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Aracaju, Domingo, 27 de setembro de 2026
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Economia

Casos de transferências e movimentações bancárias não autorizadas em contas do Banco do Estado de Sergipe (Banese) vêm sendo denunciados por correntistas em Aracaju

Relatos recentes, boletins de ocorrência registrados na Polícia Civil de Sergipe e documentos obtidos pela reportagem apontam para diferentes casos em que clientes afirmam ter sido surpreendidos com a retirada de valores de suas contas por meio de transações que dizem não ter realizado. Leia também Compre do Pequeno mobiliza consumo e fortalece economia local […]

28/07/2026 · 11h22
Casos de transferências e movimentações bancárias não autorizadas em contas do Banco do Estado de Sergipe (Banese) vêm sendo denunciados por correntistas em Aracaju

Relatos recentes, boletins de ocorrência registrados na Polícia Civil de Sergipe e documentos obtidos pela reportagem apontam para diferentes casos em que clientes afirmam ter sido surpreendidos com a retirada de valores de suas contas por meio de transações que dizem não ter realizado.

Entre as vítimas estão as servidoras públicas Cláudia Cristina Freitas Santos e Maria da Glória Dias do Nascimento, que relataram movimentações suspeitas ocorridas pouco tempo depois do recebimento de seus vencimentos. Agora, um novo caso se soma às denúncias.

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Um jornalista da capital sergipana registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil de Sergipe após identificar duas movimentações bancárias que afirma não ter autorizado em sua conta do Banese.

Segundo o documento, ao acessar a conta, o cliente se deparou com duas operações. Uma delas foi um PIX no valor de R$ 1 mil, direcionado para uma empresa individual registrada em nome de Fernanda Ferreira de Oliveira, por meio de uma conta vinculada ao Banco Stone. A segunda movimentação foi uma transferência interna de R$ 431, destinada a uma conta em nome de Brenda Kelly Teles da Silva Santos. Ao todo, as movimentações não autorizadas somaram R$ 1.431.

No boletim de ocorrência, a vítima declarou que não realizou as transações e afirmou desconhecer quem teria efetuado as operações. O caso foi registrado como furto qualificado com abuso de confiança ou mediante fraude, escusa ou destreza, e será investigado pela Polícia Civil. O novo relato apresenta semelhanças com os casos denunciados anteriormente por servidoras públicas.

A servidora municipal Cláudia Cristina Freitas Santos, de 51 anos, contou que seu salário foi depositado em sua conta do Banese no dia 20 de julho e, menos de uma hora depois, o dinheiro desapareceu.

Segundo ela, no momento da movimentação, participava de uma reunião de trabalho online pelo computador e não utilizava o celular. Ao acessar a conta horas depois, encontrou apenas R$ 0,38 de saldo.

Cláudia afirma que o extrato bancário mostrou que o dinheiro foi enviado para uma empresa registrada em São Paulo e aberta poucos dias antes da transação. “Não tem como eu ter feito isso. A transação foi pelo celular e ele estava carregando. Eu estava fazendo a reunião através do notebook, não estava utilizando o celular”, relatou.

Dez dias antes, em 10 de julho, a servidora pública Maria da Glória Dias do Nascimento, de 65 anos, também relatou ter sido vítima de uma movimentação não autorizada.

Ela aguardava o depósito de uma gratificação em sua conta. Segundo o relato, apenas dois minutos depois de a filha identificar a notificação de entrada do dinheiro, uma nova mensagem apontou a saída de mais de R$ 5 mil da conta.

De acordo com o boletim de ocorrência, o valor foi retirado por meio de PIX QR Code utilizando uma máquina de cartão da operadora Stone. A vítima também afirma não ter realizado a operação.

Vítimas cobram posicionamento e ressarcimento

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Os casos têm provocado questionamentos sobre a atuação do Banese diante das denúncias. As vítimas afirmam que, apesar de procurarem a instituição financeira para contestar as operações, não receberam, até o momento, uma resposta que garanta o ressarcimento dos valores perdidos.

A principal cobrança é para que o banco esclareça como transações não reconhecidas conseguem ser realizadas em contas de clientes e quais mecanismos de segurança foram utilizados para impedir as movimentações.

As vítimas questionam ainda como criminosos conseguem realizar operações financeiras sem autorização dos titulares, mesmo diante dos diferentes mecanismos de autenticação e segurança utilizados nas plataformas bancárias.

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Na avaliação dos clientes lesados, não basta apenas a instituição financeira divulgar orientações e campanhas educativas para que os correntistas evitem golpes. Eles cobram uma postura mais efetiva do banco diante dos prejuízos já registrados e defendem que a instituição esclareça se irá ressarcir os valores retirados das contas.

Até o momento, segundo os relatos apresentados, o Banese não teria se comprometido publicamente com a devolução dos valores aos clientes que afirmam ter sido vítimas das fraudes.

A situação também levanta uma questão central: se as transações foram realizadas sem autorização dos titulares, como os fraudadores conseguiram superar os mecanismos de segurança das contas bancárias?

Os clientes esperam que as investigações possam esclarecer se houve falha nos sistemas de segurança, vazamento de dados, comprometimento de dispositivos ou outro mecanismo utilizado pelos criminosos para acessar as contas e realizar as transferências.

Novas vítimas denunciam golpes em contas do Banese e cobram ressarcimento; banco é questionado sobre segurança e responsabilidade

A Polícia Civil de Sergipe informou, nos casos anteriormente divulgados, que procedimentos investigativos foram instaurados para apurar a dinâmica dos fatos. Os boletins de ocorrência relatam possíveis crimes de estelionato e furto qualificado mediante fraude.

