Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Domingo, 1 de novembro de 2026
Pular para o conteúdo
Saúde

SUS passa a oferecer teste FIT para detecção precoce do câncer colorretal

SUS inicia oferta de teste imunoquímico fecal (FIT) para rastreamento do câncer colorretal.

10/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 14h06
SUS passa a oferecer teste FIT para detecção precoce do câncer colorretal

A partir desta segunda-feira, o SUS passa a disponibilizar o teste imunoquímico fecal (FIT) para rastrear o câncer colorretal. O exame é indicado a cada dois anos para pessoas assintomáticas de 50 a 75 anos; quem apresenta sintomas deve buscar diagnóstico.

O Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal. A inclusão do exame foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União.

Publicidade

O teste será destinado a homens e mulheres assintomáticos com idades entre 50 e 75 anos, com recomendação de realização a cada dois anos. A orientação não se aplica a pessoas com sintomas ou suspeita clínica da doença, que necessitam de exames diagnósticos.

O FIT é capaz de identificar pequenas quantidades de sangue nas fezes, que normalmente não são perceptíveis a olho nu. A presença desse material pode ser sinal de pólipos ou lesões que antecedem o câncer, além de indicar alterações no intestino. A coleta pode ser feita em casa, com um kit fornecido ao paciente, e o material é depois encaminhado para análise.

Entre as vantagens do FIT estão a dispensa de preparo intestinal e de dieta específica, além da coleta com apenas uma amostra. Segundo o Ministério da Saúde, o exame apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Com a medida, espera-se ampliar o acesso à prevenção e à detecção precoce do câncer colorretal para mais de 40 milhões de brasileiros. Esse é atualmente o segundo tipo de câncer mais frequente no país, considerando tumores que não são de pele não melanoma. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima cerca de 53,8 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028.

Quando o resultado do FIT indicar sangue oculto, o paciente deverá ser encaminhado para colonoscopia, que permite a visualização do cólon e do reto, além da remoção de pólipos durante o procedimento.

Uma das principais diferenças do FIT em relação aos testes tradicionais de sangue oculto nas fezes é o uso de anticorpos específicos, que aumentam a precisão do exame. A inclusão no SUS representa um avanço na luta contra o câncer colorretal no Brasil.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

A partir desta segunda-feira, o SUS passa a disponibilizar o teste imunoquímico fecal (FIT) para rastrear o câncer colorretal. O exame é indicado a cada dois anos para pessoas assintomáticas de 50 a 75 anos; quem apresenta sintomas deve buscar diagnóstico.

O Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal. A inclusão do exame foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União.

O teste será destinado a homens e mulheres assintomáticos com idades entre 50 e 75 anos, com recomendação de realização a cada dois anos. A orientação não se aplica a pessoas com sintomas ou suspeita clínica da doença, que necessitam de exames diagnósticos.

O FIT é capaz de identificar pequenas quantidades de sangue nas fezes, que normalmente não são perceptíveis a olho nu. A presença desse material pode ser sinal de pólipos ou lesões que antecedem o câncer, além de indicar alterações no intestino. A coleta pode ser feita em casa, com um kit fornecido ao paciente, e o material é depois encaminhado para análise.

Entre as vantagens do FIT estão a dispensa de preparo intestinal e de dieta específica, além da coleta com apenas uma amostra. Segundo o Ministério da Saúde, o exame apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações.

Com a medida, espera-se ampliar o acesso à prevenção e à detecção precoce do câncer colorretal para mais de 40 milhões de brasileiros. Esse é atualmente o segundo tipo de câncer mais frequente no país, considerando tumores que não são de pele não melanoma. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima cerca de 53,8 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028.

Quando o resultado do FIT indicar sangue oculto, o paciente deverá ser encaminhado para colonoscopia, que permite a visualização do cólon e do reto, além da remoção de pólipos durante o procedimento.

Uma das principais diferenças do FIT em relação aos testes tradicionais de sangue oculto nas fezes é o uso de anticorpos específicos, que aumentam a precisão do exame. A inclusão no SUS representa um avanço na luta contra o câncer colorretal no Brasil.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA