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Esporte

Um ano da partida de Preta Gil e seu legado nas telonas

Um ano após a morte de Preta Gil, seu legado musical e ativismo continuam vivos.

20/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h03
Um ano da partida de Preta Gil e seu legado nas telonas

A morte da cantora Preta Gil completa um ano nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026. A artista brasileira faleceu em meados de julho do ano passado, após lutar por meses contra um câncer no intestino. Considerada uma das grandes personalidades da música brasileira, seu velório causou grande comoção em 2025.

No último ano, fãs, amigos e familiares relembraram a trajetória de Preta, destacando sua importância tanto na vida pessoal quanto na carreira profissional. Redes sociais se tornaram palco de homenagens, com publicações, vídeos e recordações que celebraram sua contribuição à música e à cultura.

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Preta Gil deixou um legado que inclui seis álbuns, como “Prêt-à Porter” (2003), “Preta” (2005), “Noite Preta ao Vivo” (2010), “Sou como Sou” (2012), “Bloco da Preta” (2014) e “Todas as Cores” (2017). Além disso, destacou-se por seu bloco de Carnaval no Rio de Janeiro e sua atuação na publicidade por meio da agência Mynd. Em janeiro de 2023, a artista foi diagnosticada com câncer no intestino e, sempre otimista, compartilhou sua batalha nas redes sociais e em entrevistas.

Um dos projetos que celebrará a vida de Preta Gil é o documentário “Quanto Mais Preta, Melhor”, que será lançado exatamente um ano após sua partida. Esta obra combinará um filme e uma série de quatro episódios que contam a história da artista. Outro documentário, intitulado “Preta – Eu Não Ando Só”, também será disponibilizado e foi idealizado a partir de um pedido de Preta em 2023. Este projeto trará um registro íntimo e sem filtros, feito por ela e por aqueles que estiveram ao seu redor.

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As participações confirmadas incluem nomes como Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé, Gominho, Ana Carolina, Francisco, Sol e Gilberto, reforçando a presença de Preta na memória de artistas, fãs e familiares. Mesmo após sua morte, seu impacto na comunidade artística do Brasil permanece forte.

Natural do Rio de Janeiro, Preta nasceu em 8 de agosto de 1974. Gilberto Gil, seu pai, compartilhou em uma publicação que teve uma pequena discussão no cartório ao registrar o nome da filha, fruto de sua relação com Sandra Gadelha. Embora tenha iniciado sua carreira seguindo os passos do pai, Preta se consolidou como uma ativista social, levantando pautas feministas e movimentos contra opressões sociais como gordofobia, racismo e em defesa dos direitos LGBT+.

Ela também se aventurou na televisão, atuando como Helga na novela “Os Mutantes: Caminhos do Coração”, e idealizou seu próprio bloco de carnaval, que nasceu em 2010 e anualmente atraía milhares de foliões às ruas do Rio de Janeiro.

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A morte da cantora Preta Gil completa um ano nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026. A artista brasileira faleceu em meados de julho do ano passado, após lutar por meses contra um câncer no intestino. Considerada uma das grandes personalidades da música brasileira, seu velório causou grande comoção em 2025.

No último ano, fãs, amigos e familiares relembraram a trajetória de Preta, destacando sua importância tanto na vida pessoal quanto na carreira profissional. Redes sociais se tornaram palco de homenagens, com publicações, vídeos e recordações que celebraram sua contribuição à música e à cultura.

Preta Gil deixou um legado que inclui seis álbuns, como “Prêt-à Porter” (2003), “Preta” (2005), “Noite Preta ao Vivo” (2010), “Sou como Sou” (2012), “Bloco da Preta” (2014) e “Todas as Cores” (2017). Além disso, destacou-se por seu bloco de Carnaval no Rio de Janeiro e sua atuação na publicidade por meio da agência Mynd. Em janeiro de 2023, a artista foi diagnosticada com câncer no intestino e, sempre otimista, compartilhou sua batalha nas redes sociais e em entrevistas.

Um dos projetos que celebrará a vida de Preta Gil é o documentário “Quanto Mais Preta, Melhor”, que será lançado exatamente um ano após sua partida. Esta obra combinará um filme e uma série de quatro episódios que contam a história da artista. Outro documentário, intitulado “Preta – Eu Não Ando Só”, também será disponibilizado e foi idealizado a partir de um pedido de Preta em 2023. Este projeto trará um registro íntimo e sem filtros, feito por ela e por aqueles que estiveram ao seu redor.

As participações confirmadas incluem nomes como Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé, Gominho, Ana Carolina, Francisco, Sol e Gilberto, reforçando a presença de Preta na memória de artistas, fãs e familiares. Mesmo após sua morte, seu impacto na comunidade artística do Brasil permanece forte.

Natural do Rio de Janeiro, Preta nasceu em 8 de agosto de 1974. Gilberto Gil, seu pai, compartilhou em uma publicação que teve uma pequena discussão no cartório ao registrar o nome da filha, fruto de sua relação com Sandra Gadelha. Embora tenha iniciado sua carreira seguindo os passos do pai, Preta se consolidou como uma ativista social, levantando pautas feministas e movimentos contra opressões sociais como gordofobia, racismo e em defesa dos direitos LGBT+.

Ela também se aventurou na televisão, atuando como Helga na novela “Os Mutantes: Caminhos do Coração”, e idealizou seu próprio bloco de carnaval, que nasceu em 2010 e anualmente atraía milhares de foliões às ruas do Rio de Janeiro.

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