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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Política

Aracaju registra queda no LIRAa 4º: infestação do Aedes cai a 1,5%

Prefeitura de Aracaju divulga 4º LIRAa com índice de infestação do Aedes aegypti em 1,5%.

24/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h08
Aracaju registra queda no LIRAa 4º: infestação do Aedes cai a 1,5%

Levantamento feito de 2 a 10 de julho pela SMS apontou índice geral de 1,5%, em nível de risco médio para arboviroses. O dado representa queda de 0,4 ponto em relação a maio (1,9%).

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), divulgou nesta quinta-feira, 23, o resultado do quarto Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. O estudo, realizado entre os dias 2 e 10 de julho em todos os bairros da capital, apontou um índice geral de infestação de 1,5%, classificado como médio risco para surtos de arboviroses.

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Comparado ao levantamento anterior, realizado em maio, quando o índice foi de 1,9%, houve uma redução de 0,4 ponto percentual. Esse resultado reflete as ações contínuas de vigilância e controle desenvolvidas pelo município.

Apesar da diminuição no índice geral, três bairros continuam classificados como de alto risco. São eles: Dom Luciano (5,9%), Luzia (4,8%) e Suíssa (4,4%). O levantamento também registrou uma queda significativa nos indicadores de bairros que enfrentavam situação crítica na avaliação anterior. O bairro Cidade Nova, por exemplo, reduziu o índice de 6,5% para 2,6%; o Cirurgia, de 9,4% para 2,0%; o Grageru, de 4,0% para 3,4%; e o Santo Antônio passou de 4,5% para índice zero.

Dos 48 bairros avaliados, 18 foram classificados como de baixo risco, 27 de médio risco e três de alto risco para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

O LIRAa também aponta que os principais focos do Aedes aegypti permanecem concentrados em recipientes existentes dentro das residências. Os depósitos destinados ao armazenamento de água, como tonéis e lavanderias, responderam por 40,4% dos criadouros encontrados. Além disso, vasos e pratos de plantas, recipientes para água de animais, reservatórios de geladeiras e outros recipientes domiciliares representaram 42,5% dos focos identificados.

A coordenadora da Vigilância em Saúde da SMS destacou que a redução do índice demonstra a efetividade das ações desenvolvidas pelo município, mas reforçou que o combate ao mosquito depende da participação contínua da população. Ela enfatizou a importância de cada morador eliminar possíveis criadouros dentro de casa e permitir o acesso das equipes de saúde durante as visitas domiciliares.

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“Mesmo com a redução observada, continuamos em uma classificação de médio risco. Por isso, é fundamental que cada morador elimine possíveis criadouros dentro de casa e permita o acesso das equipes de saúde durante as visitas domiciliares. O combate ao mosquito é uma responsabilidade compartilhada”, afirmou.

O gerente do Programa de Combate ao Aedes aegypti explicou que o levantamento orienta o planejamento das ações de campo. Ele ressaltou que as equipes atuam diariamente com visitas domiciliares, monitoramento e ações de bloqueio, intensificando o trabalho nos bairros que apresentam maior vulnerabilidade.

Entre maio e junho deste ano, a SMS realizou 77.300 visitas domiciliares e inspecionou 1.393 pontos estratégicos da cidade. Durante esse período, foram executados 1.853 tratamentos focais com larvicida residual e 68 tratamentos perifocais com inseticida.

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A SMS também promoveu quatro mutirões de combate ao Aedes aegypti em parceria com a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), focando nos bairros Cirurgia, Cidade Nova, Santo Antônio e Grageru, que apresentavam alto risco no levantamento anterior.

Como parte das ações de bloqueio das arboviroses, foram realizadas aplicações de UBV costal (fumacê) em 421 quarteirões, alcançando 23.280 imóveis entre maio e junho. No mesmo período, o município registrou 309 notificações de dengue, com 31 casos confirmados. Em relação à chikungunya, foram notificadas 10 ocorrências, com seis confirmações, e a zika contabilizou duas notificações, sem confirmações de casos.

A SMS reforça que a eliminação de recipientes que acumulam água continua sendo a principal medida para prevenir a proliferação do Aedes aegypti. A orientação é manter caixas d’água tampadas, limpar calhas e ralos periodicamente, eliminar recipientes que possam acumular água e permitir a entrada dos agentes de combate às endemias durante as visitas domiciliares. A colaboração da população é essencial para reduzir os focos do mosquito e prevenir casos de dengue, zika e chikungunya.

