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Saúde

Anvisa aprova cinco novas canetas de semaglutida para tratar diabetes tipo 2

Anvisa registra cinco novas canetas de semaglutida para tratamento de diabetes tipo 2.

29/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h44
Anvisa aprova cinco novas canetas de semaglutida para tratar diabetes tipo 2

A Anvisa concedeu registro a cinco canetas de semaglutida para adultos com diabetes tipo 2 com controle insuficiente. Conhecidas como 'canetas emagrecedoras', também podem ajudar na perda de peso.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de cinco novas canetas de semaglutida, direcionadas ao tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2 que apresentam controle insuficiente da doença. Conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, esses medicamentos também auxiliam na perda de peso.

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As novas canetas registradas são:

  • Owozy – registro concedido à empresa Ávita Care Importação e Distribuição de Produtos Ltda. (CNPJ nº 31.203.582/0001-37)
  • Seemasun – registro concedido à empresa Sun Farmacêutica do Brasil Ltda. (CNPJ: 05.035.244/0001-23)
  • Zempneo – registro concedido à empresa Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. (CNPJ: 05.161.069/0001-10)
  • Semavy – registro concedido à empresa Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A. (CNPJ: 61.082.426/0001-26)
  • Orsema – registro concedido à empresa Ranbaxy Farmacêutica Ltda. (CNPJ 73.663.650/0003-52)

Os produtos injetáveis foram autorizados como complemento à dieta e aos exercícios, especialmente em casos onde o uso de metformina, um medicamento comum para diabetes tipo 2 e pré-diabetes, não é apropriado devido a intolerâncias ou contraindicações dos pacientes.

As resoluções da Anvisa que autorizam o registro foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) do dia 29 de julho de 2026, especificamente nas resoluções 2.941/2026 e 2.942/2026.

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Os medicamentos registrados possuem como princípio ativo a semaglutida, obtida por via sintética, e são análogos ao GLP-1, um hormônio natural que estimula a produção de insulina e ajuda no controle da saciedade. A Anvisa destaca que este é o maior número de aprovações de medicamentos do tipo agonistas do receptor do GLP-1 em sua história.

O aumento de pedidos de aprovação para esses injetáveis está ligado ao desenvolvimento, em 2022, de versões sintéticas do hormônio natural. Atualmente, 68% das solicitações de registro de dispositivos injetáveis para obesidade e diabetes na Anvisa referem-se a medicamentos sintéticos.

Importante ressaltar que a Anvisa não vende medicamentos. Sua função é autorizar o registro de comercialização, garantindo a segurança, eficácia e qualidade dos produtos antes de sua disponibilização ao público. Portanto, é falso o relato de que a Anvisa comercializa canetas emagrecedoras ou outros produtos. A orientação é que os internautas denunciem tentativas de golpe à plataforma Fala.BR.

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Além disso, a Anvisa alertou sobre a Retatrutida, um medicamento experimental da farmacêutica Eli Lilly, que ainda não foi aprovado para uso em nenhum lugar do mundo e está em fase de pesquisa. Apesar de já estar em testes finais, a empresa não solicitou o registro do produto à Anvisa ou a qualquer agência reguladora internacional. O consumo de produtos de origem desconhecida, como a Retatrutida, representa riscos à saúde e tem sido associado a apreensões nas fronteiras brasileiras por contrabando.

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A Anvisa concedeu registro a cinco canetas de semaglutida para adultos com diabetes tipo 2 com controle insuficiente. Conhecidas como 'canetas emagrecedoras', também podem ajudar na perda de peso.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de cinco novas canetas de semaglutida, direcionadas ao tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2 que apresentam controle insuficiente da doença. Conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, esses medicamentos também auxiliam na perda de peso.

As novas canetas registradas são:

  • Owozy – registro concedido à empresa Ávita Care Importação e Distribuição de Produtos Ltda. (CNPJ nº 31.203.582/0001-37)
  • Seemasun – registro concedido à empresa Sun Farmacêutica do Brasil Ltda. (CNPJ: 05.035.244/0001-23)
  • Zempneo – registro concedido à empresa Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. (CNPJ: 05.161.069/0001-10)
  • Semavy – registro concedido à empresa Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A. (CNPJ: 61.082.426/0001-26)
  • Orsema – registro concedido à empresa Ranbaxy Farmacêutica Ltda. (CNPJ 73.663.650/0003-52)

Os produtos injetáveis foram autorizados como complemento à dieta e aos exercícios, especialmente em casos onde o uso de metformina, um medicamento comum para diabetes tipo 2 e pré-diabetes, não é apropriado devido a intolerâncias ou contraindicações dos pacientes.

As resoluções da Anvisa que autorizam o registro foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) do dia 29 de julho de 2026, especificamente nas resoluções 2.941/2026 e 2.942/2026.

Os medicamentos registrados possuem como princípio ativo a semaglutida, obtida por via sintética, e são análogos ao GLP-1, um hormônio natural que estimula a produção de insulina e ajuda no controle da saciedade. A Anvisa destaca que este é o maior número de aprovações de medicamentos do tipo agonistas do receptor do GLP-1 em sua história.

O aumento de pedidos de aprovação para esses injetáveis está ligado ao desenvolvimento, em 2022, de versões sintéticas do hormônio natural. Atualmente, 68% das solicitações de registro de dispositivos injetáveis para obesidade e diabetes na Anvisa referem-se a medicamentos sintéticos.

Importante ressaltar que a Anvisa não vende medicamentos. Sua função é autorizar o registro de comercialização, garantindo a segurança, eficácia e qualidade dos produtos antes de sua disponibilização ao público. Portanto, é falso o relato de que a Anvisa comercializa canetas emagrecedoras ou outros produtos. A orientação é que os internautas denunciem tentativas de golpe à plataforma Fala.BR.

Além disso, a Anvisa alertou sobre a Retatrutida, um medicamento experimental da farmacêutica Eli Lilly, que ainda não foi aprovado para uso em nenhum lugar do mundo e está em fase de pesquisa. Apesar de já estar em testes finais, a empresa não solicitou o registro do produto à Anvisa ou a qualquer agência reguladora internacional. O consumo de produtos de origem desconhecida, como a Retatrutida, representa riscos à saúde e tem sido associado a apreensões nas fronteiras brasileiras por contrabando.

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