Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Economia

Banco Central decreta liquidação extrajudicial da cooperativa Creditag

O Banco Central (BC) determinou, nesta quinta-feira (16), a liquidação extrajudicial da Cooperativa de Crédito, Poupança e Serviços Financeiros -...

17/04/2026 · 10h48
Banco Central decreta liquidação extrajudicial da cooperativa Creditag

O Banco Central (BC) determinou, nesta quinta-feira (16), a liquidação extrajudicial da Cooperativa de Crédito, Poupança e Serviços Financeiros – Creditag, em razão do grave comprometimento de sua situação econômico-financeira.

Segundo o BC, o estado financeiro da cooperativa expôs os credores quirografários a um “risco anormal”. Credores quirografários são aqueles cujo crédito não possui garantia real, apoiando-se em contratos simples, como notas promissórias, cheques sem garantia e contratos de prestação de serviços.

Publicidade

A Creditag é classificada como uma cooperativa de crédito independente de pequeno porte que, em dezembro de 2025, possuía aproximadamente 0,0000226% do total de ativos do Sistema Financeiro Nacional (SFN), conforme informação do BC.

O Banco Central ressaltou ainda que o conjunto dos quatro maiores bancos do país concentra 54,7% dos ativos do SFN, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do BC, publicado em abril de 2025. Nesse relatório, a Caixa aparece com 15,1% dos ativos, seguida pelo Banco do Brasil com 14,9%, Itaú com 13,6% e Bradesco com 11,1%.

A liquidação extrajudicial é um regime especial de intervenção usado pelo BC para retirar do sistema financeiro instituições consideradas inviáveis, de forma ordenada e sem necessidade de intervenção judicial direta. O objetivo da medida é proteger depositantes e credores quando a entidade enfrenta insolvência grave, má gestão ou indícios de fraude.

Conforme a legislação citada pelo BC, a decretação da liquidação torna os bens dos ex-administradores da cooperativa indisponíveis.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID
banco central economia 0413202009

O Banco Central afirmou que manterá as providências cabíveis no exercício de suas competências para apurar as responsabilidades relacionadas à crise na Creditag. As investigações podem resultar em sanções administrativas e em comunicações às autoridades competentes, quando for o caso.

O BC adotou a medida visando a organização do processo de retirada da instituição do SFN e a proteção dos interesses dos credores e depositantes, diante do comprometimento financeiro verificado.

Publicidade

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

O Banco Central (BC) determinou, nesta quinta-feira (16), a liquidação extrajudicial da Cooperativa de Crédito, Poupança e Serviços Financeiros – Creditag, em razão do grave comprometimento de sua situação econômico-financeira.

Segundo o BC, o estado financeiro da cooperativa expôs os credores quirografários a um “risco anormal”. Credores quirografários são aqueles cujo crédito não possui garantia real, apoiando-se em contratos simples, como notas promissórias, cheques sem garantia e contratos de prestação de serviços.

A Creditag é classificada como uma cooperativa de crédito independente de pequeno porte que, em dezembro de 2025, possuía aproximadamente 0,0000226% do total de ativos do Sistema Financeiro Nacional (SFN), conforme informação do BC.

O Banco Central ressaltou ainda que o conjunto dos quatro maiores bancos do país concentra 54,7% dos ativos do SFN, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do BC, publicado em abril de 2025. Nesse relatório, a Caixa aparece com 15,1% dos ativos, seguida pelo Banco do Brasil com 14,9%, Itaú com 13,6% e Bradesco com 11,1%.

A liquidação extrajudicial é um regime especial de intervenção usado pelo BC para retirar do sistema financeiro instituições consideradas inviáveis, de forma ordenada e sem necessidade de intervenção judicial direta. O objetivo da medida é proteger depositantes e credores quando a entidade enfrenta insolvência grave, má gestão ou indícios de fraude.

Conforme a legislação citada pelo BC, a decretação da liquidação torna os bens dos ex-administradores da cooperativa indisponíveis.

banco central economia 0413202009

O Banco Central afirmou que manterá as providências cabíveis no exercício de suas competências para apurar as responsabilidades relacionadas à crise na Creditag. As investigações podem resultar em sanções administrativas e em comunicações às autoridades competentes, quando for o caso.

O BC adotou a medida visando a organização do processo de retirada da instituição do SFN e a proteção dos interesses dos credores e depositantes, diante do comprometimento financeiro verificado.

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA