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Reino Unido realizará maior exercício de defesa interna em décadas em 2027

Reino Unido anunciará em 2027 seu maior exercício de defesa interna em décadas.

19/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h21
Reino Unido realizará maior exercício de defesa interna em décadas em 2027

O Reino Unido anunciou que realizará, no próximo ano, seu maior exercício de defesa interna em décadas. O objetivo é testar a capacidade do país em combater ameaças híbridas, que incluem ataques cibernéticos, desinformação e sabotagem de infraestruturas críticas.

Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, o Reino Unido e seus aliados europeus têm acelerado os preparativos de defesa. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) alertou sobre a possibilidade de que Moscou esteja pronta para atacar a Europa até 2030. O governo britânico destacou que a Rússia tem intensificado as ameaças híbridas, abrangendo desde ataques físicos e cibernéticos até a guerra de informação.

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Embora os detalhes do cenário do exercício permaneçam em sigilo, foi informado que a iniciativa terá como foco a prontidão do país frente a potenciais ataques híbridos. Este exercício complementará um exercício de gestão de crises da Otan, que visa avaliar como os aliados coordenam respostas políticas e militares em grandes crises de segurança.

O exercício, que durará vários dias, envolverá ministros e centenas de autoridades de todo o governo e do setor público, conforme declaração do Ministro de Relações Intergovernamentais, Darren Jones.

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Além disso, o Reino Unido atualizou sua lista oficial das maiores ameaças que enfrenta. Entre as novas adições estão tentativas de interferência na democracia, incluindo interferência eleitoral, campanhas de desinformação e operações de influência estrangeira. No total, sete novos riscos foram acrescentados, abrangendo ataques cibernéticos a infraestruturas de dados, abastecimento de água e sistemas policiais.

Um risco significativo identificado é o de “falha na resiliência digital”, que foi baseado nas lições aprendidas com a interrupção dos serviços da CrowdStrike em 2024, que afetou mais de 8 milhões de computadores com sistema Windows em todo o mundo.

Para lidar com essas ameaças, o governo britânico também anunciou o lançamento, ainda este ano, de uma campanha nacional de conscientização pública. A iniciativa visa incentivar as famílias a se prepararem para emergências, que podem incluir condições climáticas extremas, inundações e ataques cibernéticos.

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O Reino Unido anunciou que realizará, no próximo ano, seu maior exercício de defesa interna em décadas. O objetivo é testar a capacidade do país em combater ameaças híbridas, que incluem ataques cibernéticos, desinformação e sabotagem de infraestruturas críticas.

Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, o Reino Unido e seus aliados europeus têm acelerado os preparativos de defesa. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) alertou sobre a possibilidade de que Moscou esteja pronta para atacar a Europa até 2030. O governo britânico destacou que a Rússia tem intensificado as ameaças híbridas, abrangendo desde ataques físicos e cibernéticos até a guerra de informação.

Embora os detalhes do cenário do exercício permaneçam em sigilo, foi informado que a iniciativa terá como foco a prontidão do país frente a potenciais ataques híbridos. Este exercício complementará um exercício de gestão de crises da Otan, que visa avaliar como os aliados coordenam respostas políticas e militares em grandes crises de segurança.

O exercício, que durará vários dias, envolverá ministros e centenas de autoridades de todo o governo e do setor público, conforme declaração do Ministro de Relações Intergovernamentais, Darren Jones.

Além disso, o Reino Unido atualizou sua lista oficial das maiores ameaças que enfrenta. Entre as novas adições estão tentativas de interferência na democracia, incluindo interferência eleitoral, campanhas de desinformação e operações de influência estrangeira. No total, sete novos riscos foram acrescentados, abrangendo ataques cibernéticos a infraestruturas de dados, abastecimento de água e sistemas policiais.

Um risco significativo identificado é o de “falha na resiliência digital”, que foi baseado nas lições aprendidas com a interrupção dos serviços da CrowdStrike em 2024, que afetou mais de 8 milhões de computadores com sistema Windows em todo o mundo.

Para lidar com essas ameaças, o governo britânico também anunciou o lançamento, ainda este ano, de uma campanha nacional de conscientização pública. A iniciativa visa incentivar as famílias a se prepararem para emergências, que podem incluir condições climáticas extremas, inundações e ataques cibernéticos.

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