Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Notícias

Pix cresce 25,7% em 2025 e supera 80 bilhões de transações no ano

O volume de transações via Pix cresceu 25,7% em 2025, totalizando quase 80 bilhões de transações.

10/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h11
Pix cresce 25,7% em 2025 e supera 80 bilhões de transações no ano

O total de transações via Pix subiu 25,7% em 2025, chegando a quase 80 bilhões. O valor movimentado avançou 33,8% e ultrapassou R$ 35 trilhões, segundo a 2ª edição do Relatório de Gestão do Pix do Banco Central.

O volume de transações feitas pelo sistema de pagamentos Pix cresceu 25,7% em 2025 na comparação com o ano anterior, somando quase 80 bilhões de operações no período. O valor total movimentado também subiu, com alta de 33,8%, superando os R$ 35 trilhões.

Publicidade

Os dados constam da segunda edição do Relatório de Gestão do Pix, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central. O documento aponta que tanto a quantidade quanto o volume de transações via Pix vêm crescendo de forma significativa desde o lançamento do sistema.

“A quantidade e o volume de transações Pix têm crescido de forma significativa desde o seu lançamento”, afirma o Banco Central no relatório.

O relatório também destaca uma mudança relevante na distribuição das transações desde a criação do sistema, em 2020. No início, o Pix era usado sobretudo em transferências entre pessoas físicas (PF), que representavam 85% do total. Com o tempo, o uso se expandiu para transferências a pessoas jurídicas (PJ).

Em 2025, 43% das transações foram de PFs para PJs, um avanço de 4 pontos percentuais em relação a 2024 e de 37 pontos percentuais na comparação com 2020. O movimento evidencia a crescente maturidade do sistema, hoje um meio de pagamento central para o varejo brasileiro.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

“Esses números demonstram o processo de maturidade do Pix, que passou de um meio utilizado primordialmente para viabilizar transferências digitais entre pessoas para um meio de pagamento central para o funcionamento do varejo brasileiro”, complementa a autoridade monetária.

Na análise por faixas de valor, 59% dos envios entre PFs foram de até R$ 60, enquanto 21% ultrapassaram R$ 200. Nas transações de PFs para PJs, 76% ficaram nas faixas de até R$ 60 e apenas 8% acima de R$ 200. No total, 71% das operações via Pix foram de até R$ 100.

“O aumento do uso no varejo é evidência da evolução da percepção de benefícios que o Pix proporciona às empresas, como rapidez no recebimento de recursos, redução de custos, aumento da base de clientes, facilidade de uso pelos clientes e integração com ferramentas de gestão financeira”, conclui o Banco Central.

Publicidade

O Banco Central ressalta ainda que, como infraestrutura pública digital em uma sociedade cada vez mais conectada, o Pix cumpre papel central ao substituir de forma mais eficiente a função do dinheiro em espécie, garantindo o acesso à moeda como um bem público.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

O total de transações via Pix subiu 25,7% em 2025, chegando a quase 80 bilhões. O valor movimentado avançou 33,8% e ultrapassou R$ 35 trilhões, segundo a 2ª edição do Relatório de Gestão do Pix do Banco Central.

O volume de transações feitas pelo sistema de pagamentos Pix cresceu 25,7% em 2025 na comparação com o ano anterior, somando quase 80 bilhões de operações no período. O valor total movimentado também subiu, com alta de 33,8%, superando os R$ 35 trilhões.

Os dados constam da segunda edição do Relatório de Gestão do Pix, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central. O documento aponta que tanto a quantidade quanto o volume de transações via Pix vêm crescendo de forma significativa desde o lançamento do sistema.

“A quantidade e o volume de transações Pix têm crescido de forma significativa desde o seu lançamento”, afirma o Banco Central no relatório.

O relatório também destaca uma mudança relevante na distribuição das transações desde a criação do sistema, em 2020. No início, o Pix era usado sobretudo em transferências entre pessoas físicas (PF), que representavam 85% do total. Com o tempo, o uso se expandiu para transferências a pessoas jurídicas (PJ).

Em 2025, 43% das transações foram de PFs para PJs, um avanço de 4 pontos percentuais em relação a 2024 e de 37 pontos percentuais na comparação com 2020. O movimento evidencia a crescente maturidade do sistema, hoje um meio de pagamento central para o varejo brasileiro.

“Esses números demonstram o processo de maturidade do Pix, que passou de um meio utilizado primordialmente para viabilizar transferências digitais entre pessoas para um meio de pagamento central para o funcionamento do varejo brasileiro”, complementa a autoridade monetária.

Na análise por faixas de valor, 59% dos envios entre PFs foram de até R$ 60, enquanto 21% ultrapassaram R$ 200. Nas transações de PFs para PJs, 76% ficaram nas faixas de até R$ 60 e apenas 8% acima de R$ 200. No total, 71% das operações via Pix foram de até R$ 100.

“O aumento do uso no varejo é evidência da evolução da percepção de benefícios que o Pix proporciona às empresas, como rapidez no recebimento de recursos, redução de custos, aumento da base de clientes, facilidade de uso pelos clientes e integração com ferramentas de gestão financeira”, conclui o Banco Central.

O Banco Central ressalta ainda que, como infraestrutura pública digital em uma sociedade cada vez mais conectada, o Pix cumpre papel central ao substituir de forma mais eficiente a função do dinheiro em espécie, garantindo o acesso à moeda como um bem público.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA