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Saúde

Quase mil médicos foram alvo de agressões no Rio de Janeiro entre 2018 e 2025

Entre 2018 e 2025 foram registrados 987 casos de agressão contra médicos no exercício da profissão no estado do Rio de Janeiro, segundo levantamento...

06/05/2026 · 09h42
Quase mil médicos foram alvo de agressões no Rio de Janeiro entre 2018 e 2025

Entre 2018 e 2025 foram registrados 987 casos de agressão contra médicos no exercício da profissão no estado do Rio de Janeiro, segundo levantamento divulgado pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj).

Do total de ocorrências, 717 aconteceram em unidades públicas de saúde e 270 em estabelecimentos privados. As agressões verbais são a modalidade mais frequente, com 459 registros; foram contabilizados também 89 episódios de agressão física e 208 de assédio moral. O estudo aponta ainda que a maioria das vítimas é composta por médicas.

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A segurança dos profissionais de saúde foi tema de um encontro realizado nesta terça-feira (5) pelo Cremerj, em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Para o presidente do Cremerj, Antônio Braga Neto, os números apontam para uma situação preocupante que exige providências imediatas.

Segundo Braga Neto, os dados retratam uma realidade grave que não pode continuar a ser tolerada e ressaltam a necessidade de garantias mínimas de segurança para quem atua na linha de frente do atendimento à população. Ele também destacou a gravidade das ocorrências envolvendo médicas, classificando como absolutamente inaceitável que profissionais do sexo feminino sofram violência física dentro de unidades de saúde.

O levantamento, divulgado pela autarquia, não detalha a distribuição geográfica dos casos dentro do estado nem as circunstâncias específicas de cada tipo de agressão, mas a divisão entre serviços públicos e privados e os números por categoria (verbal, física e assédio moral) sublinham a diversidade e a recorrência das situações enfrentadas por médicos e médicas.

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Durante o encontro, representantes dos conselhos enfatizaram a urgência de ações efetivas de proteção e de medidas que possam reduzir a exposição dos profissionais a riscos no ambiente de trabalho, além de fortalecer mecanismos de notificação e acompanhamento dos casos reportados.

O tema volta a ganhar destaque à medida que as entidades médicas buscam articular iniciativas que promovam maior segurança nos locais de atendimento e proteção legal aos profissionais afetados.

Com informações de Agência Brasil

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Entre 2018 e 2025 foram registrados 987 casos de agressão contra médicos no exercício da profissão no estado do Rio de Janeiro, segundo levantamento divulgado pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj).

Do total de ocorrências, 717 aconteceram em unidades públicas de saúde e 270 em estabelecimentos privados. As agressões verbais são a modalidade mais frequente, com 459 registros; foram contabilizados também 89 episódios de agressão física e 208 de assédio moral. O estudo aponta ainda que a maioria das vítimas é composta por médicas.

A segurança dos profissionais de saúde foi tema de um encontro realizado nesta terça-feira (5) pelo Cremerj, em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Para o presidente do Cremerj, Antônio Braga Neto, os números apontam para uma situação preocupante que exige providências imediatas.

Segundo Braga Neto, os dados retratam uma realidade grave que não pode continuar a ser tolerada e ressaltam a necessidade de garantias mínimas de segurança para quem atua na linha de frente do atendimento à população. Ele também destacou a gravidade das ocorrências envolvendo médicas, classificando como absolutamente inaceitável que profissionais do sexo feminino sofram violência física dentro de unidades de saúde.

O levantamento, divulgado pela autarquia, não detalha a distribuição geográfica dos casos dentro do estado nem as circunstâncias específicas de cada tipo de agressão, mas a divisão entre serviços públicos e privados e os números por categoria (verbal, física e assédio moral) sublinham a diversidade e a recorrência das situações enfrentadas por médicos e médicas.

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Durante o encontro, representantes dos conselhos enfatizaram a urgência de ações efetivas de proteção e de medidas que possam reduzir a exposição dos profissionais a riscos no ambiente de trabalho, além de fortalecer mecanismos de notificação e acompanhamento dos casos reportados.

O tema volta a ganhar destaque à medida que as entidades médicas buscam articular iniciativas que promovam maior segurança nos locais de atendimento e proteção legal aos profissionais afetados.

Com informações de Agência Brasil

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