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Levantamento feito de 2 a 10 de julho pela SMS apontou índice geral de 1,5%, em nível de risco médio para arboviroses. O dado representa queda de 0,4 ponto em relação a maio (1,9%).

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), divulgou nesta quinta-feira, 23, o resultado do quarto Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. O estudo, realizado entre os dias 2 e 10 de julho em todos os bairros da capital, apontou um índice geral de infestação de 1,5%, classificado como médio risco para surtos de arboviroses.

Comparado ao levantamento anterior, realizado em maio, quando o índice foi de 1,9%, houve uma redução de 0,4 ponto percentual. Esse resultado reflete as ações contínuas de vigilância e controle desenvolvidas pelo município.

Apesar da diminuição no índice geral, três bairros continuam classificados como de alto risco. São eles: Dom Luciano (5,9%), Luzia (4,8%) e Suíssa (4,4%). O levantamento também registrou uma queda significativa nos indicadores de bairros que enfrentavam situação crítica na avaliação anterior. O bairro Cidade Nova, por exemplo, reduziu o índice de 6,5% para 2,6%; o Cirurgia, de 9,4% para 2,0%; o Grageru, de 4,0% para 3,4%; e o Santo Antônio passou de 4,5% para índice zero.

Dos 48 bairros avaliados, 18 foram classificados como de baixo risco, 27 de médio risco e três de alto risco para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

O LIRAa também aponta que os principais focos do Aedes aegypti permanecem concentrados em recipientes existentes dentro das residências. Os depósitos destinados ao armazenamento de água, como tonéis e lavanderias, responderam por 40,4% dos criadouros encontrados. Além disso, vasos e pratos de plantas, recipientes para água de animais, reservatórios de geladeiras e outros recipientes domiciliares representaram 42,5% dos focos identificados.

A coordenadora da Vigilância em Saúde da SMS destacou que a redução do índice demonstra a efetividade das ações desenvolvidas pelo município, mas reforçou que o combate ao mosquito depende da participação contínua da população. Ela enfatizou a importância de cada morador eliminar possíveis criadouros dentro de casa e permitir o acesso das equipes de saúde durante as visitas domiciliares.

“Mesmo com a redução observada, continuamos em uma classificação de médio risco. Por isso, é fundamental que cada morador elimine possíveis criadouros dentro de casa e permita o acesso das equipes de saúde durante as visitas domiciliares. O combate ao mosquito é uma responsabilidade compartilhada”, afirmou.

O gerente do Programa de Combate ao Aedes aegypti explicou que o levantamento orienta o planejamento das ações de campo. Ele ressaltou que as equipes atuam diariamente com visitas domiciliares, monitoramento e ações de bloqueio, intensificando o trabalho nos bairros que apresentam maior vulnerabilidade.

Entre maio e junho deste ano, a SMS realizou 77.300 visitas domiciliares e inspecionou 1.393 pontos estratégicos da cidade. Durante esse período, foram executados 1.853 tratamentos focais com larvicida residual e 68 tratamentos perifocais com inseticida.

A SMS também promoveu quatro mutirões de combate ao Aedes aegypti em parceria com a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), focando nos bairros Cirurgia, Cidade Nova, Santo Antônio e Grageru, que apresentavam alto risco no levantamento anterior.

Como parte das ações de bloqueio das arboviroses, foram realizadas aplicações de UBV costal (fumacê) em 421 quarteirões, alcançando 23.280 imóveis entre maio e junho. No mesmo período, o município registrou 309 notificações de dengue, com 31 casos confirmados. Em relação à chikungunya, foram notificadas 10 ocorrências, com seis confirmações, e a zika contabilizou duas notificações, sem confirmações de casos.

A SMS reforça que a eliminação de recipientes que acumulam água continua sendo a principal medida para prevenir a proliferação do Aedes aegypti. A orientação é manter caixas d’água tampadas, limpar calhas e ralos periodicamente, eliminar recipientes que possam acumular água e permitir a entrada dos agentes de combate às endemias durante as visitas domiciliares. A colaboração da população é essencial para reduzir os focos do mosquito e prevenir casos de dengue, zika e chikungunya.

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