A companhia fechou o 1º tri da safra 2026/27 com prejuízo líquido de R$ 1,6 bi, ante R$ 1,8 bi no ano anterior. Receita operacional subiu 4%, a R$ 51,4 bi, e o Ebitda foi R$ 3,8 bi.
A Raízen apresentou um prejuízo líquido consolidado de R$ 1,6 bilhões referente ao primeiro trimestre do ano-safra 2026/27. No mesmo período do ano anterior, a companhia havia registrado um prejuízo de R$ 1,8 bilhões.
A receita operacional líquida da empresa alcançou R$ 51,4 bilhões, o que representa um crescimento de 4% em relação aos R$ 49,4 bilhões obtidos no mesmo trimestre do ano anterior. Este aumento na receita é um indicativo de melhorias operacionais, apesar do prejuízo ainda significativo.
O Ebitda, que é o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, somou R$ 3,8 bilhões no período, apresentando um crescimento superior a 100% quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, quando o resultado foi de R$ 1,7 bilhões. Este resultado positivo no Ebitda pode ser visto como um sinal de recuperação em meio a um cenário de desafios financeiros.
A dívida líquida da Raízen, por sua vez, totalizou R$ 56,8 bilhões ao final do trimestre atual, o que representa um aumento de 15,5% em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando a dívida era de R$ 49,2 bilhões. O aumento na dívida líquida pode ser um fator a ser monitorado pelos investidores, dado que pode impactar a capacidade de investimento e crescimento da companhia no futuro.
Esses resultados financeiros refletem a complexa dinâmica do setor de energia e os desafios enfrentados pela Raízen, que continua a buscar estratégias para melhorar sua performance no mercado. Com a receita operacional em alta e o Ebitda mostrando crescimento, a companhia poderá encontrar caminhos para reverter o prejuízo nos próximos trimestres.
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