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Flávio Bolsonaro avalia vice feminina para reduzir rejeição e se aproximar de eleitoras

Flávio Bolsonaro considera escolher uma mulher para vice em sua chapa, visando reduzir rejeição.

04/07/2026 · 17h47
Flávio Bolsonaro avalia vice feminina para reduzir rejeição e se aproximar de eleitoras

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, está considerando a escolha de uma mulher para compor sua chapa. Essa estratégia visa minimizar os impactos negativos gerados por declarações feitas pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que relatou ter se sentido “apunhalada” e “humilhada” por seu enteado, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a disputa presidencial.

A equipe de Flávio acredita que a inclusão de uma candidata a vice pode ajudar a diminuir sua rejeição, ampliar o diálogo com o eleitorado feminino e suavizar sua imagem.

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Entre os nomes cotados para a vice, destacam-se:

Bia Kicis (PL-DF) – A deputada de 64 anos é uma aliada da ex-primeira-dama e fiel à família Bolsonaro. Após reunião com Flávio no dia 24 de julho, ele afirmou: “Não estou falando que ela vai ser a vice, mas é uma pessoa que topa alguns desafios, que está disposta a dar o seu melhor pelo Brasil.”

Daniella Marques (Republicanos) – A ex-presidente da Caixa, de 46 anos, é próxima de Flávio desde sua atuação no Ministério da Economia, durante o governo Bolsonaro. Ela integra o núcleo econômico da pré-campanha.

Júlia Zanatta (PL-SC) – A deputada de 41 anos tem apoio do pré-candidato ao Senado, Carlos Bolsonaro, que foi o primeiro a sugerir seu nome para a vice. Ela representa uma ala ideológica do bolsonarismo e já declarou que aceitaria o convite para compor a chapa.

Simone Marquetto (PP-SP) – A deputada de 50 anos, católica, poderia ampliar o apoio a Flávio nesse segmento, onde Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui vantagem.

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Tereza Cristina (PP-MS) – A senadora de 71 anos, ex-ministra da Agricultura, possui bom trânsito no Congresso e defende pautas do agronegócio, que são foco de atenção de Flávio em sua pré-campanha.

Na quinta-feira, 2 de julho de 2026, Flávio também mencionou outros nomes, como a deputada Clarissa Tércio (PP-PE) e a vereadora Priscila Costa (PL-CE) como possíveis candidatas a vice.

O eleitorado feminino representa um dos principais desafios para Flávio. De acordo com pesquisa divulgada em 25 de junho, Lula possui 50% das intenções de voto entre as mulheres, enquanto Flávio alcança 38%. No dia 1º de julho, o senador promoveu um café da manhã com mulheres aliadas em Brasília, com a intenção de se aproximar desse eleitorado e ouvir sugestões para o plano Brasil Por Elas, que será lançado em 15 de julho, com propostas voltadas às mulheres.

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A professora Céli Pinto, da UFRGS, comenta que “as mulheres vão decidir as eleições”, mas aponta que a pré-campanha de Flávio tem priorizado propostas de endurecimento das penas para crimes contra mulheres, sem abordar as causas da violência. A professora Maria Helena Weber, também da UFRGS, ressalta que a situação trazida por Michelle Bolsonaro tornou o eleitorado feminino ainda mais relevante para a disputa.

Além disso, a escolha da vice também está relacionada ao partido. Das cinco cotadas, duas pertencem ao PL, enquanto duas são do PP e uma do Republicanos, que tem maior inclinação para aliança com Flávio.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, está considerando a escolha de uma mulher para compor sua chapa. Essa estratégia visa minimizar os impactos negativos gerados por declarações feitas pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que relatou ter se sentido “apunhalada” e “humilhada” por seu enteado, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a disputa presidencial.

A equipe de Flávio acredita que a inclusão de uma candidata a vice pode ajudar a diminuir sua rejeição, ampliar o diálogo com o eleitorado feminino e suavizar sua imagem.

Entre os nomes cotados para a vice, destacam-se:

Bia Kicis (PL-DF) – A deputada de 64 anos é uma aliada da ex-primeira-dama e fiel à família Bolsonaro. Após reunião com Flávio no dia 24 de julho, ele afirmou: “Não estou falando que ela vai ser a vice, mas é uma pessoa que topa alguns desafios, que está disposta a dar o seu melhor pelo Brasil.”

Daniella Marques (Republicanos) – A ex-presidente da Caixa, de 46 anos, é próxima de Flávio desde sua atuação no Ministério da Economia, durante o governo Bolsonaro. Ela integra o núcleo econômico da pré-campanha.

Júlia Zanatta (PL-SC) – A deputada de 41 anos tem apoio do pré-candidato ao Senado, Carlos Bolsonaro, que foi o primeiro a sugerir seu nome para a vice. Ela representa uma ala ideológica do bolsonarismo e já declarou que aceitaria o convite para compor a chapa.

Simone Marquetto (PP-SP) – A deputada de 50 anos, católica, poderia ampliar o apoio a Flávio nesse segmento, onde Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui vantagem.

Tereza Cristina (PP-MS) – A senadora de 71 anos, ex-ministra da Agricultura, possui bom trânsito no Congresso e defende pautas do agronegócio, que são foco de atenção de Flávio em sua pré-campanha.

Na quinta-feira, 2 de julho de 2026, Flávio também mencionou outros nomes, como a deputada Clarissa Tércio (PP-PE) e a vereadora Priscila Costa (PL-CE) como possíveis candidatas a vice.

O eleitorado feminino representa um dos principais desafios para Flávio. De acordo com pesquisa divulgada em 25 de junho, Lula possui 50% das intenções de voto entre as mulheres, enquanto Flávio alcança 38%. No dia 1º de julho, o senador promoveu um café da manhã com mulheres aliadas em Brasília, com a intenção de se aproximar desse eleitorado e ouvir sugestões para o plano Brasil Por Elas, que será lançado em 15 de julho, com propostas voltadas às mulheres.

A professora Céli Pinto, da UFRGS, comenta que “as mulheres vão decidir as eleições”, mas aponta que a pré-campanha de Flávio tem priorizado propostas de endurecimento das penas para crimes contra mulheres, sem abordar as causas da violência. A professora Maria Helena Weber, também da UFRGS, ressalta que a situação trazida por Michelle Bolsonaro tornou o eleitorado feminino ainda mais relevante para a disputa.

Além disso, a escolha da vice também está relacionada ao partido. Das cinco cotadas, duas pertencem ao PL, enquanto duas são do PP e uma do Republicanos, que tem maior inclinação para aliança com Flávio.

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