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Policial

Polícia prende líder de centro espírita no RJ por abuso sexual

Líder religioso é preso no Rio por abuso sexual em centro espírita; outro líder já foi detido.

05/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h04
Polícia prende líder de centro espírita no RJ por abuso sexual

Leonardo Campello Ribeiro, líder de centro espírita na Ilha do Governador, tinha mandado em aberto. A Polícia Civil afirma que ele é investigado por violação sexual mediante fraude em série e foi localizado na Taquara.

Um líder religioso de um centro espírita localizado no bairro da Ilha do Governador, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, foi preso por abuso sexual nesta quarta-feira (5). Ele foi identificado como Leonardo Campello Ribeiro e foi detido enquanto caminhava por Jacarepaguá, na altura do bairro da Taquara, sem resistência à ação policial.

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A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) informou que Leonardo tinha um mandado de prisão em aberto por violação sexual mediante fraude em série. Segundo a corporação, o indivíduo teria utilizado seu cargo por aproximadamente 10 anos para convencer homens e mulheres que frequentavam o centro espírita a praticarem atos sexuais, alegando que isso traria “benefícios espirituais”.

Além de Leonardo, outro líder religioso do local, Marcelo Antonio Marques Prazeres, também foi acusado de praticar crimes semelhantes e foi preso em março deste ano. A PCERJ revelou que, por meio de seus discursos, ambos estimulavam o celibato das mulheres que eram vítimas dos abusos, restringindo suas práticas sexuais com seus maridos, mas não com eles.

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Os agentes de segurança também relataram que Leonardo e Marcelo exploravam financeiramente os frequentadores do centro religioso, utilizando as doações recebidas em benefício próprio, como em viagens internacionais e outras atividades pessoais. Além disso, Leonardo se apresentava como psicólogo, embora não possua formação na área.

A Polícia Civil afirmou que Leonardo será encaminhado ao sistema penitenciário, onde deverá enfrentar as consequências legais de suas ações. O caso levanta preocupações sobre a segurança e a integridade dos frequentadores de centros religiosos, bem como a vulnerabilidade de pessoas que buscam orientação em momentos difíceis.

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Leonardo Campello Ribeiro, líder de centro espírita na Ilha do Governador, tinha mandado em aberto. A Polícia Civil afirma que ele é investigado por violação sexual mediante fraude em série e foi localizado na Taquara.

Um líder religioso de um centro espírita localizado no bairro da Ilha do Governador, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, foi preso por abuso sexual nesta quarta-feira (5). Ele foi identificado como Leonardo Campello Ribeiro e foi detido enquanto caminhava por Jacarepaguá, na altura do bairro da Taquara, sem resistência à ação policial.

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) informou que Leonardo tinha um mandado de prisão em aberto por violação sexual mediante fraude em série. Segundo a corporação, o indivíduo teria utilizado seu cargo por aproximadamente 10 anos para convencer homens e mulheres que frequentavam o centro espírita a praticarem atos sexuais, alegando que isso traria “benefícios espirituais”.

Além de Leonardo, outro líder religioso do local, Marcelo Antonio Marques Prazeres, também foi acusado de praticar crimes semelhantes e foi preso em março deste ano. A PCERJ revelou que, por meio de seus discursos, ambos estimulavam o celibato das mulheres que eram vítimas dos abusos, restringindo suas práticas sexuais com seus maridos, mas não com eles.

Os agentes de segurança também relataram que Leonardo e Marcelo exploravam financeiramente os frequentadores do centro religioso, utilizando as doações recebidas em benefício próprio, como em viagens internacionais e outras atividades pessoais. Além disso, Leonardo se apresentava como psicólogo, embora não possua formação na área.

A Polícia Civil afirmou que Leonardo será encaminhado ao sistema penitenciário, onde deverá enfrentar as consequências legais de suas ações. O caso levanta preocupações sobre a segurança e a integridade dos frequentadores de centros religiosos, bem como a vulnerabilidade de pessoas que buscam orientação em momentos difíceis.

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