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Educação

Unicamp instaura sindicância interna após furto de material biológico no Instituto de Biologia

A Reitoria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abriu uma sindicância interna para apurar o furto de material de pesquisa registrado no...

25/03/2026 · 16h24 · Atualizado às 18h48
Unicamp instaura sindicância interna após furto de material biológico no Instituto de Biologia

A Reitoria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abriu uma sindicância interna para apurar o furto de material de pesquisa registrado no Instituto de Biologia da universidade. A investigação administrativa foi iniciada após a ocorrência criminal, que teria ocorrido no último fim de semana.

Segundo as informações oficiais, a Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante, na segunda‑feira (23), a professora Soledad Palameta Miller, vinculada à Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp. A docente foi liberada no dia seguinte, terça‑feira (24), após procedimentos legais.

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As autoridades apontam que o material furtado pertence ao Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada, situado no Instituto de Biologia da universidade. Em cumprimento a mandado de busca e apreensão, agentes da Polícia Federal localizaram o material com a professora, conforme relatório das diligências.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prestou apoio técnico às equipes policiais durante as ações relacionadas ao caso. Não foram divulgados detalhes sobre a natureza específica do material apreendido.

De acordo com as investigações em andamento, a professora pode ser responsabilizada criminalmente pelos delitos de furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado. As apurações pela PF seguem em curso para esclarecer as circunstâncias do crime e a possível participação de outros envolvidos.

A sindicância interna instaurada pela Reitoria tem o objetivo de levantar informações complementares sobre procedimentos adotados no laboratório, controle de acesso e protocolos de segurança, bem como subsidiar eventuais medidas administrativas na instituição. A apuração administrativa é independente da investigação criminal em andamento.

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A Agência Brasil informou que tenta contato com a defesa de Soledad Palameta Miller para obter posicionamento sobre as acusações e os fatos apurados até o momento.

As autoridades competentes não divulgaram prazo para conclusão das investigações nem detalhes adicionais sobre as etapas seguintes do processo.

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Com informações de Agência Brasil

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A Reitoria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abriu uma sindicância interna para apurar o furto de material de pesquisa registrado no Instituto de Biologia da universidade. A investigação administrativa foi iniciada após a ocorrência criminal, que teria ocorrido no último fim de semana.

Segundo as informações oficiais, a Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante, na segunda‑feira (23), a professora Soledad Palameta Miller, vinculada à Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp. A docente foi liberada no dia seguinte, terça‑feira (24), após procedimentos legais.

As autoridades apontam que o material furtado pertence ao Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada, situado no Instituto de Biologia da universidade. Em cumprimento a mandado de busca e apreensão, agentes da Polícia Federal localizaram o material com a professora, conforme relatório das diligências.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prestou apoio técnico às equipes policiais durante as ações relacionadas ao caso. Não foram divulgados detalhes sobre a natureza específica do material apreendido.

De acordo com as investigações em andamento, a professora pode ser responsabilizada criminalmente pelos delitos de furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado. As apurações pela PF seguem em curso para esclarecer as circunstâncias do crime e a possível participação de outros envolvidos.

A sindicância interna instaurada pela Reitoria tem o objetivo de levantar informações complementares sobre procedimentos adotados no laboratório, controle de acesso e protocolos de segurança, bem como subsidiar eventuais medidas administrativas na instituição. A apuração administrativa é independente da investigação criminal em andamento.

A Agência Brasil informou que tenta contato com a defesa de Soledad Palameta Miller para obter posicionamento sobre as acusações e os fatos apurados até o momento.

As autoridades competentes não divulgaram prazo para conclusão das investigações nem detalhes adicionais sobre as etapas seguintes do processo.

Com informações de Agência Brasil

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