Diante do aumento das denúncias, as vítimas defendem que o Banese esclareça não apenas como os golpes ocorreram, mas também qual será a responsabilidade da instituição e quais medidas serão adotadas para ressarcir os clientes que tiveram valores retirados de suas contas sem autorização.

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Relatos recentes, boletins de ocorrência registrados na Polícia Civil de Sergipe e documentos obtidos pela reportagem apontam para diferentes casos em que clientes afirmam ter sido surpreendidos com a retirada de valores de suas contas por meio de transações que dizem não ter realizado.

Entre as vítimas estão as servidoras públicas Cláudia Cristina Freitas Santos e Maria da Glória Dias do Nascimento, que relataram movimentações suspeitas ocorridas pouco tempo depois do recebimento de seus vencimentos. Agora, um novo caso se soma às denúncias.

Um jornalista da capital sergipana registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil de Sergipe após identificar duas movimentações bancárias que afirma não ter autorizado em sua conta do Banese.

Segundo o documento, ao acessar a conta, o cliente se deparou com duas operações. Uma delas foi um PIX no valor de R$ 1 mil, direcionado para uma empresa individual registrada em nome de Fernanda Ferreira de Oliveira, por meio de uma conta vinculada ao Banco Stone. A segunda movimentação foi uma transferência interna de R$ 431, destinada a uma conta em nome de Brenda Kelly Teles da Silva Santos. Ao todo, as movimentações não autorizadas somaram R$ 1.431.

No boletim de ocorrência, a vítima declarou que não realizou as transações e afirmou desconhecer quem teria efetuado as operações. O caso foi registrado como furto qualificado com abuso de confiança ou mediante fraude, escusa ou destreza, e será investigado pela Polícia Civil. O novo relato apresenta semelhanças com os casos denunciados anteriormente por servidoras públicas.

A servidora municipal Cláudia Cristina Freitas Santos, de 51 anos, contou que seu salário foi depositado em sua conta do Banese no dia 20 de julho e, menos de uma hora depois, o dinheiro desapareceu.

Segundo ela, no momento da movimentação, participava de uma reunião de trabalho online pelo computador e não utilizava o celular. Ao acessar a conta horas depois, encontrou apenas R$ 0,38 de saldo.

Cláudia afirma que o extrato bancário mostrou que o dinheiro foi enviado para uma empresa registrada em São Paulo e aberta poucos dias antes da transação. “Não tem como eu ter feito isso. A transação foi pelo celular e ele estava carregando. Eu estava fazendo a reunião através do notebook, não estava utilizando o celular”, relatou.

Dez dias antes, em 10 de julho, a servidora pública Maria da Glória Dias do Nascimento, de 65 anos, também relatou ter sido vítima de uma movimentação não autorizada.

Ela aguardava o depósito de uma gratificação em sua conta. Segundo o relato, apenas dois minutos depois de a filha identificar a notificação de entrada do dinheiro, uma nova mensagem apontou a saída de mais de R$ 5 mil da conta.

De acordo com o boletim de ocorrência, o valor foi retirado por meio de PIX QR Code utilizando uma máquina de cartão da operadora Stone. A vítima também afirma não ter realizado a operação.

Vítimas cobram posicionamento e ressarcimento

Os casos têm provocado questionamentos sobre a atuação do Banese diante das denúncias. As vítimas afirmam que, apesar de procurarem a instituição financeira para contestar as operações, não receberam, até o momento, uma resposta que garanta o ressarcimento dos valores perdidos.

A principal cobrança é para que o banco esclareça como transações não reconhecidas conseguem ser realizadas em contas de clientes e quais mecanismos de segurança foram utilizados para impedir as movimentações.

As vítimas questionam ainda como criminosos conseguem realizar operações financeiras sem autorização dos titulares, mesmo diante dos diferentes mecanismos de autenticação e segurança utilizados nas plataformas bancárias.

Na avaliação dos clientes lesados, não basta apenas a instituição financeira divulgar orientações e campanhas educativas para que os correntistas evitem golpes. Eles cobram uma postura mais efetiva do banco diante dos prejuízos já registrados e defendem que a instituição esclareça se irá ressarcir os valores retirados das contas.

Até o momento, segundo os relatos apresentados, o Banese não teria se comprometido publicamente com a devolução dos valores aos clientes que afirmam ter sido vítimas das fraudes.

A situação também levanta uma questão central: se as transações foram realizadas sem autorização dos titulares, como os fraudadores conseguiram superar os mecanismos de segurança das contas bancárias?

Os clientes esperam que as investigações possam esclarecer se houve falha nos sistemas de segurança, vazamento de dados, comprometimento de dispositivos ou outro mecanismo utilizado pelos criminosos para acessar as contas e realizar as transferências.

Novas vítimas denunciam golpes em contas do Banese e cobram ressarcimento; banco é questionado sobre segurança e responsabilidade

A Polícia Civil de Sergipe informou, nos casos anteriormente divulgados, que procedimentos investigativos foram instaurados para apurar a dinâmica dos fatos. Os boletins de ocorrência relatam possíveis crimes de estelionato e furto qualificado mediante fraude.

Diante do aumento das denúncias, as vítimas defendem que o Banese esclareça não apenas como os golpes ocorreram, mas também qual será a responsabilidade da instituição e quais medidas serão adotadas para ressarcir os clientes que tiveram valores retirados de suas contas sem autorização.

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