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Esporte

Brasil enfrenta Escócia em estádio que virou símbolo da versatilidade esportiva

Hard Rock Stadium se prepara para Brasil x Escócia e Fórmula 1 com grandes transformações.

23/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 06h04
Brasil enfrenta Escócia em estádio que virou símbolo da versatilidade esportiva

O Hard Rock Stadium, em Miami, recebe Brasil x Escócia pela Copa do Mundo nesta quarta (24). O espaço impressiona ao alternar entre tênis, Fórmula 1 e futebol em semanas.

O Hard Rock Stadium, localizado em Miami, se prepara para receber a partida entre Brasil e Escócia, que ocorrerá nesta quarta-feira (24), pela terceira rodada do grupo C da Copa do Mundo. O estádio passou por transformações significativas em sua estrutura interna, adequando-se para diferentes tipos de eventos.

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Recentemente, o espaço abrigou a arena do Miami Open de tênis, onde foi registrado um público recorde de mais de 17 mil pessoas durante o jogo entre João Fonseca e Carlos Alcaraz. Menos de um mês depois, o estádio já estava pronto para o Grande Prêmio de Miami de Fórmula 1, que foi vencido pelo piloto italiano Kimi Antonelli. A área anteriormente ocupada pela quadra de tênis agora abriga a vila dos construtores da Fórmula 1.

A equipe do Hard Rock Stadium compartilhou um vídeo em timelapse que documenta todo o processo de transformação do local, que é capaz de alternar entre eventos esportivos em um curto espaço de tempo. O cronograma de reformas é intenso, com mais de 4 mil trabalhadores atuando 24 horas por dia, sete dias por semana, para garantir que tudo esteja pronto a tempo.

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O Hard Rock Stadium, que já foi sede do GP de Miami de Fórmula 1 e do Miami Open desde 2019, enfrentará um desafio adicional em 2026 devido à realização do College Football Playoff National Championship e da Copa do Mundo da FIFA. O processo de transformação começou em 19 de janeiro e seguirá até meados de julho, com cada etapa exigindo um tempo específico para a montagem e desmontagem.

Os prazos para as diversas fases incluem: a transição do CFP National Championship para a Fórmula E, que leva 10 dias; a construção da quadra central do Miami Open, com duração de 47 dias; a desmontagem da quadra central do Miami Open, que requer 12 dias; a construção da vila das equipes de Fórmula 1, que leva 14 dias; e a desmontagem da vila, além da instalação do gramado para a Copa do Mundo, que também demanda 14 dias.

O gramado que será utilizado durante a Copa do Mundo foi preparado em uma fazenda do bilionário Stephen M. Ross, proprietário do Miami Dolphins e do Hard Rock Stadium. Esta fazenda, que ocupa uma área de 323 mil m² perto de West Palm Beach, na Flórida, é destinada à produção de gramas para práticas esportivas, incluindo a que será utilizada durante o Mundial.

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O Hard Rock Stadium, em Miami, recebe Brasil x Escócia pela Copa do Mundo nesta quarta (24). O espaço impressiona ao alternar entre tênis, Fórmula 1 e futebol em semanas.

O Hard Rock Stadium, localizado em Miami, se prepara para receber a partida entre Brasil e Escócia, que ocorrerá nesta quarta-feira (24), pela terceira rodada do grupo C da Copa do Mundo. O estádio passou por transformações significativas em sua estrutura interna, adequando-se para diferentes tipos de eventos.

Recentemente, o espaço abrigou a arena do Miami Open de tênis, onde foi registrado um público recorde de mais de 17 mil pessoas durante o jogo entre João Fonseca e Carlos Alcaraz. Menos de um mês depois, o estádio já estava pronto para o Grande Prêmio de Miami de Fórmula 1, que foi vencido pelo piloto italiano Kimi Antonelli. A área anteriormente ocupada pela quadra de tênis agora abriga a vila dos construtores da Fórmula 1.

A equipe do Hard Rock Stadium compartilhou um vídeo em timelapse que documenta todo o processo de transformação do local, que é capaz de alternar entre eventos esportivos em um curto espaço de tempo. O cronograma de reformas é intenso, com mais de 4 mil trabalhadores atuando 24 horas por dia, sete dias por semana, para garantir que tudo esteja pronto a tempo.

O Hard Rock Stadium, que já foi sede do GP de Miami de Fórmula 1 e do Miami Open desde 2019, enfrentará um desafio adicional em 2026 devido à realização do College Football Playoff National Championship e da Copa do Mundo da FIFA. O processo de transformação começou em 19 de janeiro e seguirá até meados de julho, com cada etapa exigindo um tempo específico para a montagem e desmontagem.

Os prazos para as diversas fases incluem: a transição do CFP National Championship para a Fórmula E, que leva 10 dias; a construção da quadra central do Miami Open, com duração de 47 dias; a desmontagem da quadra central do Miami Open, que requer 12 dias; a construção da vila das equipes de Fórmula 1, que leva 14 dias; e a desmontagem da vila, além da instalação do gramado para a Copa do Mundo, que também demanda 14 dias.

O gramado que será utilizado durante a Copa do Mundo foi preparado em uma fazenda do bilionário Stephen M. Ross, proprietário do Miami Dolphins e do Hard Rock Stadium. Esta fazenda, que ocupa uma área de 323 mil m² perto de West Palm Beach, na Flórida, é destinada à produção de gramas para práticas esportivas, incluindo a que será utilizada durante o Mundial.

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