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Economia

Nubank lucra US$1,06 bi no trimestre e supera estimativas

Nubank registra lucro trimestral acima de US$ 1 bilhão pela primeira vez.

13/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h41
Nubank lucra US$1,06 bi no trimestre e supera estimativas

A Nu Holdings registrou lucro líquido de US$ 1,06 bilhão no 2º trimestre, crescimento de 49% em base neutra. O resultado de abril a junho excedeu a previsão de analistas de US$ 967,2 milhões.

O banco digital brasileiro Nubank registrou um lucro líquido trimestral superior a US$ 1 bilhão pela primeira vez, superando as expectativas de analistas. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira, 13 de agosto de 2026, e refere-se ao segundo trimestre do ano.

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A Nu Holdings, empresa controladora do Nubank, anunciou um lucro líquido de US$ 1,06 bilhão entre abril e junho, o que representa um crescimento de 49% em relação ao mesmo período do ano anterior, considerando uma base neutra sem os efeitos cambiais. Essa performance também ficou acima da expectativa de US$ 967,2 milhões estimada pela Visible Alpha.

As ações do Nubank, que conta com quase 139 milhões de clientes no Brasil, no México e na Colômbia, apresentaram uma alta de aproximadamente 9% no mercado após o fechamento, atingindo cerca de US$ 15,25 cada. A companhia está se preparando para sua estreia nas bolsas de valores dos Estados Unidos.

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O aumento do lucro do Nubank foi impulsionado por uma receita líquida de US$ 5,88 bilhões, que cresceu 39% em comparação ao ano anterior e superou a expectativa de US$ 5,60 bilhões do consenso da Visible Alpha. A carteira de crédito do banco também teve um crescimento significativo, totalizando US$ 39,4 bilhões, um aumento de 37% em relação ao ano anterior e uma alta de 5% em relação ao trimestre anterior.

Conforme informações do diretor financeiro Rob Livingston, que assumiu o cargo no mês passado, a taxa de crescimento da carteira de crédito desacelerou um pouco em comparação ao primeiro trimestre, mas isso se deve a uma expansão recente excepcional. O índice de inadimplência de 15 a 90 dias ficou em 4,8%, representando uma alta de 0,3 ponto percentual em relação ao ano anterior, mas uma queda em comparação aos 5% registrados no primeiro trimestre.

O custo do crédito, que havia impactado as ações no trimestre anterior ao atingir US$ 1,79 bilhão, caiu para US$ 1,69 bilhão, embora tenha apresentado um aumento de 60% na comparação anual. Livingston também mencionou que o Nubank se beneficiou do programa Desenrola, lançado pelo governo federal para o refinanciamento de dívidas, embora tenha destacado que a tendência de melhora já estava em curso, independentemente do programa, visto que a adesão ao Desenrola representou apenas 5% do custo total de crédito do banco.

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A Nu Holdings registrou lucro líquido de US$ 1,06 bilhão no 2º trimestre, crescimento de 49% em base neutra. O resultado de abril a junho excedeu a previsão de analistas de US$ 967,2 milhões.

O banco digital brasileiro Nubank registrou um lucro líquido trimestral superior a US$ 1 bilhão pela primeira vez, superando as expectativas de analistas. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira, 13 de agosto de 2026, e refere-se ao segundo trimestre do ano.

A Nu Holdings, empresa controladora do Nubank, anunciou um lucro líquido de US$ 1,06 bilhão entre abril e junho, o que representa um crescimento de 49% em relação ao mesmo período do ano anterior, considerando uma base neutra sem os efeitos cambiais. Essa performance também ficou acima da expectativa de US$ 967,2 milhões estimada pela Visible Alpha.

As ações do Nubank, que conta com quase 139 milhões de clientes no Brasil, no México e na Colômbia, apresentaram uma alta de aproximadamente 9% no mercado após o fechamento, atingindo cerca de US$ 15,25 cada. A companhia está se preparando para sua estreia nas bolsas de valores dos Estados Unidos.

O aumento do lucro do Nubank foi impulsionado por uma receita líquida de US$ 5,88 bilhões, que cresceu 39% em comparação ao ano anterior e superou a expectativa de US$ 5,60 bilhões do consenso da Visible Alpha. A carteira de crédito do banco também teve um crescimento significativo, totalizando US$ 39,4 bilhões, um aumento de 37% em relação ao ano anterior e uma alta de 5% em relação ao trimestre anterior.

Conforme informações do diretor financeiro Rob Livingston, que assumiu o cargo no mês passado, a taxa de crescimento da carteira de crédito desacelerou um pouco em comparação ao primeiro trimestre, mas isso se deve a uma expansão recente excepcional. O índice de inadimplência de 15 a 90 dias ficou em 4,8%, representando uma alta de 0,3 ponto percentual em relação ao ano anterior, mas uma queda em comparação aos 5% registrados no primeiro trimestre.

O custo do crédito, que havia impactado as ações no trimestre anterior ao atingir US$ 1,79 bilhão, caiu para US$ 1,69 bilhão, embora tenha apresentado um aumento de 60% na comparação anual. Livingston também mencionou que o Nubank se beneficiou do programa Desenrola, lançado pelo governo federal para o refinanciamento de dívidas, embora tenha destacado que a tendência de melhora já estava em curso, independentemente do programa, visto que a adesão ao Desenrola representou apenas 5% do custo total de crédito do banco.

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