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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

Constipação intestinal: como lidar com efeito colateral das canetas emagrecedoras

Canetas emagrecedoras podem causar constipação intestinal. Especialistas dão dicas para melhorar o trânsito intestinal.

20/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h02
Constipação intestinal: como lidar com efeito colateral das canetas emagrecedoras

O aumento no uso de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras, como a semaglutida e a liraglutida, trouxe à tona um efeito colateral frequente: a constipação intestinal. Essa condição, que se caracteriza pela dificuldade de evacuar, afeta entre 11% e 37% dos pacientes em tratamento para obesidade. Se não for gerenciada adequadamente, a constipação pode comprometer a adesão ao tratamento.

Um dos principais mecanismos de ação desses fármacos é retardar o esvaziamento do estômago e reduzir a movimentação natural do intestino. Embora essa ação seja benéfica para aumentar a saciedade e controlar os níveis de açúcar no sangue, ela também resulta em um ritmo intestinal mais lento. Dados clínicos indicam que os sintomas de constipação costumam surgir nas primeiras 16 semanas de tratamento, sendo mais comuns nos primeiros 28 dias.

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A redução no consumo de fibras e a baixa ingestão de água durante a dieta também agravam o quadro de intestino preso. Especialistas sugerem algumas estratégias para melhorar o trânsito intestinal e aliviar o desconforto, garantindo assim a continuidade do tratamento.

“A hidratação e o consumo de fibras são fundamentais. É importante aumentar a ingestão de frutas, verduras, grãos integrais e farelos, como aveia e linhaça”, afirmam especialistas.

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A prática regular de atividades físicas é outro ponto destacado, pois auxilia na estimulação dos movimentos peristálticos do intestino. Para aqueles que necessitam, o manejo medicamentoso pode ser uma alternativa eficaz, mas deve ser orientado por um profissional de saúde. Este profissional levará em consideração a idade e a saúde renal do paciente antes de recomendar o uso de laxantes ou a associação com outras substâncias.

Os riscos da constipação não tratada podem ser graves, evoluindo para complicações como fissuras, hemorroidas ou obstrução intestinal, especialmente em idosos ou pessoas com problemas renais preexistentes. Portanto, o monitoramento médico é indispensável para ajustar as doses e garantir a qualidade de vida do paciente durante o processo de emagrecimento.

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Um dos principais mecanismos de ação desses fármacos é retardar o esvaziamento do estômago e reduzir a movimentação natural do intestino. Embora essa ação seja benéfica para aumentar a saciedade e controlar os níveis de açúcar no sangue, ela também resulta em um ritmo intestinal mais lento. Dados clínicos indicam que os sintomas de constipação costumam surgir nas primeiras 16 semanas de tratamento, sendo mais comuns nos primeiros 28 dias.

A redução no consumo de fibras e a baixa ingestão de água durante a dieta também agravam o quadro de intestino preso. Especialistas sugerem algumas estratégias para melhorar o trânsito intestinal e aliviar o desconforto, garantindo assim a continuidade do tratamento.

“A hidratação e o consumo de fibras são fundamentais. É importante aumentar a ingestão de frutas, verduras, grãos integrais e farelos, como aveia e linhaça”, afirmam especialistas.

A prática regular de atividades físicas é outro ponto destacado, pois auxilia na estimulação dos movimentos peristálticos do intestino. Para aqueles que necessitam, o manejo medicamentoso pode ser uma alternativa eficaz, mas deve ser orientado por um profissional de saúde. Este profissional levará em consideração a idade e a saúde renal do paciente antes de recomendar o uso de laxantes ou a associação com outras substâncias.

Os riscos da constipação não tratada podem ser graves, evoluindo para complicações como fissuras, hemorroidas ou obstrução intestinal, especialmente em idosos ou pessoas com problemas renais preexistentes. Portanto, o monitoramento médico é indispensável para ajustar as doses e garantir a qualidade de vida do paciente durante o processo de emagrecimento.

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