Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Economia

Brasileiro continua preferindo emprego com carteira assinada, diz pesquisa

Mais de um terço dos brasileiros que buscaram trabalho recentemente indicam preferência por emprego formal com carteira assinada (CLT), segundo...

10/04/2026 · 11h53
Brasileiro continua preferindo emprego com carteira assinada, diz pesquisa
01 carteira de trabalho2

Mais de um terço dos brasileiros que buscaram trabalho recentemente indicam preferência por emprego formal com carteira assinada (CLT), segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo aponta que, apesar do crescimento de novas modalidades de trabalho, a proteção oferecida pelos direitos trabalhistas e pela Previdência Social segue como fator decisivo.

Principais números da pesquisa

De acordo com o levantamento, 36,3% dos entrevistados preferem vínculo CLT. Outras formas de ocupação aparecem com participações menores: 18,7% apontaram trabalho autônomo; 12,3% optaram pelo emprego informal; 10,3% manifestaram interesse por atividades em plataformas digitais; 9,3% consideram abrir o próprio negócio; e 6,6% preferem atuar como pessoa jurídica (PJ). Além disso, 20% dos consultados disseram não ter encontrado opções atraentes no mercado.

Publicidade

Atitude dos jovens

A preferência pelo emprego formal é ainda mais acentuada entre os mais jovens, segundo o estudo. Entre pessoas de 25 a 34 anos, 41,4% escolheram a CLT como melhor alternativa, enquanto 38,1% dos entrevistados de 16 a 24 anos também priorizaram o vínculo formal. Para Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI, a estabilidade e a proteção social tornam-se elementos valorizados por quem está no início da carreira.

Trabalho em plataformas e complementaridade

O levantamento mostra que ocupações vinculadas a plataformas digitais, como motoristas e entregadores de aplicativo, são majoritariamente encaradas como renda complementar: apenas 30% dos que atuam nessas atividades as consideram a principal fonte de sustento.

Satisfação e mobilidade no emprego

A pesquisa também indica altos níveis de satisfação entre os trabalhadores: 95% disseram estar satisfeitos com o emprego atual, sendo 70% muito satisfeitos. Por outro lado, 4,6% relataram insatisfação e 1,6% se declararam muito insatisfeitos.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID
01 carteira de trabalho2

A mobilidade no mercado aparece limitada: 20% buscaram outra vaga recentemente. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 35% procuraram novas oportunidades, enquanto apenas 6% dos trabalhadores com mais de 60 anos fizeram o mesmo. O tempo no emprego influencia essa busca: 36,7% dos que estão há menos de um ano na função buscaram nova vaga, contra 9% entre os que permanecem mais de cinco anos na mesma posição.

O levantamento foi realizado pelo Instituto Nexus em parceria com a CNI e ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A coleta de dados ocorreu de 10 a 15 de outubro de 2025, e os resultados foram divulgados agora.

 

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Mais de um terço dos brasileiros que buscaram trabalho recentemente indicam preferência por emprego formal com carteira assinada (CLT), segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo aponta que, apesar do crescimento de novas modalidades de trabalho, a proteção oferecida pelos direitos trabalhistas e pela Previdência Social segue como fator decisivo.

Principais números da pesquisa

De acordo com o levantamento, 36,3% dos entrevistados preferem vínculo CLT. Outras formas de ocupação aparecem com participações menores: 18,7% apontaram trabalho autônomo; 12,3% optaram pelo emprego informal; 10,3% manifestaram interesse por atividades em plataformas digitais; 9,3% consideram abrir o próprio negócio; e 6,6% preferem atuar como pessoa jurídica (PJ). Além disso, 20% dos consultados disseram não ter encontrado opções atraentes no mercado.

Atitude dos jovens

A preferência pelo emprego formal é ainda mais acentuada entre os mais jovens, segundo o estudo. Entre pessoas de 25 a 34 anos, 41,4% escolheram a CLT como melhor alternativa, enquanto 38,1% dos entrevistados de 16 a 24 anos também priorizaram o vínculo formal. Para Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI, a estabilidade e a proteção social tornam-se elementos valorizados por quem está no início da carreira.

Trabalho em plataformas e complementaridade

O levantamento mostra que ocupações vinculadas a plataformas digitais, como motoristas e entregadores de aplicativo, são majoritariamente encaradas como renda complementar: apenas 30% dos que atuam nessas atividades as consideram a principal fonte de sustento.

Satisfação e mobilidade no emprego

A pesquisa também indica altos níveis de satisfação entre os trabalhadores: 95% disseram estar satisfeitos com o emprego atual, sendo 70% muito satisfeitos. Por outro lado, 4,6% relataram insatisfação e 1,6% se declararam muito insatisfeitos.

01 carteira de trabalho2

A mobilidade no mercado aparece limitada: 20% buscaram outra vaga recentemente. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 35% procuraram novas oportunidades, enquanto apenas 6% dos trabalhadores com mais de 60 anos fizeram o mesmo. O tempo no emprego influencia essa busca: 36,7% dos que estão há menos de um ano na função buscaram nova vaga, contra 9% entre os que permanecem mais de cinco anos na mesma posição.

O levantamento foi realizado pelo Instituto Nexus em parceria com a CNI e ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A coleta de dados ocorreu de 10 a 15 de outubro de 2025, e os resultados foram divulgados agora.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA