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Saúde

Anvisa cria plano para monitorar “canetas emagrecedoras” e combater falsificações

Anvisa reforça controle sobre canetas emagrecedoras e lança monitoramento ativo de efeitos colaterais

07/05/2026 · 13h45
Anvisa cria plano para monitorar “canetas emagrecedoras” e combater falsificações

Anvisa reforça controle sobre canetas emagrecedoras e lança monitoramento ativo de efeitos colaterais

Novo Plano de Farmacovigilância Ativa monitora medicamentos como semaglutida. Saiba os riscos do uso sem receita e das versões falsificadas.

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O Que Muda: Do Monitoramento Passivo ao Ativo

Até então, a Anvisa dependia de notificações espontâneas feitas por pacientes ou médicos. Com o novo Plano de Farmacovigilância Ativa, a agência assume uma postura proativa, buscando dados sistemáticos diretamente em:

  • Hospitais da Rede Sentinela;
  • Instituições de pesquisa e universidades (como as vinculadas à Ebserh);
  • Serviços de saúde parceiros.

O foco principal são os medicamentos agonistas do receptor do GLP-1, amplamente utilizados para diabetes e obesidade, mas que registram um alto índice de uso off-label (fora da bula).

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O Alerta em Números

A preocupação da agência não é infundada. Entre 2018 e março de 2026, foram registradas 2.965 notificações de eventos adversos, com um pico alarmante observado em 2025.

“Não podemos apenas esperar que as notificações cheguem à agência. É preciso organizar uma busca estruturada que permita detectar precocemente eventos adversos”, afirmou Leandro Safatle, diretor-presidente da Anvisa.

Os Perigos do Mercado Irregular

A Anvisa também acionou a Polícia Federal para atuar no combate à venda de medicamentos falsificados ou manipulados sem garantia de origem. O diretor Thiago Lopes Campos alertou que produtos sem procedência não possuem garantia de:

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  1. Esterilidade: Risco de infecções graves.
  2. Dosagem: Risco de superdosagem ou ineficácia do tratamento.
  3. Qualidade: Presença de substâncias desconhecidas e tóxicas.

Comparativo: A Nova Estratégia da Anvisa

CaracterísticaModelo Anterior (Passivo)Novo Modelo (Ativo)
Origem dos DadosNotificações voluntáriasBusca estruturada em hospitais
Agentes envolvidosPacientes e médicos isoladosRede Sentinela, Ebserh e PF
Foco de açãoReação após o problema surgirDetecção precoce de riscos
FiscalizaçãoAdministrativaConjunta com a Polícia Federal

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Novo Plano de Farmacovigilância Ativa monitora medicamentos como semaglutida. Saiba os riscos do uso sem receita e das versões falsificadas.

O Que Muda: Do Monitoramento Passivo ao Ativo

Até então, a Anvisa dependia de notificações espontâneas feitas por pacientes ou médicos. Com o novo Plano de Farmacovigilância Ativa, a agência assume uma postura proativa, buscando dados sistemáticos diretamente em:

  • Hospitais da Rede Sentinela;
  • Instituições de pesquisa e universidades (como as vinculadas à Ebserh);
  • Serviços de saúde parceiros.

O foco principal são os medicamentos agonistas do receptor do GLP-1, amplamente utilizados para diabetes e obesidade, mas que registram um alto índice de uso off-label (fora da bula).

O Alerta em Números

A preocupação da agência não é infundada. Entre 2018 e março de 2026, foram registradas 2.965 notificações de eventos adversos, com um pico alarmante observado em 2025.

“Não podemos apenas esperar que as notificações cheguem à agência. É preciso organizar uma busca estruturada que permita detectar precocemente eventos adversos”, afirmou Leandro Safatle, diretor-presidente da Anvisa.

Os Perigos do Mercado Irregular

A Anvisa também acionou a Polícia Federal para atuar no combate à venda de medicamentos falsificados ou manipulados sem garantia de origem. O diretor Thiago Lopes Campos alertou que produtos sem procedência não possuem garantia de:

  1. Esterilidade: Risco de infecções graves.
  2. Dosagem: Risco de superdosagem ou ineficácia do tratamento.
  3. Qualidade: Presença de substâncias desconhecidas e tóxicas.

Comparativo: A Nova Estratégia da Anvisa

CaracterísticaModelo Anterior (Passivo)Novo Modelo (Ativo)
Origem dos DadosNotificações voluntáriasBusca estruturada em hospitais
Agentes envolvidosPacientes e médicos isoladosRede Sentinela, Ebserh e PF
Foco de açãoReação após o problema surgirDetecção precoce de riscos
FiscalizaçãoAdministrativaConjunta com a Polícia Federal

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