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Internacional

Vice-presidente e chefe militar dos EUA manifestam preocupações sobre Irã

Vance e Caine expressam preocupações sobre escalada da guerra com o Irã.

26/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h18
Vice-presidente e chefe militar dos EUA manifestam preocupações sobre Irã

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, expressaram preocupações sobre uma potencial escalada da guerra com o Irã durante uma reunião na Casa Branca na última sexta-feira, dia 24. A informação foi revelada por fontes próximas ao assunto e autoridades americanas.

Nessa mesma noite, os EUA aparentemente suspenderam a campanha de bombardeios contra o Irã, que havia ocorrido por quase duas semanas consecutivas. Segundo uma fonte do Departamento de Defesa, as operações estão ‘em pausa’, conforme informado no sábado, dia 25.

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Durante a reunião de sexta-feira, o general Caine levantou preocupações sobre os estoques de munição dos EUA e outras possíveis implicações negativas. Uma das fontes destacou que Caine informou ao presidente Trump e aos militares que poderiam executar as opções disponíveis com sucesso, mas alertou sobre as consequências.

“O presidente Trump sempre manteve a posição de que prefere uma solução diplomática, mas continua a manter todas as opções em aberto caso o Irã prossiga com atividades terroristas no Estreito de Ormuz ou contra aliados”, disse o diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung.

A preocupação com os estoques de armamentos foi uma das várias apresentadas a Trump durante a reunião. Não está claro se essa preocupação ou o alerta sobre a escalada foram as razões principais para a suspensão dos ataques ou se essa pausa será mantida.

Cheung também afirmou que, somadas às sanções que paralisaram a economia do Irã e aos 13 dias consecutivos de ataques contra alvos militares, seria sensato que o Irã buscasse um acordo negociado. Caso contrário, segundo ele, o país saberia quais seriam as consequências.

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As Forças Armadas dos EUA continuam com estoques estratégicos de armas reduzidos, que podem ser ainda mais pressionados se os ataques ao Irã prosseguirem. Após a reunião de sexta-feira, Trump destacou que as autoridades americanas estavam em negociações ativas com o Irã, mas também mencionou a possibilidade de que os militares continuassem a campanha de bombardeios ou aumentassem a intensidade.

Trump ressaltou que o Irã parecia estar levando as negociações a sério. Até a tarde de sexta-feira, o governo ainda avaliava as possíveis escaladas do conflito, enquanto países do Golfo pediam moderação em conversas recentes com autoridades do governo americano.

Diante do dilema de operações militares de escalada limitada, Trump havia instruído seus negociadores a continuarem as conversas, o que reflete a complexidade da situação. Poucas pessoas no círculo íntimo do presidente ou no Pentágono acreditavam que as opções de escalada produziriam os resultados desejados.

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O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, afirmou que as Forças Armadas dos EUA são as mais poderosas do mundo e possuem os recursos necessários para agir onde e quando o presidente determinar.

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O vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, expressaram preocupações sobre uma potencial escalada da guerra com o Irã durante uma reunião na Casa Branca na última sexta-feira, dia 24. A informação foi revelada por fontes próximas ao assunto e autoridades americanas.

Nessa mesma noite, os EUA aparentemente suspenderam a campanha de bombardeios contra o Irã, que havia ocorrido por quase duas semanas consecutivas. Segundo uma fonte do Departamento de Defesa, as operações estão ‘em pausa’, conforme informado no sábado, dia 25.

Durante a reunião de sexta-feira, o general Caine levantou preocupações sobre os estoques de munição dos EUA e outras possíveis implicações negativas. Uma das fontes destacou que Caine informou ao presidente Trump e aos militares que poderiam executar as opções disponíveis com sucesso, mas alertou sobre as consequências.

“O presidente Trump sempre manteve a posição de que prefere uma solução diplomática, mas continua a manter todas as opções em aberto caso o Irã prossiga com atividades terroristas no Estreito de Ormuz ou contra aliados”, disse o diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung.

A preocupação com os estoques de armamentos foi uma das várias apresentadas a Trump durante a reunião. Não está claro se essa preocupação ou o alerta sobre a escalada foram as razões principais para a suspensão dos ataques ou se essa pausa será mantida.

Cheung também afirmou que, somadas às sanções que paralisaram a economia do Irã e aos 13 dias consecutivos de ataques contra alvos militares, seria sensato que o Irã buscasse um acordo negociado. Caso contrário, segundo ele, o país saberia quais seriam as consequências.

As Forças Armadas dos EUA continuam com estoques estratégicos de armas reduzidos, que podem ser ainda mais pressionados se os ataques ao Irã prosseguirem. Após a reunião de sexta-feira, Trump destacou que as autoridades americanas estavam em negociações ativas com o Irã, mas também mencionou a possibilidade de que os militares continuassem a campanha de bombardeios ou aumentassem a intensidade.

Trump ressaltou que o Irã parecia estar levando as negociações a sério. Até a tarde de sexta-feira, o governo ainda avaliava as possíveis escaladas do conflito, enquanto países do Golfo pediam moderação em conversas recentes com autoridades do governo americano.

Diante do dilema de operações militares de escalada limitada, Trump havia instruído seus negociadores a continuarem as conversas, o que reflete a complexidade da situação. Poucas pessoas no círculo íntimo do presidente ou no Pentágono acreditavam que as opções de escalada produziriam os resultados desejados.

O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, afirmou que as Forças Armadas dos EUA são as mais poderosas do mundo e possuem os recursos necessários para agir onde e quando o presidente determinar.

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