toda História de Amor Acaba em Morte” (2025)

Dirigido por Bruno Costa, este filme contribui para debates sobre diversidade, afetividade e respeito às diferenças, estimulando reflexões sobre convivência e inclusão. A professora enfatiza que “é uma obra que amplia o olhar dos estudantes sobre empatia, respeito e direitos individuais, aspectos cada vez mais relevantes nas discussões sociais contemporâneas”.

“Pixote, a lei do mais forte” (1980)

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Com a direção de Héctor Babenco, o clássico “Pixote” denuncia as condições precárias enfrentadas por crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O professor Eloy destaca que “ao retratar a pobreza, a violência e a ausência de políticas públicas eficazes, a obra promove uma reflexão sobre exclusão social e os desafios enfrentados pela juventude nas grandes cidades”.

“Bye Bye Brasil” (1979)

A produção de Cacá Diegues traz um tom leve e bem-humorado ao acompanhar os integrantes da Caravana Rolidei em uma viagem por diferentes regiões do Brasil. O filme revela os impactos sociais e ambientais da ocupação da Amazônia durante o regime militar. O professor Eloy observa que “a obra convida à reflexão sobre desenvolvimento, desigualdade, preservação ambiental e os desafios enfrentados pelas populações mais vulneráveis da região”.

“O Pagador de Promessas” (1962)

Com direção de Anselmo Duarte, o filme narra a história de Zé do Burro, um homem simples que enfrenta desafios ao tentar cumprir uma promessa religiosa. A obra aborda temas como intolerância, desigualdade e abuso de poder, mostrando o conflito entre o indivíduo e instituições sociais.

“O que é isso companheiro” (1997)

Inspirado no livro homônimo do jornalista Fernando Gabeira, a obra dirigida por Bruno Barreto revela detalhes sobre o sequestro do embaixador americano no Brasil durante a ditadura militar, oferecendo uma perspectiva crítica sobre o período.

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No Dia do Cinema Nacional, professores de grandes redes de ensino indicam obras que unem entretenimento e conteúdo. Confira a lista e se prepare melhor para as provas.

Celebrado nesta sexta-feira (19), o Dia do Cinema Nacional destaca a importância de diversas obras que podem auxiliar os alunos na preparação para os vestibulares. Os filmes selecionados abordam temas sociais, históricos e culturais do Brasil, contribuindo para o desenvolvimento do pensamento crítico, uma habilidade fundamental exigida nos diferentes testes realizados em todo o país.

Com isso em mente, professores de renomadas instituições de ensino, como as redes Inspira, Anglo e Objetivo, reuniram indicações de filmes nacionais que podem ser úteis para os estudantes. Confira a lista abaixo.

“Que Horas Ela Volta?” (2015)

Dirigido por Anna Muylaert, o longa-metragem “Que Horas Ela Volta?” acompanha Val, uma empregada doméstica que trabalha na casa de uma família de classe média em São Paulo. A chegada de sua filha, que almeja prestar vestibular, provoca questionamentos sobre relações de poder e desigualdades presentes no cotidiano. Virginie Pierin Isber, professora de Redação do Colégio Contemporâneo, destaca que “a obra permite discutir desigualdade social, mobilidade por meio da educação, privilégios e relações de classe, temas frequentes em propostas de redação e debates sobre cidadania”.

“Ainda Estou Aqui” (2024)

Com direção de Walter Salles e vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional, “Ainda Estou Aqui” resgata a trajetória de Eunice Paiva, que enfrenta o desaparecimento de seu marido durante a ditadura militar brasileira. Virginie ressalta que “o filme oferece uma oportunidade valiosa para refletir sobre democracia, justiça, memória coletiva e direitos humanos, ajudando os estudantes a compreenderem como acontecimentos históricos continuam a impactar o presente”.

“O Agente Secreto” (2025)

A produção de Kleber Mendonça Filho provoca reflexões sobre vigilância, autoritarismo e mecanismos de controle social, abordando questões contemporâneas relativas à privacidade e ao papel das instituições. Essa obra é indicada para fomentar discussões sobre cidadania e democracia.

“Nem Toda História de Amor Acaba em Morte” (2025)

Dirigido por Bruno Costa, este filme contribui para debates sobre diversidade, afetividade e respeito às diferenças, estimulando reflexões sobre convivência e inclusão. A professora enfatiza que “é uma obra que amplia o olhar dos estudantes sobre empatia, respeito e direitos individuais, aspectos cada vez mais relevantes nas discussões sociais contemporâneas”.

“Pixote, a lei do mais forte” (1980)

Com a direção de Héctor Babenco, o clássico “Pixote” denuncia as condições precárias enfrentadas por crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O professor Eloy destaca que “ao retratar a pobreza, a violência e a ausência de políticas públicas eficazes, a obra promove uma reflexão sobre exclusão social e os desafios enfrentados pela juventude nas grandes cidades”.

“Bye Bye Brasil” (1979)

A produção de Cacá Diegues traz um tom leve e bem-humorado ao acompanhar os integrantes da Caravana Rolidei em uma viagem por diferentes regiões do Brasil. O filme revela os impactos sociais e ambientais da ocupação da Amazônia durante o regime militar. O professor Eloy observa que “a obra convida à reflexão sobre desenvolvimento, desigualdade, preservação ambiental e os desafios enfrentados pelas populações mais vulneráveis da região”.

“O Pagador de Promessas” (1962)

Com direção de Anselmo Duarte, o filme narra a história de Zé do Burro, um homem simples que enfrenta desafios ao tentar cumprir uma promessa religiosa. A obra aborda temas como intolerância, desigualdade e abuso de poder, mostrando o conflito entre o indivíduo e instituições sociais.

“O que é isso companheiro” (1997)

Inspirado no livro homônimo do jornalista Fernando Gabeira, a obra dirigida por Bruno Barreto revela detalhes sobre o sequestro do embaixador americano no Brasil durante a ditadura militar, oferecendo uma perspectiva crítica sobre o período.

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