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Aracaju, Quarta-feira, 15 de julho de 2026
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Senado aprova aposentadoria especial para agentes de saúde e de endemias; veja como foi a votação

Brasil

Senado aprova aposentadoria especial para agentes de saúde e de endemias; veja como foi a votação

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (14), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que institui a aposentadoria especial para os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. A matéria, que já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, era considerada uma "pauta-bomba" pela equipe econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva devido ao impacto fiscal nas contas públicas.

15/07/2026 · 11h13
Senado aprova aposentadoria especial para agentes de saúde e de endemias; veja como foi a votação

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Considerada “pauta-bomba” pelo governo federal, PEC passou com ampla margem de 73 votos a 1 nos dois turnos; proposta segue direto para promulgação no Congresso.

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (14), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que institui a aposentadoria especial para os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. A matéria, que já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, era considerada uma “pauta-bomba” pela equipe econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva devido ao impacto fiscal nas contas públicas.

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Apesar da preocupação do Palácio do Planalto com o impacto financeiro, a articulação política governista não conseguiu conter o apoio em massa à proposta. Toda a bancada de senadores do PT presente no plenário votou de forma favorável ao projeto.

Placar esmagador e o único voto contrário

A votação em dois turnos refletiu um consenso quase absoluto entre os parlamentares para beneficiar a categoria. O placar final registrou 73 votos favoráveis e apenas 1 contrário em ambas as rodadas de votação.

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  • O voto dissidente: O único senador a votar contra a concessão do benefício foi o general Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
  • A abstenção: Houve apenas uma abstenção registrada, do senador Eduardo Girão (Novo-CE).

Apoio dos partidos e ausências em plenário

A proposta obteve adesão unânime de grandes bancadas de centro, de esquerda e de oposição. Todos os senadores presentes dos partidos PSD, MDB, PSB, PSDB, Podemos e PDT votaram sim. Entre os oito senadores do PT que compareceram à sessão, todos deram voto favorável à PEC.

Cinco parlamentares estiveram ausentes durante a votação em plenário:

  • Daniella Ribeiro (PP-PB)
  • Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
  • Marcos do Val (Avante-ES)
  • Rogério Marinho (PL-RN)
  • Teresa Leitão (PT-PE)

Próximos passos: Promulgação imediata

Como o texto já passou pela análise e aprovação das duas Casas legislativas (Câmara e Senado) sem sofrer alterações de mérito, a emenda constitucional não necessita da sanção do presidente da República. Por se tratar de uma PEC, o Palácio do Planalto não tem o poder de veto sobre a medida.

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O texto segue agora diretamente para a promulgação em sessão do Congresso Nacional, que será conduzida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) — principal articulador político para que a proposta fosse pautada e votada com celeridade nesta semana.

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Considerada “pauta-bomba” pelo governo federal, PEC passou com ampla margem de 73 votos a 1 nos dois turnos; proposta segue direto para promulgação no Congresso.

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (14), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que institui a aposentadoria especial para os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. A matéria, que já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, era considerada uma “pauta-bomba” pela equipe econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva devido ao impacto fiscal nas contas públicas.

Apesar da preocupação do Palácio do Planalto com o impacto financeiro, a articulação política governista não conseguiu conter o apoio em massa à proposta. Toda a bancada de senadores do PT presente no plenário votou de forma favorável ao projeto.

Placar esmagador e o único voto contrário

A votação em dois turnos refletiu um consenso quase absoluto entre os parlamentares para beneficiar a categoria. O placar final registrou 73 votos favoráveis e apenas 1 contrário em ambas as rodadas de votação.

  • O voto dissidente: O único senador a votar contra a concessão do benefício foi o general Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
  • A abstenção: Houve apenas uma abstenção registrada, do senador Eduardo Girão (Novo-CE).

Apoio dos partidos e ausências em plenário

A proposta obteve adesão unânime de grandes bancadas de centro, de esquerda e de oposição. Todos os senadores presentes dos partidos PSD, MDB, PSB, PSDB, Podemos e PDT votaram sim. Entre os oito senadores do PT que compareceram à sessão, todos deram voto favorável à PEC.

Cinco parlamentares estiveram ausentes durante a votação em plenário:

  • Daniella Ribeiro (PP-PB)
  • Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
  • Marcos do Val (Avante-ES)
  • Rogério Marinho (PL-RN)
  • Teresa Leitão (PT-PE)

Próximos passos: Promulgação imediata

Como o texto já passou pela análise e aprovação das duas Casas legislativas (Câmara e Senado) sem sofrer alterações de mérito, a emenda constitucional não necessita da sanção do presidente da República. Por se tratar de uma PEC, o Palácio do Planalto não tem o poder de veto sobre a medida.

O texto segue agora diretamente para a promulgação em sessão do Congresso Nacional, que será conduzida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) — principal articulador político para que a proposta fosse pautada e votada com celeridade nesta semana.

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