O DC anunciou, em 24/07/2026, a advogada Clariana Barão para substituir Joaquim Barbosa na corrida ao Planalto. A convenção que oficializa a postulação será em 2 de agosto; ela é a segunda mulher na disputa.
O Democracia Cristã (DC) lançou a advogada Clariana Barão como sua candidata à Presidência da República, substituindo Joaquim Barbosa. A decisão foi anunciada na sexta-feira, 24 de julho de 2026, após a desistência do ex-ministro aposentado do STF de concorrer ao Palácio do Planalto.
Clariana se torna a segunda mulher oficialmente na corrida presidencial de 2026, ao lado de Samara Martins, do Unidade Popular. A convenção nacional do DC, que irá formalizar a candidatura de Clariana, está agendada para o dia 2 de agosto.
A escolha da nova candidata foi amplamente divulgada nas redes sociais, com a advogada e o presidente nacional do DC, João Caldas, compartilhando a informação. Na madrugada deste sábado, 25 de julho, Clariana publicou um vídeo em seu Instagram, onde aparece se preparando para uma gravação de TV. Nas imagens, ela demonstra confiança ao afirmar: “É um grande desafio! E eu ESTOU PRONTA para ele!! #presidente”.
Atualmente, Clariana preside o diretório do DC em Mato Grosso e, segundo João Caldas, sua candidatura representa uma importante oportunidade para que o Brasil tenha uma voz feminina na eleição presidencial. Ele destacou que “Clariana representa a oportunidade de o Brasil ter, nesta eleição, uma voz feminina na disputa pela Presidência”.
Em sua declaração, a candidata ressaltou a importância de sua participação, afirmando que pretende ser “a voz de milhares de mulheres”. Ela enfatizou que “é impossível imaginar uma eleição no Brasil em que 52% do eleitorado são mulheres e não ter uma candidata”.
Joaquim Barbosa foi inicialmente anunciado como pré-candidato pelo DC após a saída do ex-ministro Aldo Rebelo, que havia sido o primeiro nome da sigla para a disputa. A escolha de Barbosa visava dar maior visibilidade à candidatura do partido, mas enfrentou desafios em reunir recursos, estrutura e alianças necessárias para a campanha.
Nos primeiros dias de julho, Barbosa começou a dar sinais de que poderia desistir da disputa, e dirigentes do DC já admitiam a possibilidade de sua não participação. O ex-ministro não fez declarações públicas significativas sobre sua pré-candidatura e, com sua saída, o partido optou por uma candidatura interna para manter a presença na eleição.
Vale lembrar que o DC enfrenta dificuldades estruturais e não terá tempo de propaganda eleitoral na televisão, o que pode impactar sua campanha.
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