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Política

Flávio Bolsonaro promete indicar mulheres para o STF se eleito

Flávio Bolsonaro afirma que, se eleito, indicará mulheres para o STF e critica Moraes.

08/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h09
Flávio Bolsonaro promete indicar mulheres para o STF se eleito

O senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou, durante o evento Café Entre Elas, realizado em Itapetininga, interior de São Paulo, que, caso seja eleito presidente nas próximas eleições, indicará mulheres para compor o Supremo Tribunal Federal (STF).

Flávio enfatizou que as indicações serão de pessoas que ‘respeitem a Constituição, não usem a máquina pública para enriquecer e respeitem o dinheiro do contribuinte’.

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‘Eu vou colocar lá homens e mulheres que respeitam a Constituição, que não usam a máquina pública para enriquecer, que respeitam o dinheiro dos contribuintes, que não promovem perseguição, que não olham mais capas de processo, que não façam mais com nenhum brasileiro o que eles fizeram com o Jair Bolsonaro’, afirmou Flávio em conversa com aliadas.

No mesmo evento, o senador criticou a atuação do STF, afirmando que os indicados não promoverão ‘perseguição’. Ele acrescentou: ‘Que não promovam perseguição, que não olhem mais capas de processo, que não façam mais com nenhum brasileiro o que eles fizeram com Jair Bolsonaro. E quem descumprir a lei vai pagar por isso, a lei tem que valer para todos, inclusive para ministro do Supremo’.

A declaração de Flávio ocorreu em um contexto de tensão, após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, negar o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para que seus filhos o visitassem no Dia dos Pais, que será celebrado no próximo dia 9.

Em suas redes sociais, Flávio expressou sua indignação com a decisão de Moraes: ‘Moraes proibiu a mim e aos meus irmãos de visitarmos nosso pai justamente no Dia dos Pais. Tiraram a liberdade dele. Agora quer tirar até o direito de um pai abraçar seus filhos. Isso tem dia e hora para acabar!’, escreveu.

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A defesa de Jair Bolsonaro também manifestou repúdio à medida, com o advogado João Henrique Freitas destacando que ‘isolamento não é execução’ e que a situação do ex-presidente é amplamente questionada.

Os advogados do ex-presidente haviam solicitado autorização para que os filhos visitassem Jair Bolsonaro, enfatizando que a solicitação tinha caráter ‘humanitário e familiar’ para preservar os vínculos familiares. No entanto, a negativa de Moraes se baseou na violação de condições judiciais que resultaram em 30 dias sem visitas, exceto para médicos e advogados.

Além disso, Flávio Bolsonaro enfrenta restrições diferentes das de seus irmãos, já que, em julho, Moraes suspendeu as visitas do senador ao pai após a divulgação de uma carta escrita por Jair Bolsonaro, que designava Flávio como porta-voz na disputa eleitoral deste ano.

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A defesa recorreu da decisão de Moraes, alegando que a suspensão integral das visitas é desproporcional e que Jair Bolsonaro não tinha conhecimento de que a carta seria divulgada.

O recurso foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) para manifestação sobre a manutenção das restrições.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou, durante o evento Café Entre Elas, realizado em Itapetininga, interior de São Paulo, que, caso seja eleito presidente nas próximas eleições, indicará mulheres para compor o Supremo Tribunal Federal (STF).

Flávio enfatizou que as indicações serão de pessoas que ‘respeitem a Constituição, não usem a máquina pública para enriquecer e respeitem o dinheiro do contribuinte’.

‘Eu vou colocar lá homens e mulheres que respeitam a Constituição, que não usam a máquina pública para enriquecer, que respeitam o dinheiro dos contribuintes, que não promovem perseguição, que não olham mais capas de processo, que não façam mais com nenhum brasileiro o que eles fizeram com o Jair Bolsonaro’, afirmou Flávio em conversa com aliadas.

No mesmo evento, o senador criticou a atuação do STF, afirmando que os indicados não promoverão ‘perseguição’. Ele acrescentou: ‘Que não promovam perseguição, que não olhem mais capas de processo, que não façam mais com nenhum brasileiro o que eles fizeram com Jair Bolsonaro. E quem descumprir a lei vai pagar por isso, a lei tem que valer para todos, inclusive para ministro do Supremo’.

A declaração de Flávio ocorreu em um contexto de tensão, após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, negar o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para que seus filhos o visitassem no Dia dos Pais, que será celebrado no próximo dia 9.

Em suas redes sociais, Flávio expressou sua indignação com a decisão de Moraes: ‘Moraes proibiu a mim e aos meus irmãos de visitarmos nosso pai justamente no Dia dos Pais. Tiraram a liberdade dele. Agora quer tirar até o direito de um pai abraçar seus filhos. Isso tem dia e hora para acabar!’, escreveu.

A defesa de Jair Bolsonaro também manifestou repúdio à medida, com o advogado João Henrique Freitas destacando que ‘isolamento não é execução’ e que a situação do ex-presidente é amplamente questionada.

Os advogados do ex-presidente haviam solicitado autorização para que os filhos visitassem Jair Bolsonaro, enfatizando que a solicitação tinha caráter ‘humanitário e familiar’ para preservar os vínculos familiares. No entanto, a negativa de Moraes se baseou na violação de condições judiciais que resultaram em 30 dias sem visitas, exceto para médicos e advogados.

Além disso, Flávio Bolsonaro enfrenta restrições diferentes das de seus irmãos, já que, em julho, Moraes suspendeu as visitas do senador ao pai após a divulgação de uma carta escrita por Jair Bolsonaro, que designava Flávio como porta-voz na disputa eleitoral deste ano.

A defesa recorreu da decisão de Moraes, alegando que a suspensão integral das visitas é desproporcional e que Jair Bolsonaro não tinha conhecimento de que a carta seria divulgada.

O recurso foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) para manifestação sobre a manutenção das restrições.

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