Carolina Dieckmann relembrou um dos períodos mais difíceis vividos por Preta Gil durante seu tratamento contra o câncer. A atriz participou do documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, exibido pela TV Globo e destacou o impacto emocional causado pelo fim do casamento da cantora com Rodrigo Godoy, marcado por uma traição.
De acordo com Carolina, a descoberta da infidelidade ocorreu em um momento muito delicado e acabou exacerbando o sofrimento que Preta enfrentava. “A doença da Preta teve um agravante muito grande, que eu nem consigo te dizer o tamanho, que foi vir junto com o fim do casamento do jeito que foi. Eu acho que, naquele momento, foi uma porrada maior que o câncer”, afirmou a atriz de 47 anos.
“Você toma uma porrada de alguém que você não espera, de alguém com quem você dorme…”, complementou.
A situação levou Gominho a decidir deixar Salvador e se mudar temporariamente para a casa da amiga, na intenção de apoiá-la durante as sessões de quimioterapia, especialmente diante da ausência do então marido. “Era o ex-marido traindo e ela fazendo quimioterapia. Aí eu falei: ‘Não, gente, eu não tenho condição, eu vou para lá’. A gente já foi com essa intenção de estar como sempre esteve com ela”, disse Gominho.
Ao chegar à residência de Preta, Gominho percebeu que Rodrigo Godoy não estava acompanhando o tratamento. “Quando eu cheguei, eu vi que o Rodrigo não estava presente. Todo mundo vivendo as suas vidas. E vendo ele não presente, e conhecendo ela como eu conheço, eu nem pensei duas vezes. Ela não suportava estar sozinha”, explicou.
O documentário também retratou a emoção de Gilberto Gil ao falar sobre a perda da filha, que faleceu em 2025. O cantor revelou que ainda lida diariamente com a saudade, mencionando um retrato da filha que mantém em sua escrivaninha. “Minha menina foi embora. Tenho muita saudade dela. Penso nela o tempo todo”, afirmou.
A vida amorosa de Preta Gil também foi abordada na produção. O artista conhecido como Kannalha comentou sobre sua relação com a cantora, destacando que um dos momentos de felicidade era cuidar da alimentação dela. “Minha felicidade era de fazer ela comer”, disse. Ele também fez um comentário sobre a personalidade de Preta: “Preta fez 50, mas era danada demais. Ela era quente, se tratando do assunto, ave maria”.












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