A recente aparição do atacante Vinícius Jr. em um evento em Goiânia (GO) despertou a atenção do público para mudanças em sua fisionomia, especialmente no que se refere ao queixo e ao contorno da mandíbula. Essa situação trouxe de volta à discussão a harmonização facial, uma técnica que visa equilibrar as proporções do rosto e que, apesar de sua popularidade, apresenta contraindicações e riscos que exigem uma avaliação médica cuidadosa.
Embora a harmonização facial seja considerada uma intervenção minimamente invasiva, não é indicada para todos os perfis. Diretrizes médicas estabelecem que alguns grupos devem evitar ou adiar o procedimento. Entre esses grupos estão:
Gestantes e lactantes: Mulheres grávidas ou em período de amamentação devem priorizar sua segurança durante esses momentos delicados.
Pessoas com doenças autoimunes: Condições como lúpus e outras doenças crônicas descontroladas podem interferir na resposta imunológica do organismo.
Pacientes com infecções ativas: Indivíduos que apresentem acne severa, herpes ou outras infecções na pele na área de tratamento devem aguardar a completa resolução do quadro antes de considerar o procedimento.
Alérgicos aos componentes: Pessoas com histórico de hipersensibilidade às substâncias utilizadas, como o ácido hialurônico, também devem evitar a harmonização.
Menores de idade: Geralmente, adolescentes não são candidatos ideais para esse tipo de procedimento, pois a estrutura óssea e o rosto ainda estão em desenvolvimento.
A harmonização facial envolve uma combinação de técnicas que incluem preenchedores, toxina botulínica e bioestimuladores de colágeno. Especialistas ressaltam que a escolha de um profissional qualificado é fundamental para evitar complicações graves. Os riscos associados ao procedimento podem variar desde edemas e hematomas temporários a situações mais críticas, como a necrose da pele, que ocorre quando um vaso sanguíneo é obstruído pelo preenchedor, levando à perda de tecido e, em casos raros, à perda da visão.
No caso de atletas profissionais, como Vinícius Jr., o planejamento para o procedimento deve levar em consideração o calendário de competições. Recomenda-se uma pausa de 24 a 48 horas em atividades físicas intensas após a aplicação, a fim de minimizar o risco de inchaços e complicações.









LEIA TAMBÉM
Reconhecimento Histórico: Hospital de Cirurgia homenageia Márcia Guimarães por liderança na reconstrução da instituição centenária
16 de setPesquisa aponta queda na prevalência de HPV entre jovens após vacinação
15 de set“A qualidade será pioneira no Brasil”, garante diretor sobre o novo Hospital do Câncer de Sergipe
15 de setReceba as notícias no seu WhatsApp
Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe
Entrar no canal →

