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Policial

PF inicia segurança para candidatos à Presidência com mais de 600 profissionais

PF inicia esquema de segurança para candidatos à Presidência com mais de 600 profissionais.

20/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h04
PF inicia segurança para candidatos à Presidência com mais de 600 profissionais

A Polícia Federal (PF) inicia, nesta segunda-feira (20), um esquema de segurança para os candidatos à Presidência da República. Os candidatos que forem homologados em convenção partidária devem solicitar o serviço para contar com a proteção da PF durante o período eleitoral.

Entre os candidatos que confirmaram a solicitação do serviço de segurança estão Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, terá sua proteção realizada em conjunto pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e pela PF.

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A assessoria do pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) informou que, por preferência pessoal e devido ao cargo de senador, ele optou por manter a equipe da Polícia Legislativa do Senado, dispensando assim os serviços da PF.

Para garantir a segurança dos candidatos, a PF formou grupos compostos por delegados, agentes e escrivães especializados. Desde 2025, mais de 600 profissionais foram capacitados, e até 458 servidores serão recrutados para essa função. A PF também realizou uma avaliação de risco que classifica os pré-candidatos em quatro níveis de ameaça: muito alto, alto, moderado e baixo.

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Os custos estimados para assegurar a segurança de até dez candidaturas à Presidência nas eleições de 2026 giram em torno de R$ 95 milhões. Esse orçamento será utilizado para a mobilização dos agentes, serviços e a aquisição de equipamentos essenciais, como veículos blindados, coletes de segurança balísticos de alto desempenho, sistemas antidrones e kits antibombas.

A PF enfatiza que o tratamento será igualitário, aplicando os mesmos critérios técnicos a todos os candidatos. As equipes de segurança serão coordenadas a partir da Sala Nacional de Comando e Controle, em Brasília, permitindo o acompanhamento das equipes e agendas em tempo real, garantindo suporte logístico e tomadas de decisão rápidas.

As ações da PF também serão integradas com as forças de segurança estaduais e municipais, visando causar a menor interferência possível na dinâmica das campanhas eleitorais.

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A Polícia Federal (PF) inicia, nesta segunda-feira (20), um esquema de segurança para os candidatos à Presidência da República. Os candidatos que forem homologados em convenção partidária devem solicitar o serviço para contar com a proteção da PF durante o período eleitoral.

Entre os candidatos que confirmaram a solicitação do serviço de segurança estão Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, terá sua proteção realizada em conjunto pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e pela PF.

A assessoria do pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) informou que, por preferência pessoal e devido ao cargo de senador, ele optou por manter a equipe da Polícia Legislativa do Senado, dispensando assim os serviços da PF.

Para garantir a segurança dos candidatos, a PF formou grupos compostos por delegados, agentes e escrivães especializados. Desde 2025, mais de 600 profissionais foram capacitados, e até 458 servidores serão recrutados para essa função. A PF também realizou uma avaliação de risco que classifica os pré-candidatos em quatro níveis de ameaça: muito alto, alto, moderado e baixo.

Os custos estimados para assegurar a segurança de até dez candidaturas à Presidência nas eleições de 2026 giram em torno de R$ 95 milhões. Esse orçamento será utilizado para a mobilização dos agentes, serviços e a aquisição de equipamentos essenciais, como veículos blindados, coletes de segurança balísticos de alto desempenho, sistemas antidrones e kits antibombas.

A PF enfatiza que o tratamento será igualitário, aplicando os mesmos critérios técnicos a todos os candidatos. As equipes de segurança serão coordenadas a partir da Sala Nacional de Comando e Controle, em Brasília, permitindo o acompanhamento das equipes e agendas em tempo real, garantindo suporte logístico e tomadas de decisão rápidas.

As ações da PF também serão integradas com as forças de segurança estaduais e municipais, visando causar a menor interferência possível na dinâmica das campanhas eleitorais.

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