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Economia

Largo começa a produzir cobre, platina e outros metais na Bahia

A Largo recebeu autorização para produzir cobre, platina e outros metais na Bahia.

11/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h14
Largo começa a produzir cobre, platina e outros metais na Bahia

ANM autorizou a Largo a produzir e comercializar cobre, platina e outros metais na mina Maracás Menchen (BA). A mineradora já aumenta a produção de concentrado de cobre para agregar valor à operação.

A Largo recebeu autorização da ANM (Agência Nacional de Mineração) para produzir e comercializar cobre, platina, ouro, paládio, prata, cobalto e níquel como subprodutos da mina Maracás Menchen, na Bahia, que é a principal operação de vanádio da empresa no Brasil. Com o aval regulatório, a mineradora iniciou o aumento gradual da produção de um concentrado de cobre que reúne metais do grupo da platina e outros elementos associados. As informações foram divulgadas em comunicado ao mercado na última segunda-feira (10).

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A estratégia da Largo permite ampliar o valor obtido com a operação sem a necessidade, neste primeiro momento, de abrir uma nova mina ou construir uma nova planta de processamento. O concentrado será produzido utilizando a infraestrutura já instalada em Maracás Menchen, que inclui a planta de processamento de vanádio e o circuito de flotação usado para a produção de ilmenita, mineral rico em titânio.

Testes realizados em escala industrial neste ano indicaram viabilidade técnica e potencial comercial para a produção de concentrados contendo cobre, platina, ouro, paládio, prata, cobalto e níquel. A empresa decidiu suspender temporariamente a produção de concentrado de ilmenita para direcionar essa infraestrutura à recuperação dos metais associados ao cobre.

A Largo espera margens de lucro superiores com o novo concentrado em comparação às obtidas com a ilmenita, caso o aumento da produção e a comercialização ocorram como planejado.

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Nos próximos meses, a companhia pretende avaliar a instalação de equipamentos adicionais que permitam também recuperar ilmenita a partir dos rejeitos gerados após a flotação do concentrado de cobre. A estratégia busca aumentar o aproveitamento do mesmo minério, recuperando primeiro o concentrado de cobre e metais de maior valor, e posteriormente tentando extrair também a ilmenita do material restante.

O concentrado será obtido a partir de sulfetos presentes no minério rico em magnetita já extraído em Maracás Menchen. A empresa já está negociando com fundições e tradings as condições comerciais para um primeiro embarque do novo produto. A Largo ainda não divulgou quanto pretende produzir nem qual será a receita potencial com os novos metais, mas informou que pretende apresentar projeções de produção e vendas junto com o resultado trimestral previsto para 14 de agosto.

A companhia destacou que a estratégia também reduz a necessidade de novos investimentos, já que utiliza equipamentos e atividades de mineração existentes em Maracás. O presidente-executivo do conselho e co-CEO da Largo, Alberto Arias, afirmou: “O que torna essa oportunidade particularmente atraente é que ela recupera elementos críticos valiosos da nossa planta de processamento de minério de vanádio e utiliza infraestrutura e atividades de mineração já existentes.”

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A oportunidade foi identificada pela companhia no fim de 2025. Desde então, a Largo avançou dos primeiros estudos até o início do aumento gradual da produção em poucos meses. Atualmente, Maracás Menchen é voltada principalmente à produção de vanádio e, com a recuperação dos novos subprodutos, a Largo busca diversificar as receitas da operação e ampliar sua exposição a minerais críticos e metais preciosos, sem abandonar o vanádio como principal produto da mina.

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ANM autorizou a Largo a produzir e comercializar cobre, platina e outros metais na mina Maracás Menchen (BA). A mineradora já aumenta a produção de concentrado de cobre para agregar valor à operação.

A Largo recebeu autorização da ANM (Agência Nacional de Mineração) para produzir e comercializar cobre, platina, ouro, paládio, prata, cobalto e níquel como subprodutos da mina Maracás Menchen, na Bahia, que é a principal operação de vanádio da empresa no Brasil. Com o aval regulatório, a mineradora iniciou o aumento gradual da produção de um concentrado de cobre que reúne metais do grupo da platina e outros elementos associados. As informações foram divulgadas em comunicado ao mercado na última segunda-feira (10).

A estratégia da Largo permite ampliar o valor obtido com a operação sem a necessidade, neste primeiro momento, de abrir uma nova mina ou construir uma nova planta de processamento. O concentrado será produzido utilizando a infraestrutura já instalada em Maracás Menchen, que inclui a planta de processamento de vanádio e o circuito de flotação usado para a produção de ilmenita, mineral rico em titânio.

Testes realizados em escala industrial neste ano indicaram viabilidade técnica e potencial comercial para a produção de concentrados contendo cobre, platina, ouro, paládio, prata, cobalto e níquel. A empresa decidiu suspender temporariamente a produção de concentrado de ilmenita para direcionar essa infraestrutura à recuperação dos metais associados ao cobre.

A Largo espera margens de lucro superiores com o novo concentrado em comparação às obtidas com a ilmenita, caso o aumento da produção e a comercialização ocorram como planejado.

Nos próximos meses, a companhia pretende avaliar a instalação de equipamentos adicionais que permitam também recuperar ilmenita a partir dos rejeitos gerados após a flotação do concentrado de cobre. A estratégia busca aumentar o aproveitamento do mesmo minério, recuperando primeiro o concentrado de cobre e metais de maior valor, e posteriormente tentando extrair também a ilmenita do material restante.

O concentrado será obtido a partir de sulfetos presentes no minério rico em magnetita já extraído em Maracás Menchen. A empresa já está negociando com fundições e tradings as condições comerciais para um primeiro embarque do novo produto. A Largo ainda não divulgou quanto pretende produzir nem qual será a receita potencial com os novos metais, mas informou que pretende apresentar projeções de produção e vendas junto com o resultado trimestral previsto para 14 de agosto.

A companhia destacou que a estratégia também reduz a necessidade de novos investimentos, já que utiliza equipamentos e atividades de mineração existentes em Maracás. O presidente-executivo do conselho e co-CEO da Largo, Alberto Arias, afirmou: “O que torna essa oportunidade particularmente atraente é que ela recupera elementos críticos valiosos da nossa planta de processamento de minério de vanádio e utiliza infraestrutura e atividades de mineração já existentes.”

A oportunidade foi identificada pela companhia no fim de 2025. Desde então, a Largo avançou dos primeiros estudos até o início do aumento gradual da produção em poucos meses. Atualmente, Maracás Menchen é voltada principalmente à produção de vanádio e, com a recuperação dos novos subprodutos, a Largo busca diversificar as receitas da operação e ampliar sua exposição a minerais críticos e metais preciosos, sem abandonar o vanádio como principal produto da mina.

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