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SP monitora rios Tietê e Pinheiros com satélites e inteligência artificial

Governo de SP inicia monitoramento dos rios Tietê e Pinheiros com tecnologia avançada.

04/07/2026 · 17h47
SP monitora rios Tietê e Pinheiros com satélites e inteligência artificial

O governo de São Paulo inicia um abrangente monitoramento de aproximadamente 1.000 km do rio Tietê, que se estende desde Suzano, na região metropolitana, até a foz em Itapura. A tecnologia também abrange a área do rio Pinheiros e os reservatórios de Barra Bonita, Bariri, Ibitinga, Promissão, Nova Avanhandava e Três Irmãos, através do programa IntegraTietê.

Esse sistema inovador aumenta a capacidade de monitorar as condições da água em extensas áreas dos rios paulistas. Utilizando imagens que analisam a superfície da água em quadrantes de cerca de 3 metros por 3 metros, a tecnologia permite visualizar tendências, identificar alterações ambientais e emitir alertas automáticos, apoiando as equipes técnicas na ação.

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O funcionamento do sistema se baseia na luz absorvida pela água, que possibilita a identificação de variações na concentração de matéria orgânica dissolvida colorida, frequentemente associada ao esgoto. De maneira simplificada, essa técnica é semelhante à comparação entre um copo de água limpa e outro com café dissolvido, onde é possível perceber mudanças nas características da água sem enxergar os elementos misturados.

Além disso, o sistema monitora a proliferação de algas nos reservatórios, um fenômeno relacionado à formação da “nata verde” em alguns trechos do médio e baixo Tietê, em parceria com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

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As informações obtidas são processadas por inteligência artificial e organizadas em um painel utilizado pelas equipes da CETESB. O sistema cruza dados de satélites com informações da rede de monitoramento da companhia, incluindo estações de tratamento de esgoto e áreas fiscalizadas.

Os dados são apresentados em mapas geoespaciais que indicam a concentração de matéria orgânica ao longo dos rios. Para facilitar a análise, os trechos são classificados em faixas que variam de baixo a muito alto, permitindo a rápida identificação de áreas com maior poluição.

Quando uma alteração significativa é identificada em um trecho específico, um alerta é gerado no painel, direcionando equipes da companhia para verificações em campo. Em situações específicas, a utilização de drones pode ser empregada para investigar mais detalhadamente os locais indicados pelo monitoramento remoto.

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O governo de São Paulo inicia um abrangente monitoramento de aproximadamente 1.000 km do rio Tietê, que se estende desde Suzano, na região metropolitana, até a foz em Itapura. A tecnologia também abrange a área do rio Pinheiros e os reservatórios de Barra Bonita, Bariri, Ibitinga, Promissão, Nova Avanhandava e Três Irmãos, através do programa IntegraTietê.

Esse sistema inovador aumenta a capacidade de monitorar as condições da água em extensas áreas dos rios paulistas. Utilizando imagens que analisam a superfície da água em quadrantes de cerca de 3 metros por 3 metros, a tecnologia permite visualizar tendências, identificar alterações ambientais e emitir alertas automáticos, apoiando as equipes técnicas na ação.

O funcionamento do sistema se baseia na luz absorvida pela água, que possibilita a identificação de variações na concentração de matéria orgânica dissolvida colorida, frequentemente associada ao esgoto. De maneira simplificada, essa técnica é semelhante à comparação entre um copo de água limpa e outro com café dissolvido, onde é possível perceber mudanças nas características da água sem enxergar os elementos misturados.

Além disso, o sistema monitora a proliferação de algas nos reservatórios, um fenômeno relacionado à formação da “nata verde” em alguns trechos do médio e baixo Tietê, em parceria com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

As informações obtidas são processadas por inteligência artificial e organizadas em um painel utilizado pelas equipes da CETESB. O sistema cruza dados de satélites com informações da rede de monitoramento da companhia, incluindo estações de tratamento de esgoto e áreas fiscalizadas.

Os dados são apresentados em mapas geoespaciais que indicam a concentração de matéria orgânica ao longo dos rios. Para facilitar a análise, os trechos são classificados em faixas que variam de baixo a muito alto, permitindo a rápida identificação de áreas com maior poluição.

Quando uma alteração significativa é identificada em um trecho específico, um alerta é gerado no painel, direcionando equipes da companhia para verificações em campo. Em situações específicas, a utilização de drones pode ser empregada para investigar mais detalhadamente os locais indicados pelo monitoramento remoto.

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