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Brasil

Itamaraty desaconselha viagens ao Oriente Médio e emite orientações de segurança

Ministério das Relações Exteriores recomenda cautela em viagens ao Oriente Médio.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h10
Itamaraty desaconselha viagens ao Oriente Médio e emite orientações de segurança

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil desaconselhou viagens para parte do Oriente Médio devido às tensões na região. Além disso, o Itamaraty divulgou orientações de segurança para brasileiros que estão ou pretendem viajar aos países afetados pelo conflito.

Entre as recomendações, os viajantes devem acompanhar os canais oficiais das embaixadas do Brasil e seguir as instruções das autoridades locais. O ministério adverte que é importante evitar multidões e protestos, monitorar a imprensa da região e não deixar o local de residência sem antes verificar as condições de segurança.

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O Itamaraty ainda alerta que brasileiros não filmem nem fotografem instalações, veículos ou pessoal militar, ataques ou outros eventos relacionados ao conflito, já que a legislação local pode prever detenção nesses casos.

A mesma orientação é válida para a publicação, em redes sociais, de imagens, vídeos ou textos relacionados ao conflito que possam ser considerados ofensivos à segurança nacional pelas autoridades locais.

Além disso, o ministério recomenda que, em caso de cancelamento de voos, os viajantes procurem suas companhias aéreas para remarcação das passagens e verifiquem se seus documentos de viagem têm validade mínima de seis meses.

A lista de países para os quais o Itamaraty recomenda não viajar inclui: Irã, Israel, Sul do Líbano, Palestina (Faixa de Gaza) e Iémen. Para os demais países, como Palestina (Cisjordânia), Síria, Iraque, Líbano (demais regiões do país), Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita, a recomendação é evitar viagens não essenciais.

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De acordo com o ministério, não há, por ora, restrições à realização de conexões aéreas para Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita.

Em caso de ataques ou bombardeios, a orientação é que brasileiros procurem imediatamente o abrigo mais próximo. Aqueles que estiverem na rua devem buscar estações de metrô, viadutos ou estacionamentos subterrâneos. Já quem estiver em casa deve priorizar cômodos com pelo menos duas paredes entre si e a parede externa do edifício, como salas no térreo, escadas de porão, corredores internos e ambientes sem janelas, mantendo portas e janelas fechadas.

Ao buscar abrigo, a recomendação é evitar permanecer na linha de visão do céu e procurar áreas internas das edificações, garantindo ao menos duas paredes entre o local de permanência e as áreas com maior risco de estilhaços. Além disso, é aconselhável encher banheiras ou recipientes grandes com água fria para formar uma reserva em caso de eventual escassez.

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O Itamaraty também divulgou os contatos de plantão das embaixadas e representações diplomáticas brasileiras na região, além de informar que, em alguns países, há restrições à realização de chamadas por meio do WhatsApp. Nesses casos, a orientação é enviar mensagens caso a ligação não seja completada.

O Itamaraty ressalta que situações de emergência consular são aquelas que exigem atuação imediata, envolvendo risco à vida, segurança ou dignidade humana de cidadãos brasileiros no exterior.

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O Ministério das Relações Exteriores do Brasil desaconselhou viagens para parte do Oriente Médio devido às tensões na região. Além disso, o Itamaraty divulgou orientações de segurança para brasileiros que estão ou pretendem viajar aos países afetados pelo conflito.

Entre as recomendações, os viajantes devem acompanhar os canais oficiais das embaixadas do Brasil e seguir as instruções das autoridades locais. O ministério adverte que é importante evitar multidões e protestos, monitorar a imprensa da região e não deixar o local de residência sem antes verificar as condições de segurança.

O Itamaraty ainda alerta que brasileiros não filmem nem fotografem instalações, veículos ou pessoal militar, ataques ou outros eventos relacionados ao conflito, já que a legislação local pode prever detenção nesses casos.

A mesma orientação é válida para a publicação, em redes sociais, de imagens, vídeos ou textos relacionados ao conflito que possam ser considerados ofensivos à segurança nacional pelas autoridades locais.

Além disso, o ministério recomenda que, em caso de cancelamento de voos, os viajantes procurem suas companhias aéreas para remarcação das passagens e verifiquem se seus documentos de viagem têm validade mínima de seis meses.

A lista de países para os quais o Itamaraty recomenda não viajar inclui: Irã, Israel, Sul do Líbano, Palestina (Faixa de Gaza) e Iémen. Para os demais países, como Palestina (Cisjordânia), Síria, Iraque, Líbano (demais regiões do país), Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita, a recomendação é evitar viagens não essenciais.

De acordo com o ministério, não há, por ora, restrições à realização de conexões aéreas para Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita.

Em caso de ataques ou bombardeios, a orientação é que brasileiros procurem imediatamente o abrigo mais próximo. Aqueles que estiverem na rua devem buscar estações de metrô, viadutos ou estacionamentos subterrâneos. Já quem estiver em casa deve priorizar cômodos com pelo menos duas paredes entre si e a parede externa do edifício, como salas no térreo, escadas de porão, corredores internos e ambientes sem janelas, mantendo portas e janelas fechadas.

Ao buscar abrigo, a recomendação é evitar permanecer na linha de visão do céu e procurar áreas internas das edificações, garantindo ao menos duas paredes entre o local de permanência e as áreas com maior risco de estilhaços. Além disso, é aconselhável encher banheiras ou recipientes grandes com água fria para formar uma reserva em caso de eventual escassez.

O Itamaraty também divulgou os contatos de plantão das embaixadas e representações diplomáticas brasileiras na região, além de informar que, em alguns países, há restrições à realização de chamadas por meio do WhatsApp. Nesses casos, a orientação é enviar mensagens caso a ligação não seja completada.

O Itamaraty ressalta que situações de emergência consular são aquelas que exigem atuação imediata, envolvendo risco à vida, segurança ou dignidade humana de cidadãos brasileiros no exterior.

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