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Internacional

Keiko Fujimori assume presidência do Peru em 28 de julho

Keiko Fujimori toma posse como presidente do Peru em 28 de julho, após vitória apertada.

28/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h14
Keiko Fujimori assume presidência do Peru em 28 de julho

A presidente eleita toma posse hoje em Lima, na data da independência do Peru. O JNE validou sua vitória em 3 de julho: 9.223.396 votos (50,135%).

A presidente eleita do Peru, Keiko Fujimori, toma posse nesta terça-feira (28) em uma cerimônia que ocorrerá em Lima, capital do país. O evento é realizado no mesmo dia em que se comemora o aniversário da independência do Peru.

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Keiko foi confirmada como presidente no dia 3 de julho, após o JNE (Júri Nacional Eleitoral) validar sua vitória no segundo turno das eleições. Ela derrotou o deputado de esquerda Roberto Sánchez, após uma disputada apuração de votos que se estendeu por semanas.

Segundo o JNE, Keiko obteve 9.223.396 votos, correspondendo a 50,135% dos votos válidos, enquanto Sánchez recebeu 9.173.755 votos, ou 49,865%, resultando em uma das margens mais apertadas da história recente do Peru.

A posse marca a quarta tentativa de Keiko em assumir a presidência, após derrotas em 2011, 2016 e 2021. Durante sua campanha, a presidente eleita defendeu uma plataforma focada no endurecimento do combate ao crime e enfatizou o legado de seu pai, o ex-presidente Alberto Fujimori.

A cerimônia contará com a presença de diversas autoridades internacionais, incluindo o presidente do Equador, Daniel Noboa, o presidente do Panamá, José Raúl Mulino, e o vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau. Na véspera da posse, Keiko se reuniu com líderes estrangeiros, como o rei Felipe VI da Espanha e representantes do Japão e da China.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deverá comparecer à cerimônia, sendo representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O senador Flávio Bolsonaro, que considerou viajar ao Peru, também não deve participar, permanecendo no Brasil para articular apoio político.

Antes de sua posse, Keiko anunciou a nomeação dos principais ministros de seu gabinete. O economista Elmer Cuba será o novo ministro da Economia, Carlos Espa assume o cargo de ministro das Relações Exteriores, e Luis Galaterra, seu vice na campanha, foi designado como primeiro-ministro e chefe de gabinete.

Keiko Fujimori, de 51 anos, nasceu em Lima em 25 de maio de 1975. Ela é a primogênita de Alberto Fujimori, que faleceu em 2024, e Susana Higuchi, que faleceu em 2021. Em um vídeo publicado em seu canal no YouTube, Keiko mencionou que não tinha a intenção de entrar na política e sonhava em ser empresária, tendo estudado Administração de Empresas e realizado um mestrado nos Estados Unidos.

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No seu plano de governo, Keiko propõe a criação de centros de comando e vigilância interligados, com mapas de criminalidade em tempo real e o uso de inteligência artificial para análises preditivas. Também busca fortalecer os processos de controle orçamentário e ampliar os poderes da Controladoria-Geral da República, além de simplificar procedimentos para pequenas e médias empresas.

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A presidente eleita toma posse hoje em Lima, na data da independência do Peru. O JNE validou sua vitória em 3 de julho: 9.223.396 votos (50,135%).

A presidente eleita do Peru, Keiko Fujimori, toma posse nesta terça-feira (28) em uma cerimônia que ocorrerá em Lima, capital do país. O evento é realizado no mesmo dia em que se comemora o aniversário da independência do Peru.

Keiko foi confirmada como presidente no dia 3 de julho, após o JNE (Júri Nacional Eleitoral) validar sua vitória no segundo turno das eleições. Ela derrotou o deputado de esquerda Roberto Sánchez, após uma disputada apuração de votos que se estendeu por semanas.

Segundo o JNE, Keiko obteve 9.223.396 votos, correspondendo a 50,135% dos votos válidos, enquanto Sánchez recebeu 9.173.755 votos, ou 49,865%, resultando em uma das margens mais apertadas da história recente do Peru.

A posse marca a quarta tentativa de Keiko em assumir a presidência, após derrotas em 2011, 2016 e 2021. Durante sua campanha, a presidente eleita defendeu uma plataforma focada no endurecimento do combate ao crime e enfatizou o legado de seu pai, o ex-presidente Alberto Fujimori.

A cerimônia contará com a presença de diversas autoridades internacionais, incluindo o presidente do Equador, Daniel Noboa, o presidente do Panamá, José Raúl Mulino, e o vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau. Na véspera da posse, Keiko se reuniu com líderes estrangeiros, como o rei Felipe VI da Espanha e representantes do Japão e da China.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deverá comparecer à cerimônia, sendo representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O senador Flávio Bolsonaro, que considerou viajar ao Peru, também não deve participar, permanecendo no Brasil para articular apoio político.

Antes de sua posse, Keiko anunciou a nomeação dos principais ministros de seu gabinete. O economista Elmer Cuba será o novo ministro da Economia, Carlos Espa assume o cargo de ministro das Relações Exteriores, e Luis Galaterra, seu vice na campanha, foi designado como primeiro-ministro e chefe de gabinete.

Keiko Fujimori, de 51 anos, nasceu em Lima em 25 de maio de 1975. Ela é a primogênita de Alberto Fujimori, que faleceu em 2024, e Susana Higuchi, que faleceu em 2021. Em um vídeo publicado em seu canal no YouTube, Keiko mencionou que não tinha a intenção de entrar na política e sonhava em ser empresária, tendo estudado Administração de Empresas e realizado um mestrado nos Estados Unidos.

No seu plano de governo, Keiko propõe a criação de centros de comando e vigilância interligados, com mapas de criminalidade em tempo real e o uso de inteligência artificial para análises preditivas. Também busca fortalecer os processos de controle orçamentário e ampliar os poderes da Controladoria-Geral da República, além de simplificar procedimentos para pequenas e médias empresas.

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