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Brasil realiza primeira cirurgia robótica para remoção de tumor renal à distância

Brasil realiza primeira cirurgia robótica à distância para remoção de tumor renal.

18/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h41
Brasil realiza primeira cirurgia robótica para remoção de tumor renal à distância

No último sábado, dia 18 de julho de 2026, o Brasil realizou a primeira cirurgia robótica para a remoção de tumores renais, mantendo a preservação do órgão. O procedimento foi realizado em Salvador, na Bahia, com um paciente localizado em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a aproximadamente 2.380 quilômetros de distância.

A cirurgia, denominada nefrectomia parcial robótica, foi conduzida pelo urologista e cirurgião robótico Nilo Jorge Leão, que é coordenador do Instituto Brasileiro de Cirurgia Robótica (IBCR). O procedimento teve seu término por volta das 13h20 do mesmo dia. O urologista Bruno Rosa também supervisionou a operação localmente.

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O tumor removido do rim apresentava 6,2 centímetros. De acordo com Nilo, a cirurgia utilizou pela primeira vez no Brasil e a segunda no mundo a internet via satélite Starlink. Ele afirmou:

“O procedimento foi um sucesso. Ganha o paciente, ganha a tecnologia, ganha o nosso país”

.

Essa iniciativa faz parte do programa do Instituto de Anatomia Robótica e Treinamento (IART) e é considerada um avanço significativo na adoção da telemedicina de alta complexidade no Brasil. Nilo Leão destacou que a telecirurgia robótica

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“permite levar expertise a qualquer lugar, com segurança e precisão, beneficiando diretamente o paciente”

.

O procedimento reforça a posição do Brasil no cenário internacional da cirurgia robótica e abre portas para a ampliação de práticas inovadoras que podem transformar a assistência médica no país. A nefrectomia parcial é indicada para a remoção de tumores renais, garantindo a preservação do órgão, o que é essencial para a manutenção da função renal.

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Segundo os desenvolvedores, a tecnologia robótica aumenta a precisão do procedimento, oferecendo movimentos estáveis e uma visão ampliada em alta definição. Isso possibilita intervenções menos invasivas e mais seguras. Entre os principais benefícios para o paciente estão a redução do sangramento, a diminuição do tempo de internação, uma recuperação mais rápida e um menor risco de complicações pós-operatórias.

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No último sábado, dia 18 de julho de 2026, o Brasil realizou a primeira cirurgia robótica para a remoção de tumores renais, mantendo a preservação do órgão. O procedimento foi realizado em Salvador, na Bahia, com um paciente localizado em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a aproximadamente 2.380 quilômetros de distância.

A cirurgia, denominada nefrectomia parcial robótica, foi conduzida pelo urologista e cirurgião robótico Nilo Jorge Leão, que é coordenador do Instituto Brasileiro de Cirurgia Robótica (IBCR). O procedimento teve seu término por volta das 13h20 do mesmo dia. O urologista Bruno Rosa também supervisionou a operação localmente.

O tumor removido do rim apresentava 6,2 centímetros. De acordo com Nilo, a cirurgia utilizou pela primeira vez no Brasil e a segunda no mundo a internet via satélite Starlink. Ele afirmou:

“O procedimento foi um sucesso. Ganha o paciente, ganha a tecnologia, ganha o nosso país”

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O procedimento reforça a posição do Brasil no cenário internacional da cirurgia robótica e abre portas para a ampliação de práticas inovadoras que podem transformar a assistência médica no país. A nefrectomia parcial é indicada para a remoção de tumores renais, garantindo a preservação do órgão, o que é essencial para a manutenção da função renal.

Segundo os desenvolvedores, a tecnologia robótica aumenta a precisão do procedimento, oferecendo movimentos estáveis e uma visão ampliada em alta definição. Isso possibilita intervenções menos invasivas e mais seguras. Entre os principais benefícios para o paciente estão a redução do sangramento, a diminuição do tempo de internação, uma recuperação mais rápida e um menor risco de complicações pós-operatórias.

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