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Saúde

Viajante belga vindo de Uganda é investigado pela Fiocruz no Rio; amostras iniciais apontam malária, exame de sangue segue em análise

O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), investiga desde sábado (30) um homem de nacionalidade belga...

01/06/2026 · 08h48
Viajante belga vindo de Uganda é investigado pela Fiocruz no Rio; amostras iniciais apontam malária, exame de sangue segue em análise

O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), investiga desde sábado (30) um homem de nacionalidade belga que chegou ao Rio de Janeiro vindo de Uganda com quadro de sintomas virais. As primeiras análises laboratoriais realizadas no sábado, com amostras de saliva e urina, identificaram presença de malária e não detectaram o vírus do ebola. O exame de sangue ainda está em processamento e não teve resultado divulgado.

Ao dar entrada no Instituto Evandro Chagas, o paciente apresentava tosse, calafrios e diarreia. Diante do histórico de viagem, a Fiocruz acionou os protocolos específicos para atendimento de casos suspeitos e determinou o isolamento do homem até a conclusão dos testes, conforme nota emitida pela instituição neste domingo (31).

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As secretarias municipal e estadual de Saúde colaboram no acompanhamento das pessoas que mantiveram contato com o viajante. A Fiocruz informou que essas pessoas estão sendo monitoradas, em conformidade com as medidas de vigilância epidemiológica.

A fundação ressaltou que o ebola não é transmitido por via respiratória como a gripe, mas por contato direto com sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos ou animais infectados. Em função desse padrão de transmissão, a atuação envolve protocolos de proteção para profissionais de saúde e isolamento até a definição diagnóstica.

No contexto internacional, há registro de um surto de ebola na África Central, com epicentro na República Democrática do Congo e ocorrências também em Uganda. O vírus causa febre hemorrágica e tem alta letalidade, segundo informações das autoridades de saúde.

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A Fiocruz atua como referência no Brasil para atendimento e testagem de casos suspeitos de ebola, oferecendo suporte médico e diagnóstico laboratorial. A instituição declarou que o risco de transmissão do vírus no território brasileiro é considerado baixo.

O resultado definitivo do exame de sangue do paciente ainda não foi informado pela Fiocruz, que não precisou prazo para a divulgação.

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Com informações de Agência Brasil

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O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), investiga desde sábado (30) um homem de nacionalidade belga que chegou ao Rio de Janeiro vindo de Uganda com quadro de sintomas virais. As primeiras análises laboratoriais realizadas no sábado, com amostras de saliva e urina, identificaram presença de malária e não detectaram o vírus do ebola. O exame de sangue ainda está em processamento e não teve resultado divulgado.

Ao dar entrada no Instituto Evandro Chagas, o paciente apresentava tosse, calafrios e diarreia. Diante do histórico de viagem, a Fiocruz acionou os protocolos específicos para atendimento de casos suspeitos e determinou o isolamento do homem até a conclusão dos testes, conforme nota emitida pela instituição neste domingo (31).

As secretarias municipal e estadual de Saúde colaboram no acompanhamento das pessoas que mantiveram contato com o viajante. A Fiocruz informou que essas pessoas estão sendo monitoradas, em conformidade com as medidas de vigilância epidemiológica.

A fundação ressaltou que o ebola não é transmitido por via respiratória como a gripe, mas por contato direto com sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos ou animais infectados. Em função desse padrão de transmissão, a atuação envolve protocolos de proteção para profissionais de saúde e isolamento até a definição diagnóstica.

No contexto internacional, há registro de um surto de ebola na África Central, com epicentro na República Democrática do Congo e ocorrências também em Uganda. O vírus causa febre hemorrágica e tem alta letalidade, segundo informações das autoridades de saúde.

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A Fiocruz atua como referência no Brasil para atendimento e testagem de casos suspeitos de ebola, oferecendo suporte médico e diagnóstico laboratorial. A instituição declarou que o risco de transmissão do vírus no território brasileiro é considerado baixo.

O resultado definitivo do exame de sangue do paciente ainda não foi informado pela Fiocruz, que não precisou prazo para a divulgação.

Com informações de Agência Brasil

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