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Economia

Dólar recua a R$5,142 e leva Ibovespa a fechar em alta

Dólar fechou a R$ 5,142 com recuo de 1%; Ibovespa subiu 1,85% e Brent avançou a US$ 94,39 por barril.

22/08/2026 · 18h14
Dólar recua a R$5,142 e leva Ibovespa a fechar em alta

O dólar comercial caiu 1% e fechou a R$5,142, menor nível em mais de 10 dias, enquanto o Ibovespa subiu 1,85%, a 171.031,73 pontos. O recuo foi influenciado pelo enfraquecimento da moeda no exterior e maior apetite por risco.

Em um dia de alívio nos mercados doméstico e internacional, o dólar comercial fechou em queda e alcançou o menor nível de fechamento em pouco mais de 10 dias. A bolsa brasileira encerrou a sessão em alta, e a semana foi positiva para o principal índice acionário.

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Principais números do mercado nesta sexta (21)

  • Dólar comercial: R$ 5,142 (-1%)
  • Dólar na semana: -1,53%
  • Ibovespa: 171.031,73 pontos (+1,85%)
  • Ibovespa na semana: +2,45%
  • Brent: US$ 94,39 por barril
  • Brent na semana: +6,6%

O recuo do câmbio refletiu o enfraquecimento do dólar no exterior e a maior propensão dos investidores a assumir risco diante do cenário eleitoral brasileiro. No mercado de petróleo, o barril do tipo Brent encerrou a sessão acima de US$ 94, pressionado pelas tensões no Oriente Médio.

O dólar comercial à vista caiu 1% nesta sexta-feira, para R$ 5,142, depois de ter alcançado R$ 5,13 por volta das 15h30. Foi o menor nível de fechamento desde 10 de agosto. Na semana, a moeda americana acumulou queda de 1,53%.

Entre os fatores citados para a desvalorização da moeda estadunidense no exterior esteve a expectativa sobre operações de recompra de títulos de longo prazo pelo Tesouro dos Estados Unidos, que impulsionaram a liquidez no mercado de títulos e reduziram a pressão sobre o dólar.

O índice DXY, que acompanha o dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, ficou próximo de 98,856 pontos ao fim da tarde e acumulou recuo de cerca de 0,80% na semana. Esse desempenho beneficiou moedas de países emergentes; o real ficou entre as moedas de melhor desempenho do dia, ao lado do peso chileno, enquanto o euro e a libra atingiram máximas recentes.

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O Ibovespa subiu 1,85%, para 171.031,73 pontos, registrando a terceira alta consecutiva e o maior nível desde 10 de agosto. Com isso, o índice encerrou a semana com alta de 2,45%, embora permaneça no mês com queda de 3,91%.

As ações do setor bancário exerceram influência positiva no pregão, enquanto o fluxo de capital estrangeiro segue sendo monitorado pelos investidores. Dados da B3 indicaram saída líquida de R$ 22 bilhões de capital estrangeiro da bolsa brasileira em agosto até o dia 19.

No mercado de petróleo, o Brent avançou 0,65% (+US$ 0,61), para US$ 94,39 por barril, acumulando alta de 6,6% na semana. O barril WTI do Texas subiu 0,26% (+US$ 0,23) e fechou a US$ 87,06 por barril, com ganho semanal de 5,6%. O movimento foi sustentado por tensões entre Estados Unidos e Irã e por incertezas sobre trânsito de cargas no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho.

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Em nota sobre a situação geopolítica, foi registrada declaração dos Estados Unidos sobre medidas a serem adotadas contra o Irã:

“as sanções mais severas da história”

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O dólar comercial caiu 1% e fechou a R$5,142, menor nível em mais de 10 dias, enquanto o Ibovespa subiu 1,85%, a 171.031,73 pontos. O recuo foi influenciado pelo enfraquecimento da moeda no exterior e maior apetite por risco.

Em um dia de alívio nos mercados doméstico e internacional, o dólar comercial fechou em queda e alcançou o menor nível de fechamento em pouco mais de 10 dias. A bolsa brasileira encerrou a sessão em alta, e a semana foi positiva para o principal índice acionário.

Principais números do mercado nesta sexta (21)

  • Dólar comercial: R$ 5,142 (-1%)
  • Dólar na semana: -1,53%
  • Ibovespa: 171.031,73 pontos (+1,85%)
  • Ibovespa na semana: +2,45%
  • Brent: US$ 94,39 por barril
  • Brent na semana: +6,6%

O recuo do câmbio refletiu o enfraquecimento do dólar no exterior e a maior propensão dos investidores a assumir risco diante do cenário eleitoral brasileiro. No mercado de petróleo, o barril do tipo Brent encerrou a sessão acima de US$ 94, pressionado pelas tensões no Oriente Médio.

O dólar comercial à vista caiu 1% nesta sexta-feira, para R$ 5,142, depois de ter alcançado R$ 5,13 por volta das 15h30. Foi o menor nível de fechamento desde 10 de agosto. Na semana, a moeda americana acumulou queda de 1,53%.

Entre os fatores citados para a desvalorização da moeda estadunidense no exterior esteve a expectativa sobre operações de recompra de títulos de longo prazo pelo Tesouro dos Estados Unidos, que impulsionaram a liquidez no mercado de títulos e reduziram a pressão sobre o dólar.

O índice DXY, que acompanha o dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, ficou próximo de 98,856 pontos ao fim da tarde e acumulou recuo de cerca de 0,80% na semana. Esse desempenho beneficiou moedas de países emergentes; o real ficou entre as moedas de melhor desempenho do dia, ao lado do peso chileno, enquanto o euro e a libra atingiram máximas recentes.

O Ibovespa subiu 1,85%, para 171.031,73 pontos, registrando a terceira alta consecutiva e o maior nível desde 10 de agosto. Com isso, o índice encerrou a semana com alta de 2,45%, embora permaneça no mês com queda de 3,91%.

As ações do setor bancário exerceram influência positiva no pregão, enquanto o fluxo de capital estrangeiro segue sendo monitorado pelos investidores. Dados da B3 indicaram saída líquida de R$ 22 bilhões de capital estrangeiro da bolsa brasileira em agosto até o dia 19.

No mercado de petróleo, o Brent avançou 0,65% (+US$ 0,61), para US$ 94,39 por barril, acumulando alta de 6,6% na semana. O barril WTI do Texas subiu 0,26% (+US$ 0,23) e fechou a US$ 87,06 por barril, com ganho semanal de 5,6%. O movimento foi sustentado por tensões entre Estados Unidos e Irã e por incertezas sobre trânsito de cargas no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho.

Em nota sobre a situação geopolítica, foi registrada declaração dos Estados Unidos sobre medidas a serem adotadas contra o Irã:

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