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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Saúde

“A qualidade será pioneira no Brasil”, garante diretor sobre o novo Hospital do Câncer de Sergipe

Cirurgião oncológico Roberto Gurgel detalha a estrutura de ponta da unidade, elogia avanços no diagnóstico precoce e destaca o impacto humano e transformador do tratamento.

15/09/2026 · 10h16
“A qualidade será pioneira no Brasil”, garante diretor sobre o novo Hospital do Câncer de Sergipe

Cirurgião oncológico Roberto Gurgel detalha a estrutura de ponta da unidade, elogia avanços no diagnóstico precoce e destaca o impacto humano e transformador do tratamento.

A saúde pública de Sergipe se prepara para vivenciar um marco histórico no tratamento oncológico. O cirurgião oncológico e diretor do Hospital do Câncer de Sergipe, Dr. Roberto Gurgel, destacou a magnitude da unidade, inaugurada em dezembro de 2025, e projetou uma mudança drástica na qualidade, segurança e no acolhimento dos pacientes no estado.

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Com entusiasmo, o diretor afirmou que o complexo hospitalar elevará Sergipe a um novo patamar no cenário médico do país. “A qualidade do que vai ser entregue em oncologia no Estado de Sergipe vai ser pioneira do Brasil. Nós vamos fazer uma oncologia de altíssima qualidade e eu tenho certeza de que o Hospital do Câncer do Estado vai se transformar em uma das referências nacionais”, garantiu.

Estrutura de Excelência

Para fundamentar o salto no atendimento, Gurgel detalhou o projeto operacional do hospital, que foi concebido para funcionar de forma totalmente exclusiva para a oncologia. A iniciativa encerra a necessidade de os pacientes oncológicos buscarem atendimento de emergência em hospitais gerais, minimizando riscos de infecções e garantindo um fluxo especializado. A nova estrutura conta com:

  • Seis salas cirúrgicas equipadas com tecnologia de ponta;
  • Três salas de pequenas cirurgias dedicadas ao setor ambulatorial;
  • Ambiente de oncologia clínica planejado para oferecer conforto térmico, técnico e acolhimento rigoroso durante as sessões de quimioterapia;
  • Urgência oncológica própria, que proporciona um acesso diferenciado, rápido e seguro aos pacientes que apresentem intercorrências durante o tratamento.

“O ganho de qualidade é uma coisa absurda”, resumiu o especialista.

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Diagnóstico Precoce e Prevenção

Além da alta complexidade hospitalar, o diretor fez questão de enaltecer a organização da rede de prevenção, citando especificamente o combate ao câncer de boca — um dos tumores de maior incidência na população masculina. Ele elogiou o legado deixado pelo ex-secretário de Estado da Saúde, o médico Cláudio Mitidieri, na estruturação dessa vigilância.

“Eu sou muito grato ao doutor Cláudio Mitidieri por ter montado, quando foi secretário, uma vigilância em câncer bucal de uma maneira tão espetacular. Hoje, estamos dando diagnósticos muito mais precoces, utilizando os Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs). Isso tira da rede os pacientes com suspeita e os encaminha diretamente para o hospital, fazendo com que tenham muito mais chances de ficar completamente curados”, destacou.

O Sino da Esperança

Além da excelência técnica, Roberto Gurgel refletiu sobre o impacto emocional da jornada, coroada pelo emblemático momento em que o paciente “toca o sino” para anunciar o fim de um ciclo de quimioterapia ou radioterapia.

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“É um momento de realização. Eu digo sempre que o câncer é transformador. Eu nunca vejo uma pessoa fazer um tratamento e sair da forma como entrou. Na grande maioria, muda espiritualmente para melhor. É um momento de gratidão, de o esforço ser recompensado, não só o dele, como o de toda a família e dos profissionais, trazendo a esperança de que tudo vai se resolver”, concluiu o cirurgião.

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Cirurgião oncológico Roberto Gurgel detalha a estrutura de ponta da unidade, elogia avanços no diagnóstico precoce e destaca o impacto humano e transformador do tratamento.

A saúde pública de Sergipe se prepara para vivenciar um marco histórico no tratamento oncológico. O cirurgião oncológico e diretor do Hospital do Câncer de Sergipe, Dr. Roberto Gurgel, destacou a magnitude da unidade, inaugurada em dezembro de 2025, e projetou uma mudança drástica na qualidade, segurança e no acolhimento dos pacientes no estado.

Com entusiasmo, o diretor afirmou que o complexo hospitalar elevará Sergipe a um novo patamar no cenário médico do país. “A qualidade do que vai ser entregue em oncologia no Estado de Sergipe vai ser pioneira do Brasil. Nós vamos fazer uma oncologia de altíssima qualidade e eu tenho certeza de que o Hospital do Câncer do Estado vai se transformar em uma das referências nacionais”, garantiu.

Estrutura de Excelência

Para fundamentar o salto no atendimento, Gurgel detalhou o projeto operacional do hospital, que foi concebido para funcionar de forma totalmente exclusiva para a oncologia. A iniciativa encerra a necessidade de os pacientes oncológicos buscarem atendimento de emergência em hospitais gerais, minimizando riscos de infecções e garantindo um fluxo especializado. A nova estrutura conta com:

  • Seis salas cirúrgicas equipadas com tecnologia de ponta;
  • Três salas de pequenas cirurgias dedicadas ao setor ambulatorial;
  • Ambiente de oncologia clínica planejado para oferecer conforto térmico, técnico e acolhimento rigoroso durante as sessões de quimioterapia;
  • Urgência oncológica própria, que proporciona um acesso diferenciado, rápido e seguro aos pacientes que apresentem intercorrências durante o tratamento.

“O ganho de qualidade é uma coisa absurda”, resumiu o especialista.

Diagnóstico Precoce e Prevenção

Além da alta complexidade hospitalar, o diretor fez questão de enaltecer a organização da rede de prevenção, citando especificamente o combate ao câncer de boca — um dos tumores de maior incidência na população masculina. Ele elogiou o legado deixado pelo ex-secretário de Estado da Saúde, o médico Cláudio Mitidieri, na estruturação dessa vigilância.

“Eu sou muito grato ao doutor Cláudio Mitidieri por ter montado, quando foi secretário, uma vigilância em câncer bucal de uma maneira tão espetacular. Hoje, estamos dando diagnósticos muito mais precoces, utilizando os Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs). Isso tira da rede os pacientes com suspeita e os encaminha diretamente para o hospital, fazendo com que tenham muito mais chances de ficar completamente curados”, destacou.

O Sino da Esperança

Além da excelência técnica, Roberto Gurgel refletiu sobre o impacto emocional da jornada, coroada pelo emblemático momento em que o paciente “toca o sino” para anunciar o fim de um ciclo de quimioterapia ou radioterapia.

“É um momento de realização. Eu digo sempre que o câncer é transformador. Eu nunca vejo uma pessoa fazer um tratamento e sair da forma como entrou. Na grande maioria, muda espiritualmente para melhor. É um momento de gratidão, de o esforço ser recompensado, não só o dele, como o de toda a família e dos profissionais, trazendo a esperança de que tudo vai se resolver”, concluiu o cirurgião.

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