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Internacional

Maior algodoeira da SLC Agrícola entra em operação no Piauí

SLC Agrícola inaugura maior algodoeira da empresa na Fazenda Parnaguá, Piauí.

28/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h19
Maior algodoeira da SLC Agrícola entra em operação no Piauí

A unidade na Fazenda Parnaguá processa até 80 fardos por hora e atenderá cerca de 20 mil hectares por safra, com possibilidade de 25 mil. O complexo ocupa 70 mil m² e tem armazém para 10 mil toneladas de caroço.

A SLC Agrícola inaugurou a maior algodoeira da companhia na Fazenda Parnaguá, localizada no Piauí. A nova unidade tem capacidade para processar até 80 fardos de algodão por hora e beneficiará a produção de aproximadamente 20 mil hectares por safra, com possibilidade de ampliação para atender até 25 mil hectares.

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A estrutura, que ocupa uma área total de 70 mil metros quadrados, inclui 10,2 mil metros quadrados de área construída. O complexo é composto por quatro descaroçadores, cada um com 244 serras, um depósito de fardos e um armazém com capacidade para armazenar 10 mil toneladas de caroço de algodão. Na primeira safra de operação, a expectativa é que a unidade beneficie a produção de cerca de 7 mil hectares cultivados na Fazenda Parnaguá.

De acordo com a SLC Agrícola, a algodoeira foi projetada para atender tanto a demanda atual quanto a expansão da produção nos próximos anos, incluindo operações da empresa no Piauí e no Maranhão. O diretor de Operações da SLC Agrícola, Leonardo Celini, destacou que a nova unidade foi planejada para “atender e acompanhar o crescimento da produção, aprimorando o processo de beneficiamento”.

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A SLC informou que o armazém de caroço de algodão é o primeiro da empresa a contar com um sistema de aeração projetado especificamente para preservar as condições do produto durante o armazenamento. Para desenvolver o projeto, a companhia apoiou um estudo técnico voltado ao dimensionamento das necessidades de aeração e armazenagem do caroço de algodão nas condições climáticas brasileiras. Segundo a empresa, os parâmetros obtidos foram incorporados ao sistema com o objetivo de reduzir riscos de perdas e avarias, preservar a qualidade do produto e ampliar o período de armazenagem.

O projeto da nova algodoeira integrou as áreas agrícola, industrial, de infraestrutura e armazenamento desde as etapas iniciais de planejamento. O objetivo foi alinhar a capacidade de beneficiamento ao ritmo da colheita e organizar um fluxo contínuo de processamento. O dimensionamento da unidade também levou em consideração o início da produção comercial de algodão na Fazenda Perpétua, que anteriormente mantinha apenas áreas experimentais dedicadas à cultura.

Com a nova algodoeira, a SLC Agrícola afirma que terá capacidade para processar a produção da Fazenda Perpétua, receber algodão de outras unidades e atender futuras ampliações da área cultivada. Leonardo Celini acrescentou que o planejamento considerou “o volume recebido nos períodos de pico da colheita, a capacidade dos descaroçadores e a armazenagem dos produtos resultantes do beneficiamento”, visando a organização de um fluxo contínuo, com menos pontos de espera e maior controle das condições operacionais.

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A unidade na Fazenda Parnaguá processa até 80 fardos por hora e atenderá cerca de 20 mil hectares por safra, com possibilidade de 25 mil. O complexo ocupa 70 mil m² e tem armazém para 10 mil toneladas de caroço.

A SLC Agrícola inaugurou a maior algodoeira da companhia na Fazenda Parnaguá, localizada no Piauí. A nova unidade tem capacidade para processar até 80 fardos de algodão por hora e beneficiará a produção de aproximadamente 20 mil hectares por safra, com possibilidade de ampliação para atender até 25 mil hectares.

A estrutura, que ocupa uma área total de 70 mil metros quadrados, inclui 10,2 mil metros quadrados de área construída. O complexo é composto por quatro descaroçadores, cada um com 244 serras, um depósito de fardos e um armazém com capacidade para armazenar 10 mil toneladas de caroço de algodão. Na primeira safra de operação, a expectativa é que a unidade beneficie a produção de cerca de 7 mil hectares cultivados na Fazenda Parnaguá.

De acordo com a SLC Agrícola, a algodoeira foi projetada para atender tanto a demanda atual quanto a expansão da produção nos próximos anos, incluindo operações da empresa no Piauí e no Maranhão. O diretor de Operações da SLC Agrícola, Leonardo Celini, destacou que a nova unidade foi planejada para “atender e acompanhar o crescimento da produção, aprimorando o processo de beneficiamento”.

A SLC informou que o armazém de caroço de algodão é o primeiro da empresa a contar com um sistema de aeração projetado especificamente para preservar as condições do produto durante o armazenamento. Para desenvolver o projeto, a companhia apoiou um estudo técnico voltado ao dimensionamento das necessidades de aeração e armazenagem do caroço de algodão nas condições climáticas brasileiras. Segundo a empresa, os parâmetros obtidos foram incorporados ao sistema com o objetivo de reduzir riscos de perdas e avarias, preservar a qualidade do produto e ampliar o período de armazenagem.

O projeto da nova algodoeira integrou as áreas agrícola, industrial, de infraestrutura e armazenamento desde as etapas iniciais de planejamento. O objetivo foi alinhar a capacidade de beneficiamento ao ritmo da colheita e organizar um fluxo contínuo de processamento. O dimensionamento da unidade também levou em consideração o início da produção comercial de algodão na Fazenda Perpétua, que anteriormente mantinha apenas áreas experimentais dedicadas à cultura.

Com a nova algodoeira, a SLC Agrícola afirma que terá capacidade para processar a produção da Fazenda Perpétua, receber algodão de outras unidades e atender futuras ampliações da área cultivada. Leonardo Celini acrescentou que o planejamento considerou “o volume recebido nos períodos de pico da colheita, a capacidade dos descaroçadores e a armazenagem dos produtos resultantes do beneficiamento”, visando a organização de um fluxo contínuo, com menos pontos de espera e maior controle das condições operacionais.

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