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Eleições

Durigan acusa oposição de silêncio sobre propostas econômicas

Dario Durigan critica a falta de propostas econômicas da oposição na disputa presidencial.

29/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h28
Durigan acusa oposição de silêncio sobre propostas econômicas

Em entrevista ao 'É Notícia', Durigan afirmou que adversários priorizam disputas políticas em vez de apresentar medidas econômicas concretas. Ele disse ser o autor das propostas de desburocratização e reforma tributária.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a oposição chega à reta final da disputa presidencial sem apresentar uma agenda econômica para o país. Em entrevista ao programa “É Notícia”, da RedeTV!, exibida na noite de 28 de julho de 2026, Durigan destacou que os adversários do governo priorizam disputas políticas em vez de discutir medidas para a economia.

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“Eu tenho ouvido um grande silêncio, um silêncio retumbante do lado da oposição, do ponto de vista de proposta, de formulação econômica. Quem tem falado em desburocratização sou eu, e não é de agora. Quem tem defendido uma reforma tributária que facilite a vida do empreendedor, com uma emissão de nota fiscal e não várias, somos nós”, declarou.

O ministro classificou como “um absurdo” a defesa da interrupção da reforma tributária, argumentando que isso equivaleria a considerar adequado o sistema atual. Além disso, ele afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu o debate sobre programas sociais, embora mecanismos como o Bolsa Família precisem ser aperfeiçoados.

Durigan mencionou que o próximo governo terá a responsabilidade de fortalecer o arcabouço fiscal, conter o crescimento dos gastos obrigatórios e modernizar o Estado. Segundo ele, a redução dos juros poderia abrir espaço para investimentos públicos e privados em setores como minerais críticos, biocombustíveis e inteligência artificial.

“Tem críticas ao arcabouço? Tem. Qual é a minha posição? Nós temos que fortalecer o arcabouço fiscal daqui para frente, de modo que a gente tenha um crescimento do gasto menor do que o crescimento do país e faça com que a trajetória da dívida brasileira caia”, afirmou.

Sobre a sobretaxa imposta pelos Estados Unidos, Durigan criticou os argumentos do governo do presidente Donald Trump, apontando que o Brasil registra um déficit na relação comercial bilateral e que a medida tem um caráter político.

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“Um Estado soberano tem condições de impor tarifa, aumentar tributo ou diminuir tributo, mas deveria fazer isso com as razões corretas, colocadas à luz do dia, o que não acontece com os Estados Unidos. Nada se justifica, nada para de pé, o que nos leva a crer que é uma interferência política externa”, declarou.

O ministro também observou que ficará mais difícil reverter as tarifas antes das eleições brasileiras, embora o governo continue as negociações. Ele planeja procurar representantes norte-americanos durante a próxima reunião do G20.

Durigan afirmou que o tarifaço não deve alterar os principais indicadores da economia brasileira, mas pode impactar setores específicos, como indústrias de móveis, calçados, máquinas e equipamentos, além dos produtores de frutas do Nordeste. Segundo ele, essas empresas podem enfrentar perda de faturamento, redução de empregos e suspensão de investimentos, levando o governo a oferecer crédito e apoio para a busca de outros mercados.

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O ministro também criticou o presidente da Argentina, Javier Milei, afirmando que a economia argentina “anda muito mal”, em resposta às declarações do argentino durante sua visita a São Paulo para a convenção do Partido Liberal.

“Traz o presidente da Argentina para fazer uma dança, falar da economia brasileira, quando, na verdade, a economia da Argentina anda muito mal”, enfatizou Durigan.

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Em entrevista ao 'É Notícia', Durigan afirmou que adversários priorizam disputas políticas em vez de apresentar medidas econômicas concretas. Ele disse ser o autor das propostas de desburocratização e reforma tributária.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a oposição chega à reta final da disputa presidencial sem apresentar uma agenda econômica para o país. Em entrevista ao programa “É Notícia”, da RedeTV!, exibida na noite de 28 de julho de 2026, Durigan destacou que os adversários do governo priorizam disputas políticas em vez de discutir medidas para a economia.

“Eu tenho ouvido um grande silêncio, um silêncio retumbante do lado da oposição, do ponto de vista de proposta, de formulação econômica. Quem tem falado em desburocratização sou eu, e não é de agora. Quem tem defendido uma reforma tributária que facilite a vida do empreendedor, com uma emissão de nota fiscal e não várias, somos nós”, declarou.

O ministro classificou como “um absurdo” a defesa da interrupção da reforma tributária, argumentando que isso equivaleria a considerar adequado o sistema atual. Além disso, ele afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu o debate sobre programas sociais, embora mecanismos como o Bolsa Família precisem ser aperfeiçoados.

Durigan mencionou que o próximo governo terá a responsabilidade de fortalecer o arcabouço fiscal, conter o crescimento dos gastos obrigatórios e modernizar o Estado. Segundo ele, a redução dos juros poderia abrir espaço para investimentos públicos e privados em setores como minerais críticos, biocombustíveis e inteligência artificial.

“Tem críticas ao arcabouço? Tem. Qual é a minha posição? Nós temos que fortalecer o arcabouço fiscal daqui para frente, de modo que a gente tenha um crescimento do gasto menor do que o crescimento do país e faça com que a trajetória da dívida brasileira caia”, afirmou.

Sobre a sobretaxa imposta pelos Estados Unidos, Durigan criticou os argumentos do governo do presidente Donald Trump, apontando que o Brasil registra um déficit na relação comercial bilateral e que a medida tem um caráter político.

“Um Estado soberano tem condições de impor tarifa, aumentar tributo ou diminuir tributo, mas deveria fazer isso com as razões corretas, colocadas à luz do dia, o que não acontece com os Estados Unidos. Nada se justifica, nada para de pé, o que nos leva a crer que é uma interferência política externa”, declarou.

O ministro também observou que ficará mais difícil reverter as tarifas antes das eleições brasileiras, embora o governo continue as negociações. Ele planeja procurar representantes norte-americanos durante a próxima reunião do G20.

Durigan afirmou que o tarifaço não deve alterar os principais indicadores da economia brasileira, mas pode impactar setores específicos, como indústrias de móveis, calçados, máquinas e equipamentos, além dos produtores de frutas do Nordeste. Segundo ele, essas empresas podem enfrentar perda de faturamento, redução de empregos e suspensão de investimentos, levando o governo a oferecer crédito e apoio para a busca de outros mercados.

O ministro também criticou o presidente da Argentina, Javier Milei, afirmando que a economia argentina “anda muito mal”, em resposta às declarações do argentino durante sua visita a São Paulo para a convenção do Partido Liberal.

“Traz o presidente da Argentina para fazer uma dança, falar da economia brasileira, quando, na verdade, a economia da Argentina anda muito mal”, enfatizou Durigan.

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