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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Policial

Ex-agente da Polícia Federal é preso após condenação por extorsão em Aracaju

Um ex-agente da Polícia Federal foi preso na última quinta-feira, 12, após ter a condenação criminal transitada em julgado por extorsão majorada,...

15/03/2026 · 11h28 · Atualizado às 19h20
Ex-agente da Polícia Federal é preso após condenação por extorsão em Aracaju

Um ex-agente da Polícia Federal foi preso na última quinta-feira, 12, após ter a condenação criminal transitada em julgado por extorsão majorada, segundo informou a própria corporação.

A prisão foi cumprida em ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Civil de Sergipe, em cumprimento a mandado expedido pela 2ª Vara Criminal de Aracaju, do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). A ordem de prisão é consequência de crimes praticados quando o agora sentenciado ainda ocupava cargo público.

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Após ser detido, o ex-servidor foi conduzido à Central de Flagrantes para registro dos procedimentos e, em seguida, encaminhado a uma unidade de custódia, onde permanece à disposição do Poder Judiciário para o início do cumprimento da pena imposta.

Investigação e processo disciplinar

O inquérito que apurou os fatos foi instaurado pela própria Polícia Federal. As apurações apontaram que o ex-agente utilizou a função para praticar extorsões contra vítimas na capital sergipana. Concluído o inquérito policial, o caso seguiu para tramitação na Justiça Estadual.

Paralelamente à investigação criminal, a PF instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar a conduta do servidor. O procedimento disciplinar resultou na demissão do agente em 2020.

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A prisão desta quinta-feira ocorreu somente após o trânsito em julgado da sentença condenatória, quando não coube mais recurso que pudesse modificar a decisão. A Polícia Federal informou que a medida atende ao cumprimento integral da decisão judicial proferida pela 2ª Vara Criminal de Aracaju.

Não foram divulgados detalhes sobre a identidade do ex-agente, sobre a quantidade de vítimas ou sobre a pena a ser cumprida. A PF é a fonte das informações divulgadas sobre as fases da investigação, do PAD e do cumprimento do mandado de prisão.

O caso segue agora sob responsabilidade da Justiça Estadual, que definirá os próximos passos relativos ao início do cumprimento da pena e às demais providências processuais.

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Um ex-agente da Polícia Federal foi preso na última quinta-feira, 12, após ter a condenação criminal transitada em julgado por extorsão majorada, segundo informou a própria corporação.

A prisão foi cumprida em ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Civil de Sergipe, em cumprimento a mandado expedido pela 2ª Vara Criminal de Aracaju, do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). A ordem de prisão é consequência de crimes praticados quando o agora sentenciado ainda ocupava cargo público.

Após ser detido, o ex-servidor foi conduzido à Central de Flagrantes para registro dos procedimentos e, em seguida, encaminhado a uma unidade de custódia, onde permanece à disposição do Poder Judiciário para o início do cumprimento da pena imposta.

Investigação e processo disciplinar

O inquérito que apurou os fatos foi instaurado pela própria Polícia Federal. As apurações apontaram que o ex-agente utilizou a função para praticar extorsões contra vítimas na capital sergipana. Concluído o inquérito policial, o caso seguiu para tramitação na Justiça Estadual.

Paralelamente à investigação criminal, a PF instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar a conduta do servidor. O procedimento disciplinar resultou na demissão do agente em 2020.

A prisão desta quinta-feira ocorreu somente após o trânsito em julgado da sentença condenatória, quando não coube mais recurso que pudesse modificar a decisão. A Polícia Federal informou que a medida atende ao cumprimento integral da decisão judicial proferida pela 2ª Vara Criminal de Aracaju.

Não foram divulgados detalhes sobre a identidade do ex-agente, sobre a quantidade de vítimas ou sobre a pena a ser cumprida. A PF é a fonte das informações divulgadas sobre as fases da investigação, do PAD e do cumprimento do mandado de prisão.

O caso segue agora sob responsabilidade da Justiça Estadual, que definirá os próximos passos relativos ao início do cumprimento da pena e às demais providências processuais.

 

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