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Esporte

Copa do Mundo de 2026: Polêmicas Marcam Torneio nos EUA, México e Canadá

Copa do Mundo de 2026 é marcada por polêmicas envolvendo árbitros e logística do Irã.

19/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h05
Copa do Mundo de 2026: Polêmicas Marcam Torneio nos EUA, México e Canadá

A Copa do Mundo de 2026, que ocorre nos Estados Unidos, México e Canadá, gerou uma série de polêmicas que repercutiram tanto dentro quanto fora dos campos. A competição, que promete ser uma das mais comentadas da história, já apresenta controvérsias que envolvem desde a logística da seleção do Irã até intervenções de figuras políticas.

Uma das situações mais notáveis foi a exclusão do árbitro somali Omar Artan, que foi barrado pela FIFA e não poderá atuar no torneio. Com 34 anos, Artan estava entre os 52 árbitros selecionados para a competição e foi eleito o melhor árbitro da Confederação Africana de Futebol (CAF) em 2025. Sua ausência é especialmente marcante, pois ele seria o primeiro árbitro da Somália a apitar uma Copa do Mundo.

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Outra polêmica que ganhou destaque foi a complexidade da logística enfrentada pela seleção do Irã. Devido a sanções impostas pelos Estados Unidos, a equipe iraniana enfrentou sérios problemas durante os preparativos para o torneio. Por questões de segurança e logística, a seleção foi obrigada a mudar seu quartel-general de treinamento de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México. A federação iraniana relatou problemas de imigração que causaram atrasos significativos na entrada e saída dos membros da delegação, impactando o desempenho da equipe.

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O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se tornou um personagem central nas polêmicas do torneio. No ano anterior, ele recebeu o Prêmio da Paz da FIFA durante o sorteio dos grupos da competição, realizado no Kennedy Center, em Washington D.C., sendo o primeiro a receber tal honraria. Durante a Copa, uma situação controversa ocorreu quando o atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos, foi expulso em uma partida da fase de 16 avos de final contra a Bósnia e Herzegovina. A FIFA revogou sua suspensão automática após um pedido direto de Trump, permitindo que Balogun jogasse na oitavas de final contra a Bélgica, onde os EUA foram eliminados por 4 a 1.

Adicionalmente, o torneio também ficou marcado por um show do intervalo que se estendeu além do prometido. A FIFA havia anunciado que o espetáculo duraria 17 minutos, mas a complexidade na montagem e desmontagem do palco levou a um intervalo de 27 minutos entre o fim do primeiro tempo e o início da segunda etapa na final, realizada no Metlife Stadium, em Nova York.

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A Copa do Mundo de 2026, que ocorre nos Estados Unidos, México e Canadá, gerou uma série de polêmicas que repercutiram tanto dentro quanto fora dos campos. A competição, que promete ser uma das mais comentadas da história, já apresenta controvérsias que envolvem desde a logística da seleção do Irã até intervenções de figuras políticas.

Uma das situações mais notáveis foi a exclusão do árbitro somali Omar Artan, que foi barrado pela FIFA e não poderá atuar no torneio. Com 34 anos, Artan estava entre os 52 árbitros selecionados para a competição e foi eleito o melhor árbitro da Confederação Africana de Futebol (CAF) em 2025. Sua ausência é especialmente marcante, pois ele seria o primeiro árbitro da Somália a apitar uma Copa do Mundo.

Outra polêmica que ganhou destaque foi a complexidade da logística enfrentada pela seleção do Irã. Devido a sanções impostas pelos Estados Unidos, a equipe iraniana enfrentou sérios problemas durante os preparativos para o torneio. Por questões de segurança e logística, a seleção foi obrigada a mudar seu quartel-general de treinamento de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México. A federação iraniana relatou problemas de imigração que causaram atrasos significativos na entrada e saída dos membros da delegação, impactando o desempenho da equipe.

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se tornou um personagem central nas polêmicas do torneio. No ano anterior, ele recebeu o Prêmio da Paz da FIFA durante o sorteio dos grupos da competição, realizado no Kennedy Center, em Washington D.C., sendo o primeiro a receber tal honraria. Durante a Copa, uma situação controversa ocorreu quando o atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos, foi expulso em uma partida da fase de 16 avos de final contra a Bósnia e Herzegovina. A FIFA revogou sua suspensão automática após um pedido direto de Trump, permitindo que Balogun jogasse na oitavas de final contra a Bélgica, onde os EUA foram eliminados por 4 a 1.

Adicionalmente, o torneio também ficou marcado por um show do intervalo que se estendeu além do prometido. A FIFA havia anunciado que o espetáculo duraria 17 minutos, mas a complexidade na montagem e desmontagem do palco levou a um intervalo de 27 minutos entre o fim do primeiro tempo e o início da segunda etapa na final, realizada no Metlife Stadium, em Nova York.

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