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FIFA defende árbitro brasileiro Raphael Claus após críticas de Trump

FIFA defende árbitro Raphael Claus após críticas de Trump sobre expulsão de Balogun.

07/07/2026 · 14h38 · Atualizado às 15h13
FIFA defende árbitro brasileiro Raphael Claus após críticas de Trump

A FIFA se manifestou em defesa do árbitro brasileiro Raphael Claus, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamá-lo de “suspeito” pela expulsão do atacante Folarin Balogun durante a Copa do Mundo de 2026. O incidente ocorreu na segunda-feira (6), quando Trump fez comentários durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca.

Claus expulsou Balogun após revisão do VAR, durante a vitória dos EUA sobre a Bósnia e Herzegovina na segunda fase do torneio. A expulsão se deu por um lance em que o atacante atingiu o tornozelo do jogador Tarik Muharemovic. Contudo, a FIFA revisou a decisão e retirou o cartão vermelho para que Balogun pudesse participar da partida contra a Bélgica nas oitavas de final.

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A FIFA reconhece Raphael Claus como um dos principais árbitros profissionais do mundo e um integrante valioso do ‘Team One’ na Copa do Mundo da FIFA. Ao longo de sua carreira, ele demonstrou consistentemente os mais altos padrões de profissionalismo e integridade.

O pronunciamento da FIFA foi uma resposta direta aos comentários de Trump, que sugeriu que o histórico do árbitro deveria ser investigado. “Este árbitro é um pouco suspeito, se você verificar o histórico dele. Não quero dizer isso porque não gosto de criar controvérsia. Mas muito suspeito”, declarou o presidente dos EUA.

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Trump também afirmou que, na sua avaliação, o contato entre os jogadores foi acidental e que o lance não deveria ter resultado em cartão vermelho. “Vi o lance. Sou uma pessoa que ama esportes e fui um bom atleta. Aquilo não foi falta. Nem sequer foi uma infração”, acrescentou.

Na visão de Trump, os jogadores apenas se chocaram durante a disputa da bola: “Você não pode colocar seu pé e posicioná-lo adequadamente no pé de outra pessoa quando está em movimento. Eram 2 grandes atletas que acabaram se chocando”.

O presidente dos EUA também comentou sobre a consequência da expulsão, que impediu Balogun de participar da próxima partida. “Ele deu um cartão vermelho. Eu não sabia o que isso significava. Depois descobri que ele não poderia jogar o próximo jogo. Isso é muito injusto”, concluiu.

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A FIFA se manifestou em defesa do árbitro brasileiro Raphael Claus, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamá-lo de “suspeito” pela expulsão do atacante Folarin Balogun durante a Copa do Mundo de 2026. O incidente ocorreu na segunda-feira (6), quando Trump fez comentários durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca.

Claus expulsou Balogun após revisão do VAR, durante a vitória dos EUA sobre a Bósnia e Herzegovina na segunda fase do torneio. A expulsão se deu por um lance em que o atacante atingiu o tornozelo do jogador Tarik Muharemovic. Contudo, a FIFA revisou a decisão e retirou o cartão vermelho para que Balogun pudesse participar da partida contra a Bélgica nas oitavas de final.

A FIFA reconhece Raphael Claus como um dos principais árbitros profissionais do mundo e um integrante valioso do ‘Team One’ na Copa do Mundo da FIFA. Ao longo de sua carreira, ele demonstrou consistentemente os mais altos padrões de profissionalismo e integridade.

O pronunciamento da FIFA foi uma resposta direta aos comentários de Trump, que sugeriu que o histórico do árbitro deveria ser investigado. “Este árbitro é um pouco suspeito, se você verificar o histórico dele. Não quero dizer isso porque não gosto de criar controvérsia. Mas muito suspeito”, declarou o presidente dos EUA.

Trump também afirmou que, na sua avaliação, o contato entre os jogadores foi acidental e que o lance não deveria ter resultado em cartão vermelho. “Vi o lance. Sou uma pessoa que ama esportes e fui um bom atleta. Aquilo não foi falta. Nem sequer foi uma infração”, acrescentou.

Na visão de Trump, os jogadores apenas se chocaram durante a disputa da bola: “Você não pode colocar seu pé e posicioná-lo adequadamente no pé de outra pessoa quando está em movimento. Eram 2 grandes atletas que acabaram se chocando”.

O presidente dos EUA também comentou sobre a consequência da expulsão, que impediu Balogun de participar da próxima partida. “Ele deu um cartão vermelho. Eu não sabia o que isso significava. Depois descobri que ele não poderia jogar o próximo jogo. Isso é muito injusto”, concluiu.